terça-feira, 29 de julho de 2014

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Cadeia para os ‘fakes’ que ofenderem políticos, anuncia desembargador

Blog do Lobbo - Senhor Desembargador, Quem irá nos defender contra esta safra de maus políticos que assolam nosso país?

Uma das poucas alternativas que temos, os Senhores a transformaram em ação criminosa. 
Agora estamos a mercê dos bandidos políticos e dos juíses carrascos. Parabéns Senhor Juiz Carrasco!

Cadeia para os ‘fakes’ que ofenderem políticos, anuncia desembargador

DA REDAÇÃO 25/07/2014 00h00
 
Com pulso firme, o responsável pela fiscalização da propaganda eleitoral em Mato Grosso do Sul, desembargador e juiz auxiliar do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS), Romero Osme Dias Lopes (foto), promete atuar rigorosamente nestas eleições a fim de punir atitudes consideradas abusivas pela Justiça Eleitoral, segundo reportagem na edição de hoje (25) do jornal Correio do Estado. Aos perfis anônimos ou fakes das redes sociais, que receberem ordem judicial para excluírem suas contas e não cumprirem, Romero poderá mandar até pra cadeia os culpados.
“Quando a gente ver algum plano que há uma ofensa, a gente já manda tirar do ar e se não tirarem, caracteriza-se como descumprimento de ordem judicial e flagrante delito da lei”, alertou.
Na opinião do desembargador, as redes sociais contaminadas por fakes podem prejudicar a opinião do eleitorado e, consequentemente, o resultado da eleição. “Se o eleitor tiver consciência e nao for manipulado pelas redes sociais, ele tem condicões de votar melhor", frisou o magistrado. A reportagem é de Tavane Ferraresi.

"Anão diplomático": 'Israel tentou negar valor da chancelaria brasileira'

"Anão diplomático": 'Israel tentou negar valor da chancelaria brasileira'

Especialista comenta irritação de Israel com a retirada de embaixador brasileiro de Tel Aviv

Jornal do BrasilCláudia Freitas
O especialista em Relações Internacionais e professor de História Severino Cabral comparou a decisão da chancelaria brasileira, que chamou de volta ao país para consultas o embaixador em Tel Aviv, Henrique Sardinha Filho, com 'uma voz mais estridente para trazer à consciência os envolvidos no conflito em Gaza'. Cabral avalia o papel da diplomacia brasileira como muito relevante para Israel, considerando que o atual Estado israelense foi consagrado com a participação decisiva de um brasileiro. Para o historiador, chamar o embaixador foi uma manifestação extrema, mas estratégica para alertar Israel do descontentamento do Brasil quanto às ações ofensivas na região. 
O Ministério de Relações Exteriores, ainda na análise de Cabral, pode ter levado em conta para tomar essa medida os longos anos de conflito e que eles podem se estender ainda por muito tempo até se chegar a um acordo de paz. O pesquisador enfoca o importante papel de mediador que o Brasil possui em relação a Israel e as proximidade históricas e culturais entre os países. A população árabe e de palestinos refugiados é numerosa no território brasileiro, o que provoca uma repercussão nacional bem maior nesse caso envolvendo as chancelarias israelense e brasileira. O que justifica o afinco do governo do Brasil junto à comunidade internacional para resolver essa guerra, que é onerosa para todos os povos. "A chancelaria brasileira precisou desse acento mais forte com relação a Gaza", analisou Cabral.
A reação de Israel à retirada do embaixador brasileiro em Tel Aviv foi observada por Cabral como uma tentativa de negar a forte função diplomática do Brasil. "O Brasil sempre teve uma excelente aceitação da comunidade israelense e isso não deve mudar com esse episódio", enfocou o especialista. Cabral diz que o cenário na Faixa de Gaza é tão crítico quando a situação na Ucrânia, o que merece a atenção de toda comunidade internacional, no sentido de busca soluções para um cessar fogo imediato. 
Governo brasileiro rebate as críticas de Israel
Na manhã desta quinta-feira (24) o Itamaraty afirmou que não vai se pronunciar quanto ao episódio diplomático entre os países. O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Luiz Alberto Figueiredo, rebateu as provocações de Palmor, afirmando: "Somos um dos 11 países do mundo que têm relações diplomáticas com todos os membros da ONU e temos um histórico de cooperação pela paz e ação pela paz internacional. Se há algum anão diplomático, o Brasil não é um deles", disse o ministro durante um compromisso oficial em São Paulo.
Figueiredo comentou também a afirmação da chancelaria israelense de que a decisão do Brasil ignorou o direito de Israel de se defender. "Mas não contestamos o direito de Israel de se defender, jamais contestamos isso. O que contestamos é a desproporcionalidade das coisas", complementou o ministro, se referindo em seguido ao número de mortos no conflito, principalmente de mulheres e crianças. 
A reação irritada de Israel
"Essa é uma demonstração lamentável de por que o Brasil, um gigante econômico e cultural, continua sendo um anão diplomático". A frase foi dita pelo porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Yigal Palmor, nesta quinta-feira (24/7), em reação à decisão do Ministério das Relações Exteriores do Brasil de chamar de volta ao país para consultas o embaixador em Tel Aviv, Henrique Sardinha Filho.
O Ministério de Relações Exteriores de Israel foi além nas avaliações e afirmou que a decisão do governo brasileiro não reflete o nível de relacionamento entre os países e ignora o direito de Israel de se defender. Considerou ainda que o procedimento dá respaldo ao terrorismo e deve afetar a capacidade do Brasil de exercer influência. "Israel espera apoio de seus amigos em sua luta contra o Hamas, que é reconhecido como uma organização terrorista por muitos países pelo mundo”, disse nota emitida pela diplomacia israelense.
O governo brasileiro divulgou uma nota na última quarta-feira (23) afirmando que o país considera "inaceitável" o conflito na Faixa de Gaza, condenando "energeticamente" o uso de força por Israel na região, que resultou na morte de um número elevado de vítimas, principalmente mulheres e crianças. No mesmo comunicado oficial, chama para consultas o embaixador brasileiro em Tel-Aviv, Henrique Sardinha. A reação foi quase imediata da chancelaria israelense, forçada no Brasil pela Confederação Israelita, que classificou em nota o posicionamento do Ministério das Relações Exteriores do Brasil como "abordagem unilateral do conflito na Faixa de Gaza, ao criticar Israel e ignorar as ações do grupo terrorista Hamas".
O Brasil foi um dos 29 países que votou a favor de uma investigação da ofensiva israelense na Faixa de Gaza, acompanhando a condenação do Conselho de Direitos Humanos da ONU, que considera a situação na região muito grave.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

General diz que Brasil será País Comunista em pouco tempo!!!


