quarta-feira, 31 de julho de 2013

EUA tornam público documento sobre coleta de dados telefônicos

EUA tornam público documento sobre coleta de dados telefônicosO documento de 17 páginas tornado público pela autoridade foi emitido pelo Tribunal de Vigilância de Inteligência Estrangeira em 25 de abril de 2013

Publicação: 31/07/2013 14:44 Atualização:

WASHINGTON - Devido a crescente pressão do Congresso americano após as revelações de Edward Snowden, a Direção de Inteligência Nacional (ODNI) tornou público nesta quarta-feira (31/7) o documento que exige o operador de telefonia Verizon entregue à NSA todos os dados telefônicos de seus clientes.

O documento de 17 páginas tornado público pela autoridade foi emitido pelo Tribunal de Vigilância de Inteligência Estrangeira (FISC) em 25 de abril de 2013. A ordem exigia a companhia telefônica Verizon a entregar todos os dias, a partir dessa data, o conjunto de dados (número chamado, duração das chamadas).

A decisão do FISC estabelecia que "o guardião dos dados entregará à Agência Nacional de Inteligência (NSA) (...) com uma base diária durante a duração dessa ordem uma cópia eletrônica da totalidade dos dados de chamadas".
A ordem incluía as comunicações "entre os Estados Unidos e no exterior" e "dentro dos Estados Unidos", segundo o FISC. A revelação da existência deste documento feito pelo ex-consultor da NSA Edward Snowden no início de junho provocou polêmica sobre o poder da agência de inteligência e as alegações de violação da privacidade de milhões de americanos.

O diretor de Inteligência Nacional, James Clapper, "considera que a publicação destes documentos é do interesse público" e "apropriado para aumentar a transparência", justificou o ODNI em um comunicado, no momento em que uma nova audiência deve ser agendada no Senado sobre o caso.

Clapper tinha emitido 10 dias atrás a decisão do tribunal secreto de renovar a autorização concedida à NSA para coletar as informações, a pedido da Verizon.

O programa de coleta de dados foi criado pelo Patriot Act de 2001, no âmbito da luta contra o terrorismo, mas os críticos consideram uma violação ao direito à privacidade.

O relatório do Departamento de Justiça dirigido aos chefes dos comitês de inteligência do Congresso afirma que o conteúdo das comunicações não está registrado e que a "vasta maioria desta informação nunca foi vista por ninguém".

Canibalismo e outros horrores na guerra síria

Canibalismo e outros horrores na guerra síria

31.07.2013
 
 
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Abu Sakkar é uma celebridade midiática que exemplifica o horror ao qual chegou a guerra na Síria: comer as entranhas de um soldado diante das câmeras evidencia o pensamento que guia a quem alguns fazem questão de chamar rebeldes.
O acontecimento arrepiou internautas e telespectadores: "Juro que comeremos vossos corações e fígados, soldados de Bashar" (Assad, o presidente sírio), ameaçou o homem do vídeo publicado em 12 de maio nas redes sociais, depois de partir o torso de um soldado morto e morder um de seus órgãos.
Sakkar, fundador da Brigada Farouq, grupo de fanáticos religiosos que têm cometido horrendos crimes dentro desta nação, foi reconhecido nas imagens, pois não era a primeira vez que aparecia em gravações onde exibia suas "vitórias".
Recentemente, meios de comunicação, como a britânica BBC, abriram suas câmeras a Jalid Hamad - verdadeiro nome do canibal -, a fim de que "explicasse" à opinião pública mundial o por que cometeu esta ação.
"Não queria fazer algo assim. Tive que fazer. Devemos aterrorizar o inimigo, humilhá-lo", justificou o comandante de 27 anos, baixo e fornido, com uma pele curtida pelo sol incessante e um olhar fixo perturbador, segundo descreveu o veículo de comunicação.
Não obstante, ameaçou que se os grupos opositores armados não recebessem a ajuda prometida por governos ocidentais e da região, "se não aprovarem uma zona de exclusão aérea, se não derem armas pesadas, faremos coisas muito piores. Ainda não viram nada".
Sakkar alegou que seu ato de antropofagia se deveu ao fato de que o soldado morto supostamente tinha violado mulheres e meninas, e conservava em seu telefonecelular as gravações.
No entanto, tais gravações que provariam o suposto crime do membro do Exército Árabe Sírio jamais foram divulgadas, quando os combatentes dos grupos armados oposicionistas são tão tendenciosos ao postar nas redes sociais os vídeos de suas ações, observação que passou inadvertida para o meio de imprensa.
Para um funcionário público do Ministério sírio de Informação, consultado por Prensa Latina, é uma irresponsabilidade, falta de ética e escrúpulos pôr ao serviço de um terrorista uma tribuna para que se expresse e se justifique.
É parte do absurdo midiático ocidental para tratar de justificar uma guerra que têm financiado e têm a todas luzes perdida, assegurou.
Teria que ver se a BBC convidaria aos seus estúdios qualquer hipotético canibal que tivesse exercido seus dotes nas ruas de Londres ou Birmingham, questionou.

