terça-feira, 17 de novembro de 2015

EGITO: A HERANÇA DOS DEUSES DISTANTES.

Foto de Lucio Mauro.
EGITO: A HERANÇA DOS DEUSES DISTANTES.
Terra mística, fascinante e misteriosa, até hoje a herança que nos foi legada pela espantosa civilização que habitou o Antigo Egito, a mais duradoura dentro da nossa História, causa assombro e perplexidade.
De fato, ali parece ter sido o reduto final dos antigos deuses, ou seres extraterrestres muito evoluídos, que inegavelmente estiveram presentes e atuantes desde os primórdios deste nosso pequeno planeta.
Oficialmente, o que temos a respeito dessa incrível trajetória são os relatos de antigo historiadores, tais como Heródoto e Plutarco, que em passagem por aquelas terras trouxeram um pouco de luz ao seu conhecimento, ainda que parcial, estabelecido até os dias atuais.
Deve-se, porém, ao sacerdote egípcio Maneton uma relação cronológica de soberanos, escrita em grego por volta do ano 305 A.C, até hoje aceita e que indica a História conhecida do Egito ter atravessado um período de 30 Dinastias, tendo a partir daí a sua esplendorosa e fantástica civilização declinado e perecido culturalmente em razão das invasões e domínios perpetrados pelos macedônio, gregos, romanos e finalmente pelos povos de origem muçulmana.
O próprio Maneton, que por sinal obteve essas informações nos registros preservados nos templos e santuários herméticos, revelou na sua cronologia histórica que antes de surgir a Primeira Dinastia, que teve Menés como o primeiro dos faraós, houvera o chamado Período Pré-Dinástico e anteriormente a ele um certo “governo dos reis divinos, que seriam filhos dos deuses vindos do oeste” que propiciara a elevada organização social e o desenvolvimento daquela civilização.
Esse chamado “governo dos reis divinos”, aliás, coincide com o afundamento da Atlântida, obviamente situada a oeste das terras do Nilo, ocorrido há cerca de 12 mil anos atrás.
Espantosamente, sabe-se que o território ocupado pelo Antigo Egito era povoado apenas por pastores nômades e seres esparsos, bárbaros e entregues à mais sombria das ignorâncias. Um dos maiores enigmas da História é precisamente como e além de tudo repentinamente surgiram as enormes edificações, os precisos conhecimentos de medicina, engenharia, astronomia, e também a impressionante organização social e material, além de leis e estruturas de governo muito bem elaboradas.
Um tipo de evolução que jamais ocorreria aos saltos!
A Grande Pirâmide de Gizé, ainda hoje um prodígio de conhecimento velado, não foi decididamente obra do faraó Queóps, da IV Dinastia Menfita, assim como Heródoto escreveu baseado apenas nas suas suposições. Construída indiscutivelmente por uma civilização que precedeu à egípcia, esse colossal monumento ergue-se desafiador com seus 147 metros de altura, revelando-nos a cada dia que passa mais e mais surpresas que denotam a utilização de uma fantástica tecnologia, a qual forçosamente se fez necessária para construí-la.
Por sinal uma tecnologia ainda hoje sequer disponível ou mesmo sonhada pela nossa moderna ciência!
Com efeito, esse enigmático monumento revela conhecimentos matemáticos e astronômicos por demasiadamente fantásticos para se tratar de mera coincidência, ou mesmo denotar a utilização de técnicas impossíveis de estarem disponíveis, ou ao alcance, da Quarta Dinastia, que se situou por volta do ano 3766 A.C.
Nela, mais de dois milhões e trezentos mil blocos de maciças pedras perfeitamente ajustadas, pesando cada uma delas dezenas de toneladas (a maioria delas 2,5 e as dos blocos angulares com 15 t!) e repletas de galerias internas (somente a da Câmara do Rei com 47 metros de extensão!), culminam em um monumento cujas faces são orientadas com absoluta precisão para os pontos cardeais. Aqueles que a construíram sabiam a correta distância da Terra ao Sol, uma vez que a sua altura, se multiplicada por um milhão nos fornecerá essa resposta. E estando situada sob o paralelo 30, demarca com exatidão a divisão geográfica dos continentes no globo terrestre!
Essa obra verdadeiramente monumental e sobretudo fora da sua época e do seu tempo, tem um volume total estimado em 2.592.100 metros cúbicos. Acima da citada Câmara do Rei, considerada uma obra única na história da arquitetura, acham-se nada menos que nove outras lajes de granito, formando o teto, e que pesam ao todo mais de 400 toneladas, visando a sustentar a imensa carga sobreposta!
E isso, porém, não é tudo: a área da sua base se dividida por dois e o seu perímetro dividido pelo dobro da sua altura resultam no número 3,141519, que representa “PI” até a sua quinta casa decimal. As medidas da chamada “Câmara do Rei” indicam com precisão o nosso ano solar de 365 dias, 6 horas, 9 minutos e 24 segundos! Por sua vez, os lados da sua base indicam a duração exata do ano bissexto, Essa pirâmide foi confeccionada através de uma medida-padrão, classificada como “polegada piramidal”. Se somarmos o número de polegadas piramidais componentes das diagonais da sua base, obteremos a precisa medida do ano zodiacal.
E se acaso viermos a multiplicar uma polegada piramidal por cem mil milhões, estaremos diante da correta longitude percorrida pela Terra sobre sua órbita em um período de 24 horas!
Para adensar ainda mais o mistério, não se sabe como na mais remota antigüidade aquelas pedras foram talhadas ou mesmo transportadas para quase 150 metros de altura (o que seria equivalente a um dos nossos modernos edifícios de 50 andares!).
Está provado que, para a sua construção, o globo terrestre foi telemetrado DO ALTO, obviamente através de máquinas voadoras!
Suas pedras aliás, não vieram das pedreiras de Mocatán, ou Thura, assim como diz a ciência oficial mas, sim, e disso existem fortes evidências, teriam sido provenientes da…América do Sul! Tipos de granitos jamais encontrados no Continente Africano! Como, pois, chegaram até lá é outro mistério.
A Tradição zelosamente guardada nos santuários secretos pelos altos iniciados egípcios, nos diz que a sua construção data da época em que Alpha Polaris era a nossa estrela polar, ou seja, 31.500 anos atrás, quando a antiga civilização egípcia na medida em que a conhecemos sequer existia. Diz ainda essa Tradição que o Egito foi, como já sabemos, uma colônia atlante, uma dentre tantas outras há cerca de 12 mil anos, e sempre demarcadas por dois símbolos que denotavam a afiliação àquele perdido continente: a pirâmide e a esfinge!
A esfinge, uma rara espécie de monumento que por si só suscita mistérios e evoca a imaginação, está também situada bastante próxima da Grande Pirâmide e contempla, desde milênios sem conta, o sol nascente. Ela representa a figura de um leão, dotado de cabeça humana e a sua idade é realmente tão remota que os próprios egípcios a desconheciam. Foi somente durante a XVII Dinastia que o faraó Tutmés IV a desenterrou das escaldantes areias do deserto, após ter um estranho sonho no qual uma “visão” revelou a sua existência, tendo então determinado que fosse escavada e trazida à superfície! Por sua vez, essa “visão”, segundo as crônicas da época, revelou ainda ao faraó que o monumento fora obra dos “distantes antepassados”. De fato, essa bizarra ocorrência está registrada em uma grande estela comemorativa, mandada erigir pelo soberano, e ainda hoje visível por entre as patas da esfinge.
Essa mesma antiga Tradição nos dá conta que os sábios da perdida civilização atlante, ao