45 min · 
ATENÇÃO INCRÉDULOS E DEFENSORES DE LULA E DILMA !!! ACORDEM MEUS COMPATRIOTAS, VOCÊS ESTÃO SENDO ENGANADOS !!! POR AMOR AOS SEUS FILHOS E NETOS E GERAÇÕES QUE HÃO DE VIR, ABRAM OS OLHOS E TENTEM ENTENDER AS VERDADEIRAS INTENÇÕES DESSAS PESSOAS QUE ESTÃO HOJE NO PODER. SE VOCÊS NÃO SABEM AINDA O QUE SIGNIFICA O COMUNISMO, PASSOU DA HORA DE APRENDER. NÃO HÁ MAIS TEMPO. VAMOS BANIR ESSE MAL DA NOSSA NAÇÃO. VAMOS DIVULGAR AO MÁXIMO PARA NOSSOS AMIGOS, PARENTES, GRUPOS, COMUNIDADES, ABRAÇAR AS PESSOAS QUE AMAMOS E TENTAR MOSTRAR A ELAS O QUE ESTÁ POR VIR, MESMO QUE ELAS NÃO CONCORDEM CONOSCO, MESMO SABENDO QUE MUITOS ACORDARÃO QUANDO A DITADURA BOLIVARIANA CHEGAR COM TODAS AS FORÇAS. NÃO PODEMOS DESANIMAR, . ENFIM, VAMOS NOS UNIR AGORA E IMPEDIR QUE NOSSAS FAMÍLIAS, NOSSO PAÍS, NOSSOS SONHOS, SEJAM TOTALMENTE DESTRUÍDOS. SE NÃO HOUVER ALGUM TIPO DE INTERVENÇÃO, A RESPOSTA TERÁ QUE SER NAS URNAS. DEUS ABENÇOE A TODOS.
LEIAM O TEXTO ABAIXO, AUTORIA DO GENERAL VALMIR. É UMA PREVISÃO LÓGICA DEVIDO AOS ELEITORES "IDIOTAS ÚTEIS." LEMBREM-SE DA FRASE HISTÓRICA DO GENERAL FIGUEIREDO , QUE PODEMOS ATRIBUIR AOS ATUAIS ELEITORES DO PT E CIA LTDA, COM TODA CERTEZA: “Um povo que não sabe nem escovar os dentes não está preparado para votar.”
General diz que Brasil será País Comunista em pouco tempo!!!
General de Brigada Reformado, Valmir Fonseca Azevedo Pereira, diz que BRASIL será país comunista em pouco tempo. Treinando o terrorista de amanhã Sabemos que a mandatária, apesar de beatificada pelo seu mestre, por pouco não fracassou nas urnas, isto contando com recursos incalculáveis e o beneplácito gritante da mídia facciosa como o “Globo”, que declarou abominar a Contra revolução de 31 de março de 1964. O novo pleito se aproxima e a dama de um só neurônio, apesar de diariamente aumentar os beneficiários de bolsas e bolsinhas, tem um desempenho tão deplorável seja na política interna como na externa, que claudica, embora a mídia de sempre, para levantar o moral da “intragável”, publique, esporadicamente, que ela vem melhorando a sua aceitação pelo populacho. Contudo, é provável que os membros sombrios do grupo radical antevejam problemas no futuro próximo e a derrocada nas urnas do seu “besteirol ambulante” seja um fato palpável, em especial com a dupla Eduardo e Marina, que promete deslanchar na disputa eleitoral. As tentativas de tiranizar o País via “chavismo”, emoldurado por caricatural democracia, parece que derrapa diante do “jeitinho brasileiro” que quer ganhar vantagem em tudo. Como o populacho não é confiável... Portanto, quando procuramos saber como as mais recatadas manifestações se transformam num festival de vandalismo, é que por detrás daquelas demonstrações acobertam - se grupos de terroristas mirins, pagos ou insuflados pelas alas mais radicais da esquerda. Assim, podemos concluir que, atualmente, ocorrem constantes treinamentos de terroristas. Sim, caso a famigerada dama do raciocínio enviesado e incompreensível perca nas urnas, que ninguém tenha dúvidas de que a rapaziada mascarada sairá pelas ruas para demonstrar a sua indignação e o quebra - quebra será dantesco. Isto nas cidades, pois nas áreas rurais, lá estarão o MST e os novos guerrilheiros, alguns treinados pela FARC, dos quais temos tido breves notícias, além dos formados em plagas gaúchas (Gravataí?). De fato, se a “pústula” perder, saia de baixo, pois haverá choro e ranger de dentes, uma vez que as forças policiais e as policias militares nada farão por estarem acuadas e desmoralizadas. Teremos a apoteose do vandalismo, será a quebra da Lei e da Ordem com pompas e circunstâncias Quanto às Forças Armadas, estas deverão quedar - se à margem das refregas, pois não devem se intrometer onde não são chamadas. Quanto à espúria (não prevista no art. 144 da Constituição) Força Nacional de Segurança, sem dúvida lutará, se preciso for, ao lado de seus criadores. Teremos então o golpe palaciano final para acalmar as massas desembestadas que clamam por justiça. É provável que depois dos embates, como na Rússia de 1917, teremos um novo Brasil, o da foice e do martelo, ou melhor, da cuíca e do tamborim, pintados de vermelho, é claro. Definitivamente, o nosso futuro é o do País mais comunista dos últimos tempos. Enfim, chegaremos à apoteose sonhada por Marx e Lênin – todos por eles, e eles por eles. Brasília, DF, 09 de outubro de 2013.http://sociedademilitar.com.br - Recebido por e-mail decolaborador. General de Brigada Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira (Post My) Faça parte da OCC Alerta Brasil
http://www.blogdospracinhas.com/2013/10/general-de-brigada-reformado-valmir.html

domingo, 13 de julho de 2014

Dilma constrange convidados ao não assistir à festa de encerramento

Tarja - Maquiavel
13/07/2014 - 16:00

Maquiavel

Dilma constrange convidados ao não assistir à festa de encerramento

A chanceler alemã Angela Merkel e o presidente da Fifa Joseph Blatter assistem à cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã
A chanceler alemã Angela Merkel e o presidente da Fifa Joseph Blatter assistem à cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no Maracanã (AFP)
A presidente Dilma Rousseff não assistiu à cerimônia de encerramento da Copa do Mundo no estádio do Maracanã. Na tribuna, estavam sozinhos – e constrangidos – convidados como o presidente da Rússia, Vladimir Putin, e a chanceler alemã, Angela Merkel. A ausência de Dilma provocou mal-estar entre dirigentes da Fifa e demais autoridades presentes à tribuna. Vários deles comentavam em voz baixa que se tratava de uma grosseria. O presidente da Fifa, Joseph Blatter, deixou claro seu desconforto com a ausência de Dilma. Mais cedo, a presidentealmoçou com nove autoridades no Palácio Guanabara. Mesmo tentando se preservar e dispensando a cerimônia de encerramento, Dilma irá ao Maracanã acompanhar a final entre Alemanha e Argentina. E promete entregar a taça ao time campeão. Resta saber se a presença de Dilma não irá provocar novas vaias.

FIM DOS CONSELHOS BOLIVARIANOS

Publicado por Manoel Silva · 11 h · 
FIM DOS CONSELHOS BOLIVARIANOS: Decreto que extingue conselhos populares entra na pauta da próxima semana
O líder do Democratas na Câmara dos Deputados, Mendonça Filho (PE), disse nesta sexta-feira (11) que acredita na aprovação, na próxima segunda-feira (14/7), do seu Projeto de Decreto Legislativo (PDC 1.491/2014) para acabar com os conselhos populares. O projeto do líder é o segundo item da pauta da sessão extraordinária marcada para o dia 14.
Com o apoio dos partidos de oposição e de algumas legendas da base aliada, Mendonça Filho entende que terá os 257 votos favoráveis para aprovação do requerimento de urgência que coloca o PDC na pauta e logo após a apreciação do mérito do projeto.
“A perspectiva é bastante favorável até porque houve uma reação muito forte do Congresso por parte da oposição e de partidos da base pela preservação da autonomia do Legislativo”, opinou o parlamentar pernambucano.
A votação do requerimento de urgência e do mérito do PDC é condição para que a oposição suspenda a obstrução à pauta da Câmara dos Deputados. O Decreto Presidencial 8.243/14, que prevê a criação de conselhos populares em empresas e órgãos estatais, também foi alvo de duras críticas por setores da imprensa e de especialistas em Ciência Política e Direito Constitucional.
Mendonça Filho repudia o decreto de Dilma Rousseff, que cria a Política Nacional de Participação Social (PNPS) e o Sistema Nacional de Participação Social (SNPS). Conforme o deputado, a tentativa de instituir esses conselhos compostos “cidadãos, coletivos, movimentos sociais institucionalizados, suas redes e suas organizações” escolhidos pelo próprio governo, de acordo com o artigo 2º do decreto é uma forma aparelhamento ideológico por meio de movimentos sociais, filiados ao PT e sindicalistas ligados à gestão Dilma Rousseff.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

ÓRGÃOS DE SEGURAÇA É HORA DE SE UNIR CONTRA ESTE GOVERNO BANDIDO


AMIGOS, QUERO PELA PRIMEIRA VEZ PEDIR UMA COISA.
NÃO DEIXEM DE LER ISTO! MUITAS PESSOAS IRÃO MORRER!
REPASSEM EM TODAS AS REDES, NÃO SE OMITA, AJUDE A INFORMAR!
ESTE FOI O MELHOR TEXTO QUE JÁ LI NESTES ÚLTIMOS 2 ANOS!
O TEXTO É GRANDE, MAS AQUI ESTÃO DEVIDAMENTE RELATADOS OS PRÓXIMOS PASSOS QUE INICIARÃO O GRANDE INFERNO COMUNISTA NO PAÍS. 

QUEM ESTÁ ORGANIZANDO O PLEBISCITO? O QUE É QUE ELE PRETENDE CONVOCAR? QUAIS SERÃO OS EFEITOS DO PLEBISCITO SE FOR FAVORÁVEL? PORQUE O PLEBISCITO ESTÁ SENDO ORGANIZADO? 

O PT oficializou um site que divulga teores do "plebiscito popular" para o qual, o PT pretende doutrinar uma ideia de "mudanças" na política e na sociedade brasileira. Basicamente, trata-se de uma “luta por uma Assembleia Constituinte, que será exclusivamente eleita e terá poder soberano para mudar o Sistema Político Brasileiro, Para se entender mesmo o que é essa iniciativa, portanto, é preciso responder a algumas perguntas. Primeiro: quem está organizando esse plebiscito? Segundo: o que é que ele pretende convocar? Terceiro: o que acontecerá se o seu resultado for favorável? Por fim, e não menos importante, é necessário saber exatamente por que essa iniciativa está sendo organizada.

Quem está organizando o plebiscito?

Responder a essa primeira pergunta é fácil, já que a informação está disponível no próprio site de divulgação da “consulta popular”,
Em princípio, trata-se de uma iniciativa da CUT e de “movimentos sociais”, como o Movimento dos Sem Terra e dos Sem Teto. A CUT dispensa apresentações (mas sempre vale lembrar que sua ligação com o PT é histórica).