Desde o início do conflito sírio em março de 2011, foram divulgados pela Internet muitos vídeos nos quais se mostra a violência dos grupos armados, financiados e respaldados midiaticamente por administrações ocidentais e da região.
Sobre os radicais islâmicos e mercenários pesam também acusações sobre o uso de armamento químico em reiteradas ocasiões, como ocorreu em 19 de março na localidade Khan Asal, província de Alepo, quando o lançamento de um míssil carregado com material tóxico matou 25 pessoas e deixou feridas a umas 110.
Damasco tinha advertido as Nações Unidas, em carta de 8 de novembro de 2012, sua séria preocupação pela disposição de algumas administrações de fornecer tal tipo de armamento aos extremistas, para depois esgrimir que era o Governo o que as utilizava contra civis.
Ainda que as autoridades solicitaram de imediato à Organização de Nações Unidas (ONU) o envio de uma equipe para pesquisar o fato, o tema foi manipulado por membros do Conselho de Segurança como os Estados Unidos, o Reino Unido e a França, para inculpar o governo do presidente Bashar Assad.
Em 9 de julho, a Rússia apresentou provas à ONU onde se corroboraria que foram os grupos oposicionistas armados os responsáveis pelo ato terrorista em Khan Asal.
Os resultados das provas recolhidas por nossos especialistas sobre o terreno indicam claramente que se empregou gás sarin e há razões suficientes para achar que foi a oposição armada que usou essas armas químicas, assegurou o embaixador russo, Vitaly Churkin.
A imprensa síria revelou vários incidentes sobre o uso de tão mortíferas armas no território nacional, pelos quais responsabiliza a Frente Nusra, filiada à rede terrorista Al-Qaeda.
Em 2 de maio denunciou um incidente no qual morreram ao menos cinco cidadãos em Sarakeb, província de Idleb, pela inalação de gases tóxicos armazenados em baldes ocultos na casa de Ibrahim Rahma, um suposto contrabandista de material químico.
Explicou que os combatentes de Nusra levavam máscaras antigases e obrigaram os reféns a inalar os gases, retiraram os corpos e os transladaram para território turco com o objetivo de culpar as autoridades pelo fato.
Em 30 de abril os meios de comunicação referiram que os radicais espalharam um pó branco na rua Shabur, no entrada sul da própria localidade, o que produziu asfixia, convulsões e complicações respiratórias aos cidadãos.
No início de julho, na cidade de Banias, na província de Tartous, as Forças Armadas encontraram um depósito custodiado por grupos opositores armados que continha 281 barris cheios de produtos químicos perigosos como polietilenoglicol, monoetilenglicol, monoetanolamina, dietanolamina e trietanolamina.
Ao denunciar o fato diante das Nações Unidas, o representante permanente sírio ante o organismo, Bashar Jaafari, alertou que o arsenal detectado era suficiente para destruir uma cidade ou um país inteiro.
Uma semana depois, o comando militar achou uma oficina para a fabricação e armazenamento de substâncias tóxicas em um refúgio de combatentes dos grupos oposicionistas armados localizado no bairro de Jobar, na periferia de Damasco.
Grandes quantidades de cloro permaneciam no local clandestino, enquanto outras substâncias eram de manufatura estrangeira, alguns com a inscrição: Fabricado na Arábia Saudita, mostrou o canal oficial de notícias.
Na blitz foram confiscados dezenas de obuses de morteiros vazios, os quais estavam sendo preparados para colocar no interior as letais substâncias e lançar ataques com eles, explicou.
Ainda que meios de comunicação e governos ocidentais fazem questão de chamá-los rebeldes e lutadores pela liberdade, as ações destes grupos desmentem os propósitos de ajudar à população que esgrimem como suposto argumento de sua luta contra o governo.
Não obstante, a cada vez são maiores as vozes que reconhecem a ascensão dentro da chamada oposição armada de uma facção fundamentalista liderada pela funesta Frente ao-Nusra, autora confessa dos mais letais ataques durante os mais de dois anos de conflito.
O porta-voz do Ministério de Relações Exteriores francês, Philippe Lalliot, admitiu recentemente que os grupos terroristas representam uma ameaça no contexto da evolução da situação na Síria e os países vizinhos.
Estamos preocupados pela crescente violência entre os grupos extremistas e outros grupos armados da oposição na Síria, reconheceu.
Em junho, as autoridades responsabilizaram à entidade que pretende impor um califado regido pela Sharia (Lei islâmica) pelo massacre de 60 civis, entre eles mulheres e crianças, na aldeia de Hatla, na oriental província de Deir Ezzor.
O assassinato em massa contra cidadãos inocentes deveu-se a sua negativa de cooperar com os terroristas em seus planos para derrocar ao governo.
Vários vídeos na Internet mostraram os extremistas celebrando o massacre na aldeia de fé xiita, o que pressupõe o caráter cada vez mais sectário que adquire o atual conflito armado.
Em uma das gravações difundidas, aprecia-se um grupo de homens armados gritando "Alla Akbar" (Deus é grande), enquanto o cinegrafista aproxima-se de um cadáver em um pátio e afirma: "Este é xiita, é um corpo xiita, este é o final para ele", o que revela o caráter sectário do fato.
Em junho, os militantes da Frente Nusra assassinaram em Alepo, no norte do país, o adolescente de 13 anos Mahamed Qataa, na frente dos seus pais, por supostamente ter proferido uma blasfêmia e insultado a Deus (Alá).
Inclusive uma organização opositora como o Observatório Sírio de Direitos Humanos, entidade com sede em Londres, rechaçou o fato e exigiu que os assassinos sejam levados à justiça.

