quinta-feira, 10 de setembro de 2015

A quadrilha continua mandando

A quadrilha continua mandando


Dilma Roussef é uma imbecil que foi alçada de maneira inexplicável e incompreensível à Presidência da República e que ainda continua mandando. Como todos se recordam, ela foi guindada ao cargo por esperteza do ex-presidente Lula da Silva, o Lularápio, que bateu todos os recordes de assaltos aos cofres públicos brasileiros, num país predominantemente governador por ladrões, desde que Pedro Álvares Cabral deu às caras em suas costas.

A nossa presidAnta, guardada as devidas proporções, possui grande semelhança com Elena Ceasescu, mulher do ex-ditador romeno Nicolae Ceasescu, que impôs suas normas e regras por 25 anos naquele país, mas, quando acabou a caixinha de truques, acabou executado num quartel, depois de julgamento sumário e suspeito. Os dois foram metralhados no dia 25 de dezembro de 1989.

Em 1989, após um sangrento inventário, foi julgado por um tribunal especial e executado em local desconhecido.

Elena era tida como “física nuclear”, professora daquela matéria e verdadeiro gênio que só perdia espaço (e por bem pouco) para o grande Albert Einstein. Tudo mentira! De maneira semelhante à nossa presidAnta, Elena Ceasescu sabia muito mal fritar um ovo. Era pessoa arrogante, intratável e que humilhava os funcionários de baixo e alto escalão, inclusive cuspindo-lhes na cara quando muito contrariada.


Aqui, não se sabe se nossa governanta vai a tal extremo (cuspir no povo) parece que não. O que se sabe é que ela já tomou das mãos de funcionário público o seu notebook, jogando-o ao chão e danificando-o. Sem contar celulares arremessados contra a parede em momentos de ira. Sabe-se, também, que sua ainda excelência jogou cabides em uma arrumadeira do Palácio do Planalto, contrariada por encontrar seu guarda-roupa de forma diferente à arrumação determinada.

O alcoólatra desmoralizado, que “conduziu” este país de bois obedientes por oito anos (2003-2011), vivia jurando e afirmando que a sua então candidata a presidente conhecia tudo a respeito de energia, era grande administradora, sabia cozer e costurar, tocar sanfona, seria imbatível no império das palavras e possuía conhecimento que ia além, muito além de sua reconhecida falta de educação doméstica.

Conseguiu colocá-la na cadeira do Planalto e se sentiu aliviado, porque havia montado esquema de roubo do tesouro nacional onde os brasileiros que trabalham e produzem riquezas foram transformados em escravos, destituídos de acesso à riqueza produzida. O desqualificado moral, que formou uma quadrilha a que chamava de “equipe de trabalho”, montou o mensalão e o petrolão e passou a viajar pelo Brasil e pelo mundo fazendo palestras em que nada teria ou tem a dizer, recebendo milhões e milhões de dólares na lavagem de parte dos recursos financeiros que houvera roubado.

O interessante de tudo é perceber que aqui eles agem exatamente como canalhas que dominam regimes totalitários, mas transmitem a impressão de mais covardes: tão logo apareça alguma coisa que os denuncie, tiram o corpo fora. Lularápio deu início ao processo de aparelhamento de todos os órgãos, mas jamais acreditou que o STF, para o qual nomeou oito ministros, iria reagir à altura e apurar com independência o processo do mensalão. No meio do caminho tinha Joaquim Barbosa.

Transformado em relator do processo, Barbosa agiu como magistrado que é, destrinchou toda a roubalheira e expôs posição insustentável do analfabeto presunçoso, blindado em quase todas as instâncias, Naquele instante, precariamente escapou. Agora, a sucessora do bandido inominável quer aplicar “impostos de travessia” em que os brasileiros, mais uma vez, pagam a farra. Se esta senhora tivesse o mínimo de vergonha que fosse, renunciaria! Mas nenhum deles larga o osso.

O país mergulhou num processo de “travessia” onde o desespero será constante.

Marcio Accioly, jornalista


Os dois ditadores romenos foram metralhados no dia 25 de dezembro de 1989