Só com isso já daria para entender quem são as cabeças por trás do plebiscito. Mas a coisa piora quando se vê sua lista de “participantes” – aqueles que não o estão propriamente “organizando”, só apoiando. Sugiro ao leitor que a confira por conta própria, mas aí vão algumas amostras: 59 dentre 257 “participantes” (na data de fechamento deste texto) são sindicatos, os quais não são exatamente centros de propagação do liberalismo. MST e Via Campesina estão lá, e a UNE também, juntamente com outras dez organizações estudantis. O PCdoB também deu as caras, junto com uma corrente interna do PSOL chamada “Esquerda Socialista” (a criatividade que esse povo tem para nomes é espantosa) e com o Partido Comunista Revolucionário (o que, vai dizer que você não sabia que isso existia?).

Deixemos o melhor para o fim. Além de todos esses aí, há a cereja no bolo, ali no meio da lista: o PT, acompanhado de 20 políticos petistas, da “Juventude do PT”, da “Tendência Interna do PT – Esquerda Popular Socialista” (como eu ia dizendo, sobre nomes criativos…) e da “Corrente Nacional do PT ‘O Trabalho’” – à qual esqueceram de contar que o principal líder do partido não trabalha desde a época em que Elvis Presley ainda estava vivo e o finado Michael Jackson ainda era negro.

Em suma: trata-se de uma iniciativa organizada e apoiada por CUT, “movimentos sociais”, sindicatos e, ultima ratio, pelo próprio PT. A ligação entre o plebiscito e tais organizações é evidente e confessa Decorrência necessária dessa constatação: se o plebiscito está sendo organizado por esses grupos, é porque visa a atender seus interesses.

O leitor mais curioso deve estar se perguntando: mas se o próprio PT – um partido oficialmente organizado que detém o poder no Executivo, 88 deputados e 15 senadores – está envolvido na coisa, por que é que eles não a fazem pelas vias legais, apresentando no Congresso propostas de emendas à constituição? A questão é extremamente relevante. Mas vamos deixar a resposta em suspenso, pelo menos por ora.

O que se pretende com o plebiscito?

Para se responder a essa segunda questão, sugiro inicialmente ao leitor dar uma olhada na “cartilha” e no “panfleto” explicativos do plebiscito – a semelhança da primeira com um tabloidezinho de sindicato é bem óbvia, por sinal. Os mais versados em humanas também podem conferir o “livro jurídico” disponibilizado no site – basicamente, uma coleção de artigos com um blábláblá bem pouco acessível ao “povo” que a iniciativa diz representar. Quem for leigo não entenderá nada e muito menos será conscientizado de seu teor.

Para resumir, a intenção do plebiscito é legitimar a convocação de uma assembleia constituinte, ou seja, uma reunião de “representantes da população” para elaborar artigos para a constituição brasileira. Não está explícito na cartilha, no panfleto ou em qualquer dos textos do “livro jurídico” qual a forma jurídica pela qual se pretende iniciar esse processo – se por meio de uma convocação do estado (Executivo ou Congresso Nacional) ou do nada (nomeando-se uma assembleia a partir do zero ou elegendo-a com candidatos tirados da cartola, gente que será escolhida por baixo dos panos pelo PT e pelos sindicatos e movimentos sociais). Mas vários dos artigos disponibilizados no “livro” apontam que essa segunda será a solução a ser adotada – um dos texto, por exemplo, menciona tratar-se de “um poder constituinte originário, o poder de elaborar uma nova Constituição, um poder de ruptura”. Ou seja, "ruptura" do regime. Isso significa que o atual regime, a "democracia" será extinta e um novo regime será implantado. Socialismo ou comunismo? Tanto faz, socialismo e comunismo são as mesmas coisas, nada muda, o fundo ideológico é o mesmo. Há intelectuais e sociólogos comunistas que adotaram novas significações para a doutrina marxista. A "social democracia", socialismo Fabiano, liberalismo, gramcismo, socialismo ou comunismo, é tudo fruto da mesma origem, o marxismo, a ditadura do proletariado.

Atenção aos termos, “poder constituinte originário",quer dizer “o poder de se elaborar uma nova constituição”. Com a Assembleia Constituinte eleita, isso significa que a atual "Constituição" perderá seu poder constitucional e uma nova constituição será elaborada conforme sugestões e reivindicações propostas pelos integrantes destas assembleias, ou seja, pelos sindicatos, movimentos sociais, militantes, Ongs e organizações de esquerda. Todas oficializadas pelo PT e pelas esquerdas.

Com essas noções já é possível entender uma coisa: o que se pretende, na prática, não é a “reforma da constituição”, que poderia ser feita a partir dos mecanismos previstos na própria constituição atual (poder constituinte derivado). O que o plebiscito quer instituir é uma assembleia distinta do Congresso Nacional, que não seja formada pelos atuais deputados e senadores, e sim pelos grupos formados pelos sindicatos e movimentos sociais, que terão poder para dispor sobre tudo o que for relacionado à “reforma política” e reescrever essa parte da constituição brasileira a partir do zero. É uma situação de ruptura com a ordem e com o regime vigente, já que esse “poder constituinte originário” não é fundamentado na ordem jurídica atual, mas em outra coisa – a tal da “vontade popular” que teoricamente se manifestaria por meio do plebiscito. O proletariado.

Para resumir: o plebiscito serviria para que os brasileiros dissessem: “não estou contente com essas instituições políticas que estão aí, então acabem com elas e criem outras a partir do nada”. Qual o problema disso? Assunto para a próxima questão.

E se a assembleia constituinte for convocada?

Vamos dizer que o plebiscito dê certo e seja convocada uma assembleia constituinte. O que ela poderia mudar na política do país? A resposta vem do próprio conceito de “poder constituinte originário”: ela pode mudar tudo o que quiser, e isso é assim ainda que se argumente que seus poderes são específicos (isto é, que está lá só para fazer uma “reforma política”).

a constituição é uma lei que tem por objeto a organização básica do estado. Ou seja: define sua estrutura, sua forma de governo e de aquisição do poder, as atribuições dos seus órgãos, os limites do poder e os direitos básicos (fundamentais) dos indivíduos – liberdade e propriedade, por exemplo. Se é assim, não é difícil perceber que constituições diferentes equivalem, na prática, a estados diferentes. Um exemplo: a Constituição de 1824, primeira editada após a independência do Brasil, estabelecia um governo “monarchico hereditario, constitucional, e representativo” para o país (art. 3º). Sua sucessora, a Constituição de 1891, mudou esse sistema, estabelecendo que a partir de então “a nação brasileira adota como forma de Governo, sob o regime representativo, a República Federativa” (art. 1º).

Obviamente, as diferenças entre duas constituições não precisam ser assim tão disparatadas, podendo contemplar questões mais sutis do que as do exemplo. Mas a ideia é sempre a mesma: com uma nova constituição tem-se, ainda que com diferenças mínimas, um estado novo e um novo regime político.

A convocação de uma constituinte, portanto, envolve necessariamente a extinção do estado brasileiro atual e sua substituição por um novo, zero quilômetro, elaborado da forma que a assembleia bem entender. Se ela quiser acabar com o voto secreto, por exemplo, pode. Se quiser proibir o voto de determinadas pessoas, também pode. Se quiser proibir determinados partidos políticos de existirem, pode, impor restrições à livre iniciativa e à propriedade, introduzir a censura à imprensa ou transformar o Brasil em uma monarquia liderada por Tiririca I, pode. Uma assembleia constituinte não tem limites.E por que exatamente PT, CUT e movimentos sociais estariam tentando concentrar esse poder e, na prática, refundar o estado brasileiro?

Porque o plebiscito está sendo organizado?

As esquerdas representam o socialismo, representam portanto o poder totalitário, o poder do proletariado. Em nenhum lugar do mundo, o socialismo foi implantado pela vontade da maioria popular. Sempre havia um golpe de estado, uma ditadura ou ditador, uma revolta ou uma revolução de minorias para que este tipo de regime fosse implantado. Milhões de pessoas morreram no mundo por causa da obsessão de se implantar o poder do proletariado. O número de vítimas passa da casa dos 120 milhões de pessoas. É quase como exterminar 70% da população brasileira. O regime sempre foi governado de forma ditatorial, rígida e severa. As classes sociais são abolidas para a existência de apenas uma classe social igualitária, a classe trabalhadora e escrava do sistema. A engenharia social é o primeiro passo para a criação desta classe. Para isso, o estado cria Leis que subtraem bens de uma classe superior, ou seja, desapropriações, confiscos e expropriações de bens materiais. O excedente desta classe superior passa à pertencer ao Estado totalitário e portanto, ao proletariado e para ele será distribuído de alguma forma jurídica e compensatória para o Estado.

A dificuldade para as execuções deste processo é grande. Isso porque ninguém quer perder seus bens e o que conseguiu durante sua existência. Por isso muitas vezes é necessário o conflito entre o Estado e o desapropriado. Dependendo das Leis que serão promulgadas por estas assembleias, os "inconformados" poderão ser penalizados com prisão, deportação ou outro tipo de execução. Em países onde incorreram este processo, muitos foram "arrancados" à força de dentro de suas casas, seus bens foram saqueados e roubados e não muito, milhares foram mortos por resistirem ao poder do proletariado.

O plebiscito está sendo organizado para que esta classe chamada de pobre e desfavorecida socialmente tenha acesso a igualdade de direito social. Isso na teoria é muito bonito e justo, mas na prática não funciona assim. Ninguém pode ser obrigado a viver sob um regime igualitário quando todos nós somos diferentes socialmente. 