Prensa Latina

Brasil lidera o turismo de saúde na América Latina

Brasil lidera o turismo de saúde na América Latina

01.08.2013
 
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Brasil, México e Colômbia lideram este turismo no continente latino americano. A cirurgia plástica brasileira, considerada uma das melhores do mundo, tem ajudado a dinamizar este segmento.
Com mais de 4.500 tratamentos cosméticos certificados, o Brasil é considerado o 6º destino mais popular e o 2º na realização de cirurgias plásticas no mundo. Em 2011 foram mais de 905 mil procedimentos e 542.090 tratamentos não cirúrgicos, segundo o terceiro Estudo Global de Procedimentos Estéticos realizado pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica (Isaps).
Estes números fazem do Brasil, juntamente com o México e a Colômbia, líderes em turismo de saúde no continente Latino Americano, disputando a liderança mundial em tratamentos médicos e estéticos para turistas com a União Europeia e a Ásia, segundo o World Travel Trends Report 2012/2013 (ITB). Houve um crescimento desse tipo de turismo, na América Latina, próximo dos 20%, de acordo com o IPK World Travel Monitor.
No Brasil, o Turismo de Saúde é já um segmento relevante nos números globais do setor, movimentando tanto o mercado interno como o mercado externo. De acordo com a Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), um dos principais propulsores do aumento do fluxo de turistas que procuram o Brasil foi a fama das cirurgias plásticas brasileiras, considerada uma das melhores do mundo.
Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBPC), os estrangeiros correspondem a 3% dos pacientes que realizam intervenções estéticas no Brasil. São Paulo lidera a lista de cidades brasileiras que executam estas intervenções. Dos 5.500 credenciados à SBPC, o Estado conta com 1.800 profissionais. Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Brasília completam o ranking brasileiro. A capital do país ainda conta com uma peculiaridade, familiares de profissionais que prestam serviço às Embaixadas sediadas no Brasil, costumam viajar a Brasília para realizar este tipo de tratamento.
Além do crescente fluxo internacional de turistas, também vale ressaltar que o Brasil oferece, dentro do turismo de saúde, outras vantagens competitivas. A Embratur faz a lista: diversidade de serviços e especialidades médicas, prestação de serviços que atendem aos padrões internacionais de qualidade, humanização no atendimento, preços competitivos e acesso facilitado a voos diários nacionais e internacionais.
Sobre o turismo no Brasil
Com agradável clima tropical, praias e florestas exuberantes, rica cultura e um fascinante estilo de vida, o Brasil é um dos países mais atrativos para se visitar hoje em dia. Sendo opção acessível para uma viagem a dois, em família ou para negócios. O Brasil será sede dos dois eventos desportivos mais importantes da década - a Copa do Mundo FIFA Brasil 2014 e Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016 - o que faz com que este seja o momento ideal para planear a primeira visita ou um regresso ao país. Visitewww.braziltour.com e junte-se à página oficial do Brasil no Facebook,www.facebook.com/VisitBrasil.
Imago - LLORENTE & CUENCA

terça-feira, 30 de julho de 2013

AGENDA PROIBIDA DO PSDB MARCA ALSTOM E SIEMENS








Mangue Seco, a praia do escritor Jorge Amado

Mangue Seco, a praia do escritor Jorge Amado

26.07.2013
 
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O Brasil tem cerca de 7,5 mil quilômetros de praias, sendo que 3,3 mil estão no nordeste do país, a região que tem as praias tropicais mais frequentadas por turistas brasileiros e estrangeiros durante o ano inteiro, pelo sol de 30º, águas mornas e tranqüilas, e infra-estrutura.
José Queiroz*
 Há várias delas conhecidas mundialmente, como Porto Seguro e Fortaleza, porém, nenhuma encantou tanto ao escritor Jorge Amado (1912/2001) - de Gabriela, Cravo e Canela, Dona Flor e Seus Dois Maridos, etc. - como Mangue Seco, onde ele se auto exilou por alguns meses durante a ditadura do presidente Getúlio Vargas - 1930 a 1945 - e onde se inspirou para escrever o romance Tieta do Agreste, publicado em 1977, que foi adaptado para a televisão em 1989, e para o cinema em 1996. Desde então o povoado vem se preparando para o turista que o procura!

