quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Exército reúne-se para discutir crise política e sem-terras “atípicos”?

Exército reúne-se para discutir crise política e sem-terras “atípicos”?


Por causa de nossa traumática ditadura, qualquer movimentação militar menos esclarecida levanta desconfianças. O Antagonista apurou que o Alto Comando do Exército está se reunindo nesta semana. Irão discutir a crise econômica e política,como a Lava Jato vem interferindo em obras de infraestrutura com a participação de militares, além de estranhos acampamentos de sem-terra considerados “atípicos”. Para isso, usarão um relatório preparado pelo centro de inteligência da corporação. Torçamos para que, ao final do encontro, tragam a público qualquer entendimento que tiverem sobre todos estes temas.
Link: implicante



O gaúcho Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, 63 anos, é o chefe de 217 mil militares. Comandante do Exército desde o último mês de fevereiro, ele enfrenta duas das missões mais difíceis de uma carreira iniciada em 1967: o corte orçamentário que atinge os projetos definidos como estratégicos pela Força e a ausência de reajustes da categoria. “Corremos o risco de retroceder 30, 40 anos na indústria de defesa”, disse Villas Bôas. Durante entrevista exclusiva na manhã da última sexta-feira, o general também lamentou a defasagem dos rendimentos da tropa, principalmente se comparados aos de outras carreiras.

Preocupado com a redução de verbas e investimentos ele deve estar mesmo, assim como os políticos da base aliada ao PT com os cargos que podem ser suprimidos. Quanto aos acampamentos de sem terras considerados atípicos, há anos vem acontecendo sem que nenhuma interferência seja feita por parte do responsável pela Soberania Nacional. As ameaças ao povo brasileiro aconteceram de forma ostensiva e perigosa, armas estão entrando descaradamente e abastecendo os traficantes. No Rio de Janeiro é possível vislumbrar o crescimento de fuzis, relatos dão conta de 20 meliantes circulando pelas ruas, todos com armamento de guerra.

Conhece melhor guarda para armas que nos redutos do tráfico? Todos sabem que estão lá, mas lá continuam.

Não enumerar aqui os roubos que os políticos, equivalentes a quadrilhas, se especializaram, está estampado diariamente nas redes sociais.


Não entendi o porque de ser comentada a operação “Lava Jato”, me pareceu estar direcionando a culpa da crise econômica e política ao Juiz Sergio Moro,  à Polícia e Promotores Federais envolvidos.  

O que esperar deles se estão no governo?

‘QUARTEL’ PALÁCIO DO PLANALTO TEM 1.853 MILITARES
Vítima de prisão e tortura na ditadura, a presidente Dilma aprecia a companhia de militares. Quase metade dos ocupantes de cargos na Presidência da República é de militares das Forças Armadas, em especial do Exército, o que torna o Palácio do Planalto uma espécie de quartel. Dos 4.192 servidores do Planalto, 1.853 são militares cedidos e mais de mil ocupam funções e “cargos de confiança” da presidente.

Quem seriam estes “mais de mil que ocupam funções e cargos de confiança”? Por certo não seriam praças nem oficiais subalternos e intermediários.

Sinceramente espero que os "Kiwi" estejam presentes nesta reunião, pois, de "melancias" já estamos de saco cheio.