Um engenheiro não pode ser medido igualmente com um pedreiro. O engenheiro estudou, investiu em si e tem conhecimento técnico. Já o pedreiro, se restringiu à mão de obra bruta, não estudou, aprendeu na autonomia e não tem nenhuma qualificação técnica. O poder do proletariado restringe o "livre arbítrio social" e impõe os direitos iguais para todos. Em países onde o regime é controlado pelo proletariado ou por um ditador socialista, esse sistema não funciona e isso é fartamente comprovado. Basta ver como são tratadas as sociedades em Cuba e Coréia do Norte. Mas a verdade deste plebiscito é outra, e por trás disto está o poder, a casta que controlará o estado e o próprio proletariado. O que está realmente por trás do "PLEBISCITO" é o poder de uma minoria.

Há mais de 70 anos que a esquerda brasileira sonha com a implementação do comunismo no Brasil. Para isso usaram de todos os mecanismos possíveis. Golpes, conspirações, movimentos sociais, subversão, terrorismo, guerrilhas armadas, crimes, atentados e assassinatos. Recebiam financiamento e armas de países como Cuba, União Soviética, China e Albânia. Muitos esquerdistas tinham Cuba e Albânia, como modelos de país e de sociedade. Era o sonho dos comunistas. Já imaginaram o Brasil como uma Albânia? Mas esse era o sonho de muitos que ainda estão vivos e no poder político do Brasil. Todas as tentativas da esquerda de implantar o comunismo socialista no país fracassaram. Foi graças ao povo e as intervenções do Estado e dos Militares que o Brasil não foi subjugado à uma escravidão social e política. usaram de toda violência, crimes e covardias para implantar um sistema totalitário e comunista no país, mas mesmo assim fracassaram. Foram esmagados pela força do Estado e pela vontade popular. Muitos que participaram desta intentona golpista contra a democracia foram perseguidos, mortos em combate, presos e exilados do país. Muitos que ainda estão vivos guardam até hoje uma grande mágoa da sociedade, mágoa esta, que foi transformada em ódio, ira e vingança. Não é á toa que esta gente que participou destes golpes contra a democracia, culpam o Estado por seus fracassos. A prova disso são as "indenizações" que exigiram e receberam do Estado, como se todos nós fossemos culpados pelas mortes e perseguições à terroristas, marginais e bandidos que aterrorizavam o país naqueles tempos.

A vingança da esquerda vem sendo planejada há muitos anos. Desde que houve a "abertura política", desde que os militares devolveram o poder aos civis. Com a anistia, muitos destes esquerdistas que lutavam por uma ditadura do proletariado no Brasil, estavam de volta a nação. Voltaram livres, impunes de seus crimes e com todos os seus direitos políticos e civis intactos. Foi este o acordo que permitiu que os velhos planos da esquerda ressurgissem dos empoeirados aparelhos comunistas. Vieram os governos civis e a esquerda ia se organizando dentro do sistema político do país. Muitos partidos foram criados e uma doutrinação planejada foi sendo imposta na sociedade. No fim do governo Sarney a esquerda já estava bem organizada, mas perdeu as eleições para um partido de centro direita, e Fernando Collor de Mello foi eleito pelo PRN, um partido pequeno e fraco, mas que tinha um nome forte de direita.

A família Collor fez política com militares durante o Regime Militar e tinha uma grande simpatia pela direita política. Collor manteve as origens políticas de sua família e portanto era uma pedra no sapato da esquerda. Collor inovou o sistema comercial no país, abriu o Brasil para a grande economia mundial, mudou a moeda e zerou a inflação. Apesar do confisco da poupança, fez uma revolução administrativa invejável e isso era um tiro no pé da esquerda, pois mostrava a eficiência da direita para impulsionar o país. O que realmente culminou com a saída de Collor do poder, foi o sistema anti corrupção adotado em seu governo. Collor batia de frente com os corruptos, negava verbas, questionava pedidos de dinheiro público e não fazia acordos com partidos. Governava com uma certa arrogância e combatia com isso, a corrupção política e o desvio de verbas. Muitas verbas e cargos políticos foram negados e isso revoltou a bandidagem esquerdista que estava no poder. Políticos na época diziam que para pedirem algum favor ao presidente, era necessário antes, conversar com Paulo César Farias, o homem forte de Collor, empresário rico que bancou e coordenou a campanha do ex-presidente naquele período. Paulo César foi morto, justiçado, pois sabia de muita coisa, de muita sujeira que envolvia a esquerda. Até hoje o crime é um mistério, assim como são mistérios as mortes de Celso Daniel, Toninho do PT e Sérgio Motta (Serjão) que morreu misteriosamente no governo FHC.

Não havia brechas no governo Collor para a corrupção e favores políticos. Foi então que as esquerdas, impedidas de participar do governo e das roubalheiras, começaram à atacar Collor de todas as maneiras possíveis. Um simples presente dado por um empresário, um Fiat Elba, foi o estopim para a cassação do cargo de Presidente da República. A esquerda traçou um plano, consolidou e financiou campanhas e manifestações contra Collor. Não foram poucas, as manifestações financiadas pela esquerda. Surgiu então o nome do desconhecido Lindberg Farias. Lindberg era uma espécie de líder da juventude "cara pintada". Lindberg foi criação dos partidos de esquerda para sensibilizar jovens e doutrinar as manifestações contra Collor. O presente recebido por Collor, um Fiat Elba, se tornou um escândalo, ganhou dimensões absurdas e foi motivo para que as esquerda se unissem e criassem o movimento pelo "impeachment" de Collor. 

Todos os políticos que participaram da campanha de impeachment de Collor foram depois da saída do presidente, acusados de corrupção, de participarem de esquemas de lavagem de dinheiro, tráfico de diamantes, roubos e falcatruas. Eram todos da esquerda. Mas Collor já estava fora do poder, não havia como retroceder, e as esquerdas voltaram a respirar aliviadas com a saída de Collor. Itamar Franco era um homem de centro esquerda e uniu novamente políticos de esquerda em seu governo, manobra que Collor não havia feito durante seu curto período como presidente. Depois de Itamar Franco e seu curto período presidencial, curto, porém significativo, pois Itamar criou o "Plano Real", após exigir uma moeda forte como legado de seu governo, veio a chance das esquerdas voltarem com toda força ao poder. Na época FHC era o ministro encarregado de formar e consolidar o Plano Real. FHC deixou o governo de Itamar Franco, e se aproveitando da ideia e do sucesso do Plano Real, se candidatou ao cargo de Presidente da Republica, usando o Plano Real como propaganda de seu governo. Veio o governo de FHC, um socialista, um político de esquerda que representava um partido de esquerda, sendo portanto, um grande líder para que as reformas do processo socialista pudessem ganhar força em seu governo. Era essa, a vez das esquerdas se consolidarem definitivamente no poder.

Com FHC no poder, a esquerda traçou um plano de acabar de vez com os poderes da direita. FHC inteligentemente permitiu a "pluralidade partidária". Vários políticos da esquerda foram orientados à deixarem seus partidos e a criarem outros partidos. Desta forma, vários partidos de esquerda foram criados para se criar a ilusão de que a esquerda era maioria no país. FHC é um estrategista comunista, sociólogo, um homem preparado para dar um grande passo na socialização do país. Em seu governo aboliu matérias no ensino público como a Moral e Cívica, vestígios do legado do ensino dos militares, e inseriu o marxismo no intuito de enfraquecer a direita. Histórias do Brasil foram escondidas e retiradas do ensino público e foram recontadas pelo MEC, já "socializado" por FHC e pelo PSDB. Usaram de mentiras e farsas e criaram um mentiroso mal conservador que deu origem ao Regime Militar. A esquerda conseguiu "associar" a direita, ao Regime Militar. O Regime Militar foi conservador, mas não era de direita e muito menos de esquerda. Militar é militar. Mas a esquerda fez isso, associou o Regime Militar e a ditadura, como se os militares representassem a direita do Brasil. Um golpe inteligente de FHC e do PSDB.

Com a esquerda mais forte no poder, mesmo que de forma ilusionaria, FHC foi aos poucos inserindo uma doutrina de convencimento no meio social, o gramcismo. Esta doutrina de esquerda, permite que o comunismo seja introduzido no meio social sem a necessidade de atitudes agressivas e autoritárias. A doutrina é disseminada através da cultura, do ensino, das artes, das propagandas, das novelas, dos livros, revistas e jornais. Foi por estes meios que o PSDB inseriu o gramscismo no país. Foi recontando de forma mentirosa a história do regime militar que o PSDB consegui fortalecer às esquerdas. Indenizações foram pagas por FHC aos terroristas, bandidos e integrantes revolucionários que participavam da intentona comunista no país. Desta forma FHC, os transformou em vítimas, em mártires e em heróis do Brasil na luta por "democracia". Democracia sempre existiu no Brasil e não era preciso lutar por ela. O que eles lutavam eram por uma ditadura comunista, e só um idiota não percebe isso. Mas FHC criou milhões de idiotas e conseguiu doutrinar milhares de brasileiros. 