Mangue Seco é a ponta de uma península que pertence ao município de Jandaíra, no extremo norte da costa do estado da Bahia, onde ele nasceu, e cuja capital, Salvador, é igualmente litorânea, bela e famosa pela obra do escritor. Nesse lugar há um parque de 34 km² de dunas entre o estuário dos rios Real e Piauitinga e o mar, enfeitado por palmeiras e outras plantas tropicais de várias espécies, que formam um conjunto de rara e exótica beleza selvagem.

Do outro lado está a cidade de Estância, em Sergipe, berço original da família Amado - avós, pais e tios - por isto o lugar é comentado em muitas obras, como Tereza Batista e Tieta do Agreste. Uma praia da cidade está aparecendo para o turismo, a Praia do Saco! Um dos primos do escritor era dono da casa em Mangue Seco onde filmaram cenas da novela, e que está conservada e ocupada por uma prima de Amado, de segundo grau, a simpática Flora, e é visitada por turistas de vários lugares.

Na península há mais de 30 km de praias intocadas para serem exploradas por banhistas e amantes da natureza! O melhor banho de mar da Bahia! Tudo isto pode ser desfrutado a pé, em quadriciclos, ou nos pitorescos buggies, os carros apropriados para andar na areia. E sem agredir o meio ambiente, pois Mangue Seco é uma APA - Área de Proteção Ambiental - e há trilhas demarcadas. Também há passeios de barco pelo estuário, para conhecer o exuberante ecossistema Manguezal, habitat de várias espécies marinhas, principalmente caranguejos. O espetáculo dos milhões deles que se vê na maré baixa, é imperdível!

Para ir a este lugar é preciso pegar um avião até Salvador, a 250 km, ou Aracaju, a 80 km, a linda capital de Sergipe, o menor estado do Brasil, e percorrer uma região tropical belíssima. Em Salvador começa uma rodovia litorânea - Estrada do Coco, Linha Verde e Airton Sena, 330 km - que termina em Aracaju, graças a Ponte Gilberto Amado - primo do escritor - recém inaugurada. No final da Linha Verde está a divisa dos dois estados, e mais alguns quilômetros adiante, o acesso à Pontal, em Sergipe, onde se pega barcos para Mangue Seco, pois ainda não há estrada direta. Em todo caso, é uma das viagens terrestres mais bonitas dos trópicos!

Do outro lado estão os experientes bugueiros em fila organizada para atender os turistas por ordem de chegada, e levá-los para um passeio inesquecível, que pode se
 
r nas dunas - o tradicional - ou ao povoado vizinho, Coqueiro, ou pela praia. Depois do passeio os buggies deixam os turistas nas barracas da praia e os pegam de volta.  Come-se divinamente bem em Mangue Seco! É impossível resistir ao camarão ao forno, com mandioca e queijo, da barraca Asa Branca, à mariscada da barraca da D. Raimunda, ao peixe carapeba da barraca da Inês, ou aos sorvetes exóticos da prima do Jorge Amado. Assim como é inesquecível a hospitalidade e o carinho de Mangue Seco pelos turistas!

Há agências em Salvador, como a Balangandan Turismo, e em Aracaju, a Nozes Tour, que oferecem o passeio, inclusive de ida e volta no mesmo dia. Também há pousadas, poucas, mas confortáveis para pernoite, fim de semana, ou alguns dias. Vá, conheça, inspire-se! Isto é Brasil!

*José Queiroz, guia de turismo, agente de viagem, especializado em Turismo Receptivo

Mordomias que os políticos gostam

Mordomias que os políticos gostam

30.07.2013 | Fonte de informações: 

Pravda.ru

 
Mordomias que os políticos gostam. 18625.jpeg

Na década de 1980, um político eleito pelo voto popular recebia um salário equivalente ao de um engenheiro, dispunha de três ou quatro assessores e recebia uma pequena ajuda de custo para pagar as contas do gabinete.

