quarta-feira, 18 de novembro de 2015

O pragmatismo da praga

O pragmatismo da praga


Por Carlos Maurício Mantiqueira

O povo massacrado e indefeso diante dos bandidos no desgoverno, não reage; vinga-se.

Não é preciso ser adepto de filosofias orientais para compreender a força do pensamento coletivo.

Milhões de pessoas rogaram, rogam ou rogarão pragas a toda classe política e aos banqueiros.

Os juízes estão numa esfera superior; para eles só praga não basta.

Testemunhas displicentes do martírio de velhos, viúvos e vítimas dos abusos do estado e/ou facínoras em geral, são algozes dos que aguardam, em desepero, migalhas disfarçadas de precatórios.

Os pretórios hoje fedem mais que mictórios.

A imensa carga de energia negativa dirigida às “excelências” trar-lhes-á a justa chaga.

Aqui se faz, aqui se paga.


Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.