A esquerda estava apenas no início de seus planos de consolidação. A destruição familiar, a apologia e o incentivo ao casamento gay, as cotas raciais, a criação do estatuto do menor e consequentemente a Lei de impunidade do menor, a campanha do desarmamento, a criação de projetos sociais, o aparelhamento dos movimentos sociais, o primeiro PNHD, a criação do Ministério da Defesa, abolindo e extinguindo os três ministérios das Forças Armadas que existia, os cortes nas verbas para os militares, o enfraquecimento de tropas com a diminuição dos contingentes, a liberação de drogas, indulto aos criminosos e outras tantas leis foram criadas no governo FHC do PSDB. FHC consolidou os planos da esquerda, abriu caminhos para o socialismo no país, inseriu a social democracia e subsequentemente, implantou uma nova consciência social com seu gramcismo, a lavagem cerebral, que destruiu a direita no Brasil. Foi FHC também que permitiu que Fidel Castro e Lula fundassem uma organização de extrema esquerda no Brasil. O Foro de São Paulo. FHC abriu as portas para a grande unificação das esquerdas na América Latina e sabia dos projetos do Foro de Fidel. Fidel sempre esteve por trás dos golpes planejados contra a democracia no Brasil. Desde os anos 60 que Fidel fornecia armas, agentes cubanos e dinheiro para os grupos terroristas que agiam no Brasil. Fidel treinou muitos terroristas brasileiros em guerrilha e em terrorismo urbano.FHC sabia disso e como todo bom comunista, apoiou e financiou a criação do Foro de São Paulo no Brasil.

Depois de dois mandatos, de muito gramcismo inseminado na sociedade, da abolição de Leis Penais e Civis, que abriram as portas para a crescente violência no país, de criarem brechas para o socialismo e de participarem de muita roubalheira e corrupção, o governo esquerdista de FHC chegou ao fim de seu mandato. Lula era o candidato do PT ao cargo de Presidente do Brasil, e enfrentava José Serra, um ex-terrorista dos anos 60, comunista até os dentes. Lula era um sindicalista, representava os pobres e havia caido no gosto popular. FHC, o estrategista, sabia que Serra iria perder as eleições e fez uma intensa campanha secreta pró-Lula, promovendo reuniões secretas com José Dirceu no Planalto. FHC se reunia com José Dirceu para proteger o legado de seu governo e os planos da esquerda no Brasil e fazer com que Lula não fosse temido pelos EUA e também pelos países capitalistas que tinham receio que Lula promovesse um golpe de estado. Por isso José Dirceu e FHC, juntos, agiram nos bastidores da política e foram ter reuniões secretas com George Bush na Casabranca. Foram lá para defenderem Lula e desmitificarem a possibilidade de um golpe no Brasil. FHC sabia que se Lula viesse à dar um golpe de estado no país, precipitando as posições pretendidas pelas esquerdas, todos os planos da esquerda brasileira poderiam vir abaixo. Lula também sabia disso e se conteve em seus discursos radicais.

Lula venceu e o PT estava no poder. A esquerda estava no poder. Lula foi dando sequência ao processo iniciado por FHC e pelo PSDB. Foi orientado por FHC o tempo todo e teve todo apoio do PSDB e dos partidecos de esquerda para governar. A transição de governo de FHC para Lula serviu para isso. Lula governou, e como todos da esquerda, criou esquemas de corrupção, enriqueceu, roubou, destruiu e delapidou o patrimônio público. Lula sentenciou o PNDH , a criação comunista de um projeto elaborado por FHC e votou Leis que o PSDB apenas havia criado no papel. Desta forma, Lula e o PT foram dando sequência ao projeto de "socialização" do país. Não havia oposição ao governo do PT, na verdade nunca houve de fato. Tanto o PT quanto o PSDB governaram juntos e juntos iam consolidando o projeto de consolidação do socialismo. A bandeira era o Plano Real, plano que congelou a sociedade e a fez acreditar no poder das esquerdas. Com o fim do mandato, o PT conseguiu arregimentar através de José Dirceu, um grande número de revolucionários em seu partido. Estavam lá uma grande parte dos terroristas, bandidos e assassinos que tentaram derrubar a democracia no país nos anos 60 e 70. Dilma, Rui Falcão, Tarso Genro, José Dirceu, Genoíno, Fernando Pimentel, Franklin Martins e outros. Dilma foi a escolhida para substituir Lula e ganhou as eleições em 2010. O Foro de São Paulo foi um grande aliado de FHC, de Lula e agora de Dilma Rousseff. Era do Foro que nascia as ideias golpistas que sentenciavam o país. O Brasil já estava dominado, a esquerda brasileira já havia consolidado boa parte de seus planos de socialização política e social e já estava na hora de se mudar o regime e de se estabelecer de vez o que eles tanto sonharam há mais de 70 anos, desde Luis Carlos Prestes, Carlos Lamarca, Miguel Arraes, Marighella e outros, até os dias de hoje com FHC, Lula e Dilma.

Não foi Dilma, com sua ausência de inteligência que criou o decreto 8.243. Ele já existe há muito tempo, desde o governo FHC. Tarso Genro já falava ou escrevia muito do conteúdo deste decreto em sua coluna jornalistica em um jornal do Sul. O decreto é um golpe final das esquerdas para implantar o socialismo no Brasil. Todos os partidos da esquerda sabem disso, sabem da existência deste decreto. A oposição que existe contra o decreto é falsa, não vai derruba-lo, e eles sabem disso. Sabem que decreto não precisa de aprovação dos congressistas e que basta apenas o STF para aprova-lo. Como todos sabem, o STF já está devidamente aparelhado para isto. Joaquim Barbosa já alertava sobre o golpe de estado mesmo antes de sair do STF. 

Joaquim Barbosa foi ameaçado de morte. Ameaçado de morte...fato gravíssimo que a sociedade nem se importou, tal é a idiotização desse povo alienado. Se este fato houvesse ocorrido em outros tempos, todos estariam na cadeia e o povo estaria nas ruas lutando por Barbosa. Barbosa sabe o povo que tem, e não ia bancar o mártir do Brasil para defender milhões de imbecis que pouco sem importam com os destinos do país. Não seria ele o "salvador da Pátria", com riscos de morte, que iria salvar a pele da maioria dos brasileiros omissos e covardes. Joaquim saiu para não morrer e para não ser mais uma vítima destes canalhas comunistas que estão no poder. 

O decreto vai ser aprovado definitivamente para que as esquerdas sejam plenamente "donas" do país. Assim que for decretado, uma grande mudança será feita no Brasil. Todos os partidos pequenos serão extintos e ficarão apenas o PSDB e o PT no poder. Não haverá congresso e o PSDB e o PT irão controlar as assembleias constituintes e farão uma nova "Constituição". O STF será abolido, Generais e militares serão condenados à morte pelos atos cívicos realizados por eles, contra o terrorismo, conforme o PNDH 3 do PT. As Forças Armadas darão lugar à uma nova ordem militar controlada pelos civis, daí o plano de desmilitarização iniciado no governo do PSDB e profundamente discutido no governo do PT. Serão os civis no poder total do país. O proletariado unido nas assembleias farão o restante, e o país se tornará uma República Socialista com os sovietes no poder. Não há como se evitar. O plano já está consolidado. Em questão de dias, o Brasil irá conhecer de perto o inferno do comunismo. E Não haverá volta! Talvez uma guerra civil. Digo talvez, porque não acredito que um povo tão omisso e idiota, mais preocupado com futebol e com Neymar, irá se voltar contra o governo. Se houver alguma voz contrária que ecoará no imenso vazio, essa poderá ser a voz dos militares. Mas as chances para tal atitude são poucas, tal é o grande domínio das instituições públicas pela esquerda. Acredito sim, que o povo irá se calar para sempre e se postará de joelhos aos seus novos mandantes, e que o Brasil será em 2015, uma República Comunista, com PT e PSDB no poder. Se preparem para o grande inferno e comecem à rezar.