Pegar carona em aviões da FAB só em missões oficiais; mais regalia só paga pelo próprio bolso.
Assim, um integrante do Congresso Nacional custava ao erário, incluídos aí seus vencimentos, 25 mil cruzeiros, o equivalente a 33 salários mínimos ou US$ 2 mil. Já não era pouco para a época.
De lá para a cá, as mordomias só aumentaram. Hoje um parlamentar recebe, entre benefícios e salários, quase R$ 140 mil mensais, o que corresponde a 203 salários mínimos ou US$ 62 mil. A revista Isto é que circulou no fim-de-semana trata bem desse mau assunto, em texto da jornalista Josie Jerônimo.
* Em 1997, os deputados aproveitaram a brecha na lei e oficializaram a figura do secretário parlamentar. Sem vínculo com o departamento de recursos humanos da Câmara, os deputados passaram a contratar até 25 pessoas para prestar serviços ao gabinete. Para fazer as nomeações, eles contam hoje com R$ 78 mil mensais para distribuir em salários.
* Em 2001, os parlamentares ganharam orçamento próprio para administrar - a chamada verba indenizatória. O benefício começou com uma caixinha de R$ 7 mil para pagar despesas de escritório, apesar de Câmara e Senado já fornecerem o básico de infraestrutura de trabalho. O valor foi crescendo e, quando estava em R$ 15 mil, o Congresso decidiu reunir, em 2009, todos os benefícios, no chamado "cotão", que chega hoje a R$ 38 mil mensais. É a verdadeira Bolsa Parlamentar.
* O auxílio-moradia concedido hoje aos parlamentares também foi ficando mais generoso. O ato nº 15/1979, editado pela Mesa da Câmara, era taxativo: "O auxílio-moradia constitui complementação equivalente a diárias simples em hotéisclassificados três-estrelas". Considerando esse padrão, um contrato mensal num hotel três-estrelas hoje sairia, em média, por R$ 2 mil. Mas o auxílio-moradia pago hoje aos parlamentares é quase o dobro: R$ 3,8 mil.
* O subsídio é concedido àqueles que não são agraciados com apartamentos funcionais. Esses imóveis, que eram simples e austeros há 30 anos, hoje são moradias de luxo, equipados com hidromassagem e mobiliados nas principais grifes de arquitetura da capital. A Câmara investiu R$ 600 mil em cada uma das 432 unidades de 240 metros quadrados. Manter cada apartamento custa à mesma Câmara R$ 2,2 mil mensais, incluindo lavanderia para higienização de cortinas e jardinagem da área externa.
* Até a década de 80, os deputados ganhavam apenas quatro passagens, ida e volta, de março a dezembro, no decorrer do ano legislativo. Durante o período de recesso, outras duas "pernas" com destino limitado à capital de origem do parlamentar a Brasília. Atualmente, um deputado de Roraima, por exemplo, dispõe de R$ 23 mil para gastar com passagem. Um parlamentar de São Paulo, de R$ 12 mil.
* Os salários também cresceram na mesma proporção. Com a prerrogativa de definir os próprios aumentos, os parlamentares criaram índices econômicos próprios, à revelia da inflação oficial. Em 1986, por exemplo, o subsídio fixo de um deputado correspondia a 15 salários mínimos. Dez anos depois, o salário parlamentar era 26 vezes maior do que o piso pago ao trabalhador brasileiro. Mas foi uma ousada manobra, feita no ano de 2010, que ampliou ainda mais os rendimentos dos deputados e senadores. Os parlamentares se autoconcederam reajuste de 60%, equiparando os vencimentos ao teto do STF à época, e passaram a custar ao erário 39 salários mínimos.
Pressionado pela opinião pública, o Congresso foi obrigado recentemente a reduzir algumas regalias que causavam escândalo. No ano passado, os indignos 14º e 15º salários foram derrubados. Contudo, essas medidas consideradas "de austeridade" por suas excelências foram apenas uma maneira de ludibriar os eleitores. Assim que os dois subsídios acabaram, os parlamentares correram para aumentar os valores do auxílio-moradia e determinar que os ressarcimentos com despesa médica não terão limites de valores.
Em síntese, ficou tudo na mesma.
Fonte: Espaço Vital
http://www.colunaonline.com.br/coluna_ler.asp?id=7961

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Berlusconi diz que prefere ir à prisão do que fazer serviço comunitário

Berlusconi diz que prefere ir à prisão do que fazer serviço comunitário"Não me exilarei. Não aceitarei fazer serviço comunitário como um criminoso que deve ser reeducado", declarou o ex-primeiro-ministro

Publicação: 28/07/2013 10:24 Atualização: 28/07/2013 10:31

 (AFP PHOTO / GIULIO NAPOLITANO)

ROMA - Silvio Berlusconi afirmou neste domingo (28/7) em uma entrevista a um jornal italiano que, caso sua condenação por fraude fiscal seja confirmada, prefere ir para a prisão do que fazer serviço comunitário ou se beneficiar de um regime especial da justiça italiana para as pessoas idosas.
"Não me exilarei. Não aceitarei fazer serviço comunitário como um criminoso que deve ser reeducado", declarou o ex-primeiro-ministro ao jornal Libero em referência ao seu encontro com a justiça na terça-feira, quando o Tribunal de Cassação examinará o recurso de sua condenação a quatro anos de prisão e cinco de proibição para exercer um cargo público pelo caso Mediaset.