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AMIGOS, QUERO PELA PRIMEIRA VEZ PEDIR UMA COISA.
NÃO DEIXEM DE LER ISTO! MUITAS PESSOAS IRÃO MORRER!
REPASSEM EM TODAS AS REDES, NÃO SE OMITA, AJUDE A INFORMAR!
ESTE FOI O MELHOR TEXTO QUE JÁ LI NESTES ÚLTIMOS 2 ANOS!
O TEXTO É GRANDE, MAS AQUI ESTÃO DEVIDAMENTE RELATADOS OS PRÓXIMOS PASSOS QUE INICIARÃO O GRANDE INFERNO COMUNISTA NO PAÍS.
QUEM ESTÁ ORGANIZANDO O PLEBISCITO? O QUE É QUE ELE PRETENDE CONVOCAR? QUAIS SERÃO OS EFEITOS DO PLEBISCITO SE FOR FAVORÁVEL? PORQUE O PLEBISCITO ESTÁ SENDO ORGANIZADO?
O PT oficializou um site que divulga teores do "plebiscito popular" para o qual, o PT pretende doutrinar uma ideia de "mudanças" na política e na sociedade brasileira. Basicamente, trata-se de uma “luta por uma Assembleia Constituinte, que será exclusivamente eleita e terá poder soberano para mudar o Sistema Político Brasileiro, Para se entender mesmo o que é essa iniciativa, portanto, é preciso responder a algumas perguntas. Primeiro: quem está organizando esse plebiscito? Segundo: o que é que ele pretende convocar? Terceiro: o que acontecerá se o seu resultado for favorável? Por fim, e não menos importante, é necessário saber exatamente por que essa iniciativa está sendo organizada.
Quem está organizando o plebiscito?
Responder a essa primeira pergunta é fácil, já que a informação está disponível no próprio site de divulgação da “consulta popular”,
Em princípio, trata-se de uma iniciativa da CUT e de “movimentos sociais”, como o Movimento dos Sem Terra e dos Sem Teto. A CUT dispensa apresentações (mas sempre vale lembrar que sua ligação com o PT é histórica).
Só com isso já daria para entender quem são as cabeças por trás do plebiscito. Mas a coisa piora quando se vê sua lista de “participantes” – aqueles que não o estão propriamente “organizando”, só apoiando. Sugiro ao leitor que a confira por conta própria, mas aí vão algumas amostras: 59 dentre 257 “participantes” (na data de fechamento deste texto) são sindicatos, os quais não são exatamente centros de propagação do liberalismo. MST e Via Campesina estão lá, e a UNE também, juntamente com outras dez organizações estudantis. O PCdoB também deu as caras, junto com uma corrente interna do PSOL chamada “Esquerda Socialista” (a criatividade que esse povo tem para nomes é espantosa) e com o Partido Comunista Revolucionário (o que, vai dizer que você não sabia que isso existia?).
Deixemos o melhor para o fim. Além de todos esses aí, há a cereja no bolo, ali no meio da lista: o PT, acompanhado de 20 políticos petistas, da “Juventude do PT”, da “Tendência Interna do PT – Esquerda Popular Socialista” (como eu ia dizendo, sobre nomes criativos…) e da “Corrente Nacional do PT ‘O Trabalho’” – à qual esqueceram de contar que o principal líder do partido não trabalha desde a época em que Elvis Presley ainda estava vivo e o finado Michael Jackson ainda era negro.
Em suma: trata-se de uma iniciativa organizada e apoiada por CUT, “movimentos sociais”, sindicatos e, ultima ratio, pelo próprio PT. A ligação entre o plebiscito e tais organizações é evidente e confessa Decorrência necessária dessa constatação: se o plebiscito está sendo organizado por esses grupos, é porque visa a atender seus interesses.
O leitor mais curioso deve estar se perguntando: mas se o próprio PT – um partido oficialmente organizado que detém o poder no Executivo, 88 deputados e 15 senadores – está envolvido na coisa, por que é que eles não a fazem pelas vias legais, apresentando no Congresso propostas de emendas à constituição? A questão é extremamente relevante. Mas vamos deixar a resposta em suspenso, pelo menos por ora.
O que se pretende com o plebiscito?
Para se responder a essa segunda questão, sugiro inicialmente ao leitor dar uma olhada na “cartilha” e no “panfleto” explicativos do plebiscito – a semelhança da primeira com um tabloidezinho de sindicato é bem óbvia, por sinal. Os mais versados em humanas também podem conferir o “livro jurídico” disponibilizado no site – basicamente, uma coleção de artigos com um blábláblá bem pouco acessível ao “povo” que a iniciativa diz representar. Quem for leigo não entenderá nada e muito menos será conscientizado de seu teor.
Para resumir, a intenção do plebiscito é legitimar a convocação de uma assembleia constituinte, ou seja, uma reunião de “representantes da população” para elaborar artigos para a constituição brasileira. Não está explícito na cartilha, no panfleto ou em qualquer dos textos do “livro jurídico” qual a forma jurídica pela qual se pretende iniciar esse processo – se por meio de uma convocação do estado (Executivo ou Congresso Nacional) ou do nada (nomeando-se uma assembleia a partir do zero ou elegendo-a com candidatos tirados da cartola, gente que será escolhida por baixo dos panos pelo PT e pelos sindicatos e movimentos sociais). Mas vários dos artigos disponibilizados no “livro” apontam que essa segunda será a solução a ser adotada – um dos texto, por exemplo, menciona tratar-se de “um poder constituinte originário, o poder de elaborar uma nova Constituição, um poder de ruptura”. Ou seja, "ruptura" do regime. Isso significa que o atual regime, a "democracia" será extinta e um novo regime será implantado. Socialismo ou comunismo? Tanto faz, socialismo e comunismo são as mesmas coisas, nada muda, o fundo ideológico é o mesmo. Há intelectuais e sociólogos comunistas que adotaram novas significações para a doutrina marxista. A "social democracia", socialismo Fabiano, liberalismo, gramcismo, socialismo ou comunismo, é tudo fruto da mesma origem, o marxismo, a ditadura do proletariado.
Atenção aos termos, “poder constituinte originário",quer dizer “o poder de se elaborar uma nova constituição”. Com a Assembleia Constituinte eleita, isso significa que a atual "Constituição" perderá seu poder constitucional e uma nova constituição será elaborada conforme sugestões e reivindicações propostas pelos integrantes destas assembleias, ou seja, pelos sindicatos, movimentos sociais, militantes, Ongs e organizações de esquerda. Todas oficializadas pelo PT e pelas esquerdas.
Com essas noções já é possível entender uma coisa: o que se pretende, na prática, não é a “reforma da constituição”, que poderia ser feita a partir dos mecanismos previstos na própria constituição atual (poder constituinte derivado). O que o plebiscito quer instituir é uma assembleia distinta do Congresso Nacional, que não seja formada pelos atuais deputados e senadores, e sim pelos grupos formados pelos sindicatos e movimentos sociais, que terão poder para dispor sobre tudo o que for relacionado à “reforma política” e reescrever essa parte da constituição brasileira a partir do zero. É uma situação de ruptura com a ordem e com o regime vigente, já que esse “poder constituinte originário” não é fundamentado na ordem jurídica atual, mas em outra coisa – a tal da “vontade popular” que teoricamente se manifestaria por meio do plebiscito. O proletariado.
Para resumir: o plebiscito serviria para que os brasileiros dissessem: “não estou contente com essas instituições políticas que estão aí, então acabem com elas e criem outras a partir do nada”. Qual o problema disso? Assunto para a próxima questão.
E se a assembleia constituinte for convocada?
Vamos dizer que o plebiscito dê certo e seja convocada uma assembleia constituinte. O que ela poderia mudar na política do país? A resposta vem do próprio conceito de “poder constituinte originário”: ela pode mudar tudo o que quiser, e isso é assim ainda que se argumente que seus poderes são específicos (isto é, que está lá só para fazer uma “reforma política”).
a constituição é uma lei que tem por objeto a organização básica do estado. Ou seja: define sua estrutura, sua forma de governo e de aquisição do poder, as atribuições dos seus órgãos, os limites do poder e os direitos básicos (fundamentais) dos indivíduos – liberdade e propriedade, por exemplo. Se é assim, não é difícil perceber que constituições diferentes equivalem, na prática, a estados diferentes. Um exemplo: a Constituição de 1824, primeira editada após a independência do Brasil, estabelecia um governo “monarchico hereditario, constitucional, e representativo” para o país (art. 3º). Sua sucessora, a Constituição de 1891, mudou esse sistema, estabelecendo que a partir de então “a nação brasileira adota como forma de Governo, sob o regime representativo, a República Federativa” (art. 1º).
Obviamente, as diferenças entre duas constituições não precisam ser assim tão disparatadas, podendo contemplar questões mais sutis do que as do exemplo. Mas a ideia é sempre a mesma: com uma nova constituição tem-se, ainda que com diferenças mínimas, um estado novo e um novo regime político.
A convocação de uma constituinte, portanto, envolve necessariamente a extinção do estado brasileiro atual e sua substituição por um novo, zero quilômetro, elaborado da forma que a assembleia bem entender. Se ela quiser acabar com o voto secreto, por exemplo, pode. Se quiser proibir o voto de determinadas pessoas, também pode. Se quiser proibir determinados partidos políticos de existirem, pode, impor restrições à livre iniciativa e à propriedade, introduzir a censura à imprensa ou transformar o Brasil em uma monarquia liderada por Tiririca I, pode. Uma assembleia constituinte não tem limites.E por que exatamente PT, CUT e movimentos sociais estariam tentando concentrar esse poder e, na prática, refundar o estado brasileiro?
Porque o plebiscito está sendo organizado?