O multimilionário também afirmou que se negará a se beneficiar da possibilidade concedida às pessoas idosas de cumprir sua pena sob prisão domiciliar.

"Tenho quase 78 anos e teria direito à prisão domiciliar, mas se me declararem culpado, se assumirem esta responsabilidade, quero ir para a prisão", declarou Berlusconi ao jornal de centro-direita.

Berlusconi disse estar muito abalado com a situação. "Não durmo há um mês. Acordo à noite e olho para o teto pensando no que fizeram comigo", disse. O magnata dos meios de comunicação acusa regularmente os magistrados de esquerda de levarem adiante uma autêntica vingança contra ele.

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No entanto, é muito otimista e afirma que não podem declará-lo culpado. "(No momento dos incidentes) era presidente do Conselho. Como poderia saber sobre os contratos de direitos de televisão?", se perguntou.

Mas o Il Cavaliere, que entrou para a política em 1994, foi três vezes chefe de governo e foi eleito senador em fevereiro, não menciona nesta entrevista o risco de uma proibição de exercer um cargo público, o que poderia colocar fim a sua carreira política.

Ministra italiana negra diz que está cansada de insultos e ofensas

Ministra italiana negra diz que está cansada de insultos e ofensasNa sexta-feira, durante um comício do Partido Democrático, Cecile Kyenge foi alvo de bananas arremessadas em sua direção

Publicação: 28/07/2013 12:17 Atualização:

 (AFP PHOTO / ALBERTO PIZZOLI)

Roma – A ministra da Integração italiana, Cecile Kyenge, atingida por bananas na última sexta-feira (26/7), disse que, às vezes, se sente “cansada” dos insultos e ofensas de que tem sido alvo por ser negra, mas assegurou que os ataques não a farão desistir de sua missão.

Na sexta-feira, durante um comício do Partido Democrático, Cecile Kyenge foi alvo de bananas arremessadas em sua direção, o que provocou uma nova onda de indignação na Itália.
De origem congolesa, a primeira negra nomeada ministra na Itália, Cecile Kyenge reconheceu, em entrevista ao jornal italiano La República, sentir preocupação pelas duas filhas, de 20 e 17 anos. A ministra disse pensar também em outras minorias e nos imigrantes que, ao contrário dela, não têm garantias de segurança, e sofrem ataques em Itália.

“Não posso esconder que às vezes me sinto cansada da repetição de insultos tão graves. Não os esperava tão fortes, mas não me detenho, nem me concentro” a pensar neles, disse Cecile. “Tento olhar para frente, pensar sobre as dificuldades que temos de suportar nesses eventos e sobre as melhores respostas que os políticos e a sociedade podem dar”, acrescentou.

A ministra defende que a Itália comece “um processo de reflexão” sobre o racismo. “Em outros países europeus, como a Suécia, há ministros negros, mas não acontece com eles o que está acontecendo comigo na Itália. Não podia imaginar reações tão violentas”, lamentou.

Cecile Kyenge garante que os ataques e os insultos ocorrem também na classe política, reiterando que a Itália têm “um longo caminho a percorrer" quando se trata de avaliar a contribuição cultural que a imigração pode dar ao país.

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“As reações aos insultos, que vejo no país, acabam por unir a Itália ‘boa’ e, quem sabe, ajudar a despertar muitas consciências, que durante anos estiveram um pouco adormecidas”, avaliou.

Esse foi mais um caso de racismo que envolveu a ministra, cidadã italiana nascida na República Democrática do Congo, depois de, no início do mês, um membro do partido Liga do Norte, que é contra a imigração, ter comparado a ministra a um orangotango. Cecile reagiu ao ataque com bananas dizendo que o mesmo foi “um desperdício de comida”.

MP apura suposta conduta corporativista de corregedor do Itamaraty

MP apura suposta conduta corporativista de corregedor do ItamaratyO inquérito civil público, instaurado em 3 de junho de 2013, é baseado em denúncias publicadas no Correio em abril

Publicação: 28/07/2013 06:03 Atualização:

Palácio Itamaraty, em Brasília: nos últimos 10 anos, apenas um servidor foi desligado do MRE, apesar da sucessão de irregularidades descobertas (Carlos Vieira/CB/D.A Press - 3/1/13)
Palácio Itamaraty, em Brasília: nos últimos 10 anos, apenas um servidor foi desligado do MRE, apesar da sucessão de irregularidades descobertas


O Ministério Público Federal (MPF) investiga a conduta do corregedor do Ministério das Relações Exteriores (MRE), Heraldo Póvoas de Arruda, por suposta improbidade administrativa em relação aos procedimentos instalados na repartição sob sua responsabilidade. O inquérito civil público, instaurado em 3 de junho de 2013, é baseado em denúncias publicadas no Correio em abril. Há casos de desvio de dinheiro público, contas que não fecham, homofobia, assédio sexual, sumiço de obras de arte e até de utilização do prédio de uma embaixada para casamento de amigos.

Os resultados são quase sempre nulos. A corregedoria é apática diante dos malfeitos. O corporativismo é tão evidente que, nos últimos 10 anos pelo menos, de acordo com o Portal da Transparência, apenas um servidor acabou desligado do MRE. Há casos graves em que nem sequer o procedimento correicional é aberto.

Em ofício encaminhado ao embaixador Póvoas, o procurador da República Igor Nery Figueiredo pede que o Itamaraty informe “a quantidade de procedimentos sob sua condução, com extrato resumido de seu objetivo e fase procedimental, o organograma e a estrutura do órgão e cópia em mídia do inteiro teor dos procedimentos que apuraram os fatos mencionados nas reportagens”.

Mais de 15 países participam de Cúpula Anti-imperialista

Mais de 15 países participam de Cúpula Anti-imperialista

28.07.2013
 
Mais de 15 países participam de Cúpula Anti-imperialista. 18616.jpeg
Organizações sociais de mais de 15 países confirmaram sua participação na Cúpula Anti-imperialista de Cochabamba, adiantou nesta quinta-feira (25) o secretário executivo da Confederação Sindical Única de Trabalhadores Camponeses da Bolívia (Csutct), Damián Condori.

Anti-imperialismo

Condori manifestou sua satisfação pela certeza de que muitos países estarão presentes na reunião, prevista para ocorrer de 31 de julho a 2 de agosto em Cochabamba, mas insistiu em que gostaria da adesão de mais movimentos sociais. "Queremos venham os representantes dos movimentos sociais de todo o mundo", disse.

Ele Informou que cada uma das comissões que será presidida por um dirigente da organização social do país, que estará acompanhado por um representante estrangeiro, assim como um expositor internacional especialista no assunto tratado e um técnico.

A Cúpula Anti-imperialista e Anticapitalista, promovida por diversas organizações sociais bolivianas, agrupadas no chamado Pacto da Unidade, adianta um respaldo unânime ao presidente Evo Morales pelo bloqueio aéreo que sofreu na Europa no começo do mês. Também tem como objetivo defender a soberania e os direitos dos povos.
Há dois dias, o secretário geral da Csutc, Rodolfo Manchaca, adiantou a participação de representantes da Alternativa Bolivariana para os Povos de Nossa América (Alba).
Fonte: Presa Latina

http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=b285f0192e689b14171efa16647d7170&cod=12090

É a política, Dilma!

É a política, Dilma!

29.07.2013 | Fonte de informações: 

Pravda.ru

 
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Até as carpas que habitam o lago em frente ao Palácio do Planalto sabem que a presidenta Dilma precisa distribuir cartões vermelhos e amarelos para vários ministros. Manter um trânsfuga como Paulo Bernardo na Esplanada chega as ser uma provocação aos militantes do PT e a todos os lutadores pela democratização das comunicações no país. Já as gestões de Helena Chagas, José Eduardo Cardoso, Gleise Hoffmann e Ideli Salvati oscilam entre a incompetência e o oportunismo carreirista, entre a concepção equivocada da finalidade de suas pastas e a falta de um mínimo de habilidade política.

Por Bepe Damasco, em seu blog:

Está claro, portanto, que sem mudanças profundas na sua equipe, Dilma não vira o jogo. Mas mexer no ministério não basta. O buraco é mais embaixo. O caminho a ser seguido pela presidenta para reverter a situação atual é o caminho da política. Aí vem a pergunta : terá Dilma talento, disposição e sagacidade política para repetir o que Lula fez em 2005?


Não cabe a comparação entre um gênio da política como Lula e a presidenta Dilma. Toda a brilhante trajetória de Lula foi construída na militância, nas greves, no enfrentamento à ditadura, na fundação do PT e da CUT, nas estreitas relações com o movimento social, no contato direto com o povo. Já Dilma, pessoa de soberbas qualidades, militou na resistência à ditadura militar, foi presa e torturada, e depois optou pela gestão pública, em detrimento da vida partidária e dos embates políticos do dia a dia.