As esquerdas representam o socialismo, representam portanto o poder totalitário, o poder do proletariado. Em nenhum lugar do mundo, o socialismo foi implantado pela vontade da maioria popular. Sempre havia um golpe de estado, uma ditadura ou ditador, uma revolta ou uma revolução de minorias para que este tipo de regime fosse implantado. Milhões de pessoas morreram no mundo por causa da obsessão de se implantar o poder do proletariado. O número de vítimas passa da casa dos 120 milhões de pessoas. É quase como exterminar 70% da população brasileira. O regime sempre foi governado de forma ditatorial, rígida e severa. As classes sociais são abolidas para a existência de apenas uma classe social igualitária, a classe trabalhadora e escrava do sistema. A engenharia social é o primeiro passo para a criação desta classe. Para isso, o estado cria Leis que subtraem bens de uma classe superior, ou seja, desapropriações, confiscos e expropriações de bens materiais. O excedente desta classe superior passa à pertencer ao Estado totalitário e portanto, ao proletariado e para ele será distribuído de alguma forma jurídica e compensatória para o Estado.
A dificuldade para as execuções deste processo é grande. Isso porque ninguém quer perder seus bens e o que conseguiu durante sua existência. Por isso muitas vezes é necessário o conflito entre o Estado e o desapropriado. Dependendo das Leis que serão promulgadas por estas assembleias, os "inconformados" poderão ser penalizados com prisão, deportação ou outro tipo de execução. Em países onde incorreram este processo, muitos foram "arrancados" à força de dentro de suas casas, seus bens foram saqueados e roubados e não muito, milhares foram mortos por resistirem ao poder do proletariado.
O plebiscito está sendo organizado para que esta classe chamada de pobre e desfavorecida socialmente tenha acesso a igualdade de direito social. Isso na teoria é muito bonito e justo, mas na prática não funciona assim. Ninguém pode ser obrigado a viver sob um regime igualitário quando todos nós somos diferentes socialmente.
Um engenheiro não pode ser medido igualmente com um pedreiro. O engenheiro estudou, investiu em si e tem conhecimento técnico. Já o pedreiro, se restringiu à mão de obra bruta, não estudou, aprendeu na autonomia e não tem nenhuma qualificação técnica. O poder do proletariado restringe o "livre arbítrio social" e impõe os direitos iguais para todos. Em países onde o regime é controlado pelo proletariado ou por um ditador socialista, esse sistema não funciona e isso é fartamente comprovado. Basta ver como são tratadas as sociedades em Cuba e Coréia do Norte. Mas a verdade deste plebiscito é outra, e por trás disto está o poder, a casta que controlará o estado e o próprio proletariado. O que está realmente por trás do "PLEBISCITO" é o poder de uma minoria.
Há mais de 70 anos que a esquerda brasileira sonha com a implementação do comunismo no Brasil. Para isso usaram de todos os mecanismos possíveis. Golpes, conspirações, movimentos sociais, subversão, terrorismo, guerrilhas armadas, crimes, atentados e assassinatos. Recebiam financiamento e armas de países como Cuba, União Soviética, China e Albânia. Muitos esquerdistas tinham Cuba e Albânia, como modelos de país e de sociedade. Era o sonho dos comunistas. Já imaginaram o Brasil como uma Albânia? Mas esse era o sonho de muitos que ainda estão vivos e no poder político do Brasil. Todas as tentativas da esquerda de implantar o comunismo socialista no país fracassaram. Foi graças ao povo e as intervenções do Estado e dos Militares que o Brasil não foi subjugado à uma escravidão social e política. usaram de toda violência, crimes e covardias para implantar um sistema totalitário e comunista no país, mas mesmo assim fracassaram. Foram esmagados pela força do Estado e pela vontade popular. Muitos que participaram desta intentona golpista contra a democracia foram perseguidos, mortos em combate, presos e exilados do país. Muitos que ainda estão vivos guardam até hoje uma grande mágoa da sociedade, mágoa esta, que foi transformada em ódio, ira e vingança. Não é á toa que esta gente que participou destes golpes contra a democracia, culpam o Estado por seus fracassos. A prova disso são as "indenizações" que exigiram e receberam do Estado, como se todos nós fossemos culpados pelas mortes e perseguições à terroristas, marginais e bandidos que aterrorizavam o país naqueles tempos.
A vingança da esquerda vem sendo planejada há muitos anos. Desde que houve a "abertura política", desde que os militares devolveram o poder aos civis. Com a anistia, muitos destes esquerdistas que lutavam por uma ditadura do proletariado no Brasil, estavam de volta a nação. Voltaram livres, impunes de seus crimes e com todos os seus direitos políticos e civis intactos. Foi este o acordo que permitiu que os velhos planos da esquerda ressurgissem dos empoeirados aparelhos comunistas. Vieram os governos civis e a esquerda ia se organizando dentro do sistema político do país. Muitos partidos foram criados e uma doutrinação planejada foi sendo imposta na sociedade. No fim do governo Sarney a esquerda já estava bem organizada, mas perdeu as eleições para um partido de centro direita, e Fernando Collor de Mello foi eleito pelo PRN, um partido pequeno e fraco, mas que tinha um nome forte de direita.
A família Collor fez política com militares durante o Regime Militar e tinha uma grande simpatia pela direita política. Collor manteve as origens políticas de sua família e portanto era uma pedra no sapato da esquerda. Collor inovou o sistema comercial no país, abriu o Brasil para a grande economia mundial, mudou a moeda e zerou a inflação. Apesar do confisco da poupança, fez uma revolução administrativa invejável e isso era um tiro no pé da esquerda, pois mostrava a eficiência da direita para impulsionar o país. O que realmente culminou com a saída de Collor do poder, foi o sistema anti corrupção adotado em seu governo. Collor batia de frente com os corruptos, negava verbas, questionava pedidos de dinheiro público e não fazia acordos com partidos. Governava com uma certa arrogância e combatia com isso, a corrupção política e o desvio de verbas. Muitas verbas e cargos políticos foram negados e isso revoltou a bandidagem esquerdista que estava no poder. Políticos na época diziam que para pedirem algum favor ao presidente, era necessário antes, conversar com Paulo César Farias, o homem forte de Collor, empresário rico que bancou e coordenou a campanha do ex-presidente naquele período. Paulo César foi morto, justiçado, pois sabia de muita coisa, de muita sujeira que envolvia a esquerda. Até hoje o crime é um mistério, assim como são mistérios as mortes de Celso Daniel, Toninho do PT e Sérgio Motta (Serjão) que morreu misteriosamente no governo FHC.
Não havia brechas no governo Collor para a corrupção e favores políticos. Foi então que as esquerdas, impedidas de participar do governo e das roubalheiras, começaram à atacar Collor de todas as maneiras possíveis. Um simples presente dado por um empresário, um Fiat Elba, foi o estopim para a cassação do cargo de Presidente da República. A esquerda traçou um plano, consolidou e financiou campanhas e manifestações contra Collor. Não foram poucas, as manifestações financiadas pela esquerda. Surgiu então o nome do desconhecido Lindberg Farias. Lindberg era uma espécie de líder da juventude "cara pintada". Lindberg foi criação dos partidos de esquerda para sensibilizar jovens e doutrinar as manifestações contra Collor. O presente recebido por Collor, um Fiat Elba, se tornou um escândalo, ganhou dimensões absurdas e foi motivo para que as esquerda se unissem e criassem o movimento pelo "impeachment" de Collor.
Todos os políticos que participaram da campanha de impeachment de Collor foram depois da saída do presidente, acusados de corrupção, de participarem de esquemas de lavagem de dinheiro, tráfico de diamantes, roubos e falcatruas. Eram todos da esquerda. Mas Collor já estava fora do poder, não havia como retroceder, e as esquerdas voltaram a respirar aliviadas com a saída de Collor. Itamar Franco era um homem de centro esquerda e uniu novamente políticos de esquerda em seu governo, manobra que Collor não havia feito durante seu curto período como presidente. Depois de Itamar Franco e seu curto período presidencial, curto, porém significativo, pois Itamar criou o "Plano Real", após exigir uma moeda forte como legado de seu governo, veio a chance das esquerdas voltarem com toda força ao poder. Na época FHC era o ministro encarregado de formar e consolidar o Plano Real. FHC deixou o governo de Itamar Franco, e se aproveitando da ideia e do sucesso do Plano Real, se candidatou ao cargo de Presidente da Republica, usando o Plano Real como propaganda de seu governo. Veio o governo de FHC, um socialista, um político de esquerda que representava um partido de esquerda, sendo portanto, um grande líder para que as reformas do processo socialista pudessem ganhar força em seu governo. Era essa, a vez das esquerdas se consolidarem definitivamente no poder.