Contudo, o desafio colocado diante da presidenta depois da erosão de sua popularidade é, fundamentalmente, de natureza política. Ou repete o Lula de 2005 ou a vaca vai em definitivo para o brejo. No auge da crise do mensalão, em meados de 2005, com a aprovação ao seu governo despencando para 28% de ótimo e bom, Lula entregou as chaves do palácio e a coordenação do seu governo para a então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e avisou : " Vou enfrentar nas ruas o golpe que tramam contra mim. Só venho a Brasília nos fins de semana."

Dito e feito. Durante todo o segundo semestre daquele ano, Lula viajou pelo país, defendendo as realizações de seu governo, inaugurando obras, lançando programas e convênios com prefeitos e governadores, criticando a oposição (que decidira fazê-lo sagrar até as eleições de 2006), denunciando o golpismo dos meios de comunicação, falando pelos cotovelos e travando contato direito com a população. Ou seja, fazendo política 24 horas por dia.

O resultado não tardaria a aparecer : em dezembro, a aprovação ao seu governo já beirava os 60%, pavimentando o caminho que o levaria à reeleição no ano seguinte. Lula, evidentemente, se orientou pela constatação de que crises políticas só podem ser superadas com ação política. Para ir à luta, na arena da política, no entanto, a presidenta tem de arrumar a casa e delegar poderes. Salta aos olhos no governo Dilma a falta de um operador político qualificado e de um ministro ou ministra que desempenhe as funções de coordenação, de "Dilma da Dilma,"

Mas, para isso, a presidenta deve superar rapidamente sua excessiva centralização. É preciso delegar, confiar, transferir responsabilidades. De que adianta um time de ministros sem iniciativa e manietado ? Por outro lado, a nova postura adotada depois das manifestações de receber os movimentos sociais e os segmentos da sociedade para negociações deve ver ampliada a ponto de se transformar em rotina de governo.

Me veio à cabeça algumas sugestões de doses de "política na veia" para romper o cerco político. Implementá-las, porém, depende de coragem e disposição para o confronto, requisitos que até agora não têm sido os pontos fortes do governo Dilma Rousseff :

1 - Fim do sujeito oculto nas falas presidenciais. A presidenta tem de ser mais assertiva e direta. Exemplo : dar nome aos bois dos orgãos de imprensa que fazem terrorismo econômico com a inflação e o baixo crescimento econômico.
2 - Passar a fazer discursos diários para defender programas polêmicos do seu governo, como o Mais Médicos, denunciando a desinformação e da distorção dos fatos como atos de sabotagem contra os interesses dos mais pobres.

3 - Não há motivo para ficar na defensiva em relação à proposta do plebiscito. Defender sua iniciativa como a mais sintonizada com as ruas contribui não só para elevar o nível de politização do debate como também para pressionar o Congresso, a quem deve caber o ônus de ter rejeitado a proposta do plebiscito.
4 - Já que o governo optou mesmo pelo tiro no pé de não encaminhar um projeto de novo marco regulatório para a radiodifusão no Brasil, que, ao menos, pare de pagar para apanhar, desconcentrando suas verbas publicitárias. Resumindo, deixe de financiar o PIG e canalize recursos para a imprensa regional, popular e alternativa.

5 - Usar o máximo possível a cadeia de rádio e TV, só tomando o cuidado de não banalizar sua utilização, é claro. Em tempos de campanha obsessiva do PIG para destruir o governo, esse instrumento é essencial.
6 - Passar um pente fino na base de apoio no Congresso Nacional, repleta de oportunistas, traíras e lobistas. Períodos de crise são adequados para um freio de arrumação. O governo tem de saber com quantos conta de fato. É melhor uma base menor, mas coesa e determinada, do que a legião de fisiológicos e criadores de dificuldades de hoje.

7 - A presidenta deve ter uma agenda de viagens lotada, permanecendo em Brasília o mínimo necessário. Mas de nada adianta viajar se não discursar, se não tiver contato com o povo, se não marcar suas aparições públicas por falas fortes e incisivas, pautando a mídia.
8 -Seus ministros devem também abandonar os gabinetes de Brasília e irem à luta. Quase todas as sugestões para a presidenta são também extensivas à sua equipe. Ministros tem de informar à sociedade sobre suas prioridades, seus projetos, os prazos de execução, etc.

9 - No auge das manifestações de junho, no intervalo de uma reunião com seus ministros, Dilma disse aos repórteres que passaria a fazer muito "quebra-queixo" (conversa com a imprensa quando o entrevistado se vê cercado de gravadores e microfones ) e também convocaria entrevistas coletivas com frequência. Uma boa ideia, sem dúvida. Só que, até o momento, ficou na promessa. A propósito, por que diabos a presidenta foge das coletivas ?
10 - A postura olímpica de não rebater com a contundência necessária os ataques dos adversários pode até funcionar em tempos de paz, mas não em tempos de guerra. Se é estratégia de marqueteiro, pior ainda. O marketing político é muito bem-vindo desde que submetido à política e não ao contrário.

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