Com FHC no poder, a esquerda traçou um plano de acabar de vez com os poderes da direita. FHC inteligentemente permitiu a "pluralidade partidária". Vários políticos da esquerda foram orientados à deixarem seus partidos e a criarem outros partidos. Desta forma, vários partidos de esquerda foram criados para se criar a ilusão de que a esquerda era maioria no país. FHC é um estrategista comunista, sociólogo, um homem preparado para dar um grande passo na socialização do país. Em seu governo aboliu matérias no ensino público como a Moral e Cívica, vestígios do legado do ensino dos militares, e inseriu o marxismo no intuito de enfraquecer a direita. Histórias do Brasil foram escondidas e retiradas do ensino público e foram recontadas pelo MEC, já "socializado" por FHC e pelo PSDB. Usaram de mentiras e farsas e criaram um mentiroso mal conservador que deu origem ao Regime Militar. A esquerda conseguiu "associar" a direita, ao Regime Militar. O Regime Militar foi conservador, mas não era de direita e muito menos de esquerda. Militar é militar. Mas a esquerda fez isso, associou o Regime Militar e a ditadura, como se os militares representassem a direita do Brasil. Um golpe inteligente de FHC e do PSDB.
Com a esquerda mais forte no poder, mesmo que de forma ilusionaria, FHC foi aos poucos inserindo uma doutrina de convencimento no meio social, o gramcismo. Esta doutrina de esquerda, permite que o comunismo seja introduzido no meio social sem a necessidade de atitudes agressivas e autoritárias. A doutrina é disseminada através da cultura, do ensino, das artes, das propagandas, das novelas, dos livros, revistas e jornais. Foi por estes meios que o PSDB inseriu o gramscismo no país. Foi recontando de forma mentirosa a história do regime militar que o PSDB consegui fortalecer às esquerdas. Indenizações foram pagas por FHC aos terroristas, bandidos e integrantes revolucionários que participavam da intentona comunista no país. Desta forma FHC, os transformou em vítimas, em mártires e em heróis do Brasil na luta por "democracia". Democracia sempre existiu no Brasil e não era preciso lutar por ela. O que eles lutavam eram por uma ditadura comunista, e só um idiota não percebe isso. Mas FHC criou milhões de idiotas e conseguiu doutrinar milhares de brasileiros.
A esquerda estava apenas no início de seus planos de consolidação. A destruição familiar, a apologia e o incentivo ao casamento gay, as cotas raciais, a criação do estatuto do menor e consequentemente a Lei de impunidade do menor, a campanha do desarmamento, a criação de projetos sociais, o aparelhamento dos movimentos sociais, o primeiro PNHD, a criação do Ministério da Defesa, abolindo e extinguindo os três ministérios das Forças Armadas que existia, os cortes nas verbas para os militares, o enfraquecimento de tropas com a diminuição dos contingentes, a liberação de drogas, indulto aos criminosos e outras tantas leis foram criadas no governo FHC do PSDB. FHC consolidou os planos da esquerda, abriu caminhos para o socialismo no país, inseriu a social democracia e subsequentemente, implantou uma nova consciência social com seu gramcismo, a lavagem cerebral, que destruiu a direita no Brasil. Foi FHC também que permitiu que Fidel Castro e Lula fundassem uma organização de extrema esquerda no Brasil. O Foro de São Paulo. FHC abriu as portas para a grande unificação das esquerdas na América Latina e sabia dos projetos do Foro de Fidel. Fidel sempre esteve por trás dos golpes planejados contra a democracia no Brasil. Desde os anos 60 que Fidel fornecia armas, agentes cubanos e dinheiro para os grupos terroristas que agiam no Brasil. Fidel treinou muitos terroristas brasileiros em guerrilha e em terrorismo urbano.FHC sabia disso e como todo bom comunista, apoiou e financiou a criação do Foro de São Paulo no Brasil.
Depois de dois mandatos, de muito gramcismo inseminado na sociedade, da abolição de Leis Penais e Civis, que abriram as portas para a crescente violência no país, de criarem brechas para o socialismo e de participarem de muita roubalheira e corrupção, o governo esquerdista de FHC chegou ao fim de seu mandato. Lula era o candidato do PT ao cargo de Presidente do Brasil, e enfrentava José Serra, um ex-terrorista dos anos 60, comunista até os dentes. Lula era um sindicalista, representava os pobres e havia caido no gosto popular. FHC, o estrategista, sabia que Serra iria perder as eleições e fez uma intensa campanha secreta pró-Lula, promovendo reuniões secretas com José Dirceu no Planalto. FHC se reunia com José Dirceu para proteger o legado de seu governo e os planos da esquerda no Brasil e fazer com que Lula não fosse temido pelos EUA e também pelos países capitalistas que tinham receio que Lula promovesse um golpe de estado. Por isso José Dirceu e FHC, juntos, agiram nos bastidores da política e foram ter reuniões secretas com George Bush na Casabranca. Foram lá para defenderem Lula e desmitificarem a possibilidade de um golpe no Brasil. FHC sabia que se Lula viesse à dar um golpe de estado no país, precipitando as posições pretendidas pelas esquerdas, todos os planos da esquerda brasileira poderiam vir abaixo. Lula também sabia disso e se conteve em seus discursos radicais.
Lula venceu e o PT estava no poder. A esquerda estava no poder. Lula foi dando sequência ao processo iniciado por FHC e pelo PSDB. Foi orientado por FHC o tempo todo e teve todo apoio do PSDB e dos partidecos de esquerda para governar. A transição de governo de FHC para Lula serviu para isso. Lula governou, e como todos da esquerda, criou esquemas de corrupção, enriqueceu, roubou, destruiu e delapidou o patrimônio público. Lula sentenciou o PNDH , a criação comunista de um projeto elaborado por FHC e votou Leis que o PSDB apenas havia criado no papel. Desta forma, Lula e o PT foram dando sequência ao projeto de "socialização" do país. Não havia oposição ao governo do PT, na verdade nunca houve de fato. Tanto o PT quanto o PSDB governaram juntos e juntos iam consolidando o projeto de consolidação do socialismo. A bandeira era o Plano Real, plano que congelou a sociedade e a fez acreditar no poder das esquerdas. Com o fim do mandato, o PT conseguiu arregimentar através de José Dirceu, um grande número de revolucionários em seu partido. Estavam lá uma grande parte dos terroristas, bandidos e assassinos que tentaram derrubar a democracia no país nos anos 60 e 70. Dilma, Rui Falcão, Tarso Genro, José Dirceu, Genoíno, Fernando Pimentel, Franklin Martins e outros. Dilma foi a escolhida para substituir Lula e ganhou as eleições em 2010. O Foro de São Paulo foi um grande aliado de FHC, de Lula e agora de Dilma Rousseff. Era do Foro que nascia as ideias golpistas que sentenciavam o país. O Brasil já estava dominado, a esquerda brasileira já havia consolidado boa parte de seus planos de socialização política e social e já estava na hora de se mudar o regime e de se estabelecer de vez o que eles tanto sonharam há mais de 70 anos, desde Luis Carlos Prestes, Carlos Lamarca, Miguel Arraes, Marighella e outros, até os dias de hoje com FHC, Lula e Dilma.
Não foi Dilma, com sua ausência de inteligência que criou o decreto 8.243. Ele já existe há muito tempo, desde o governo FHC. Tarso Genro já falava ou escrevia muito do conteúdo deste decreto em sua coluna jornalistica em um jornal do Sul. O decreto é um golpe final das esquerdas para implantar o socialismo no Brasil. Todos os partidos da esquerda sabem disso, sabem da existência deste decreto. A oposição que existe contra o decreto é falsa, não vai derruba-lo, e eles sabem disso. Sabem que decreto não precisa de aprovação dos congressistas e que basta apenas o STF para aprova-lo. Como todos sabem, o STF já está devidamente aparelhado para isto. Joaquim Barbosa já alertava sobre o golpe de estado mesmo antes de sair do STF.
Joaquim Barbosa foi ameaçado de morte. Ameaçado de morte...fato gravíssimo que a sociedade nem se importou, tal é a idiotização desse povo alienado. Se este fato houvesse ocorrido em outros tempos, todos estariam na cadeia e o povo estaria nas ruas lutando por Barbosa. Barbosa sabe o povo que tem, e não ia bancar o mártir do Brasil para defender milhões de imbecis que pouco sem importam com os destinos do país. Não seria ele o "salvador da Pátria", com riscos de morte, que iria salvar a pele da maioria dos brasileiros omissos e covardes. Joaquim saiu para não morrer e para não ser mais uma vítima destes canalhas comunistas que estão no poder.
O decreto vai ser aprovado definitivamente para que as esquerdas sejam plenamente "donas" do país. Assim que for decretado, uma grande mudança será feita no Brasil. Todos os partidos pequenos serão extintos e ficarão apenas o PSDB e o PT no poder. Não haverá congresso e o PSDB e o PT irão controlar as assembleias constituintes e farão uma nova "Constituição". O STF será abolido, Generais e militares serão condenados à morte pelos atos cívicos realizados por eles, contra o terrorismo, conforme o PNDH 3 do PT. As Forças Armadas darão lugar à uma nova ordem militar controlada pelos civis, daí o plano de desmilitarização iniciado no governo do PSDB e profundamente discutido no governo do PT. Serão os civis no poder total do país. O proletariado unido nas assembleias farão o restante, e o país se tornará uma República Socialista com os sovietes no poder. Não há como se evitar. O plano já está consolidado. Em questão de dias, o Brasil irá conhecer de perto o inferno do comunismo. E Não haverá volta! Talvez uma guerra civil. Digo talvez, porque não acredito que um povo tão omisso e idiota, mais preocupado com futebol e com Neymar, irá se voltar contra o governo. Se houver alguma voz contrária que ecoará no imenso vazio, essa poderá ser a voz dos militares. Mas as chances para tal atitude são poucas, tal é o grande domínio das instituições públicas pela esquerda. Acredito sim, que o povo irá se calar para sempre e se postará de joelhos aos seus novos mandantes, e que o Brasil será em 2015, uma República Comunista, com PT e PSDB no poder. Se preparem para o grande inferno e comecem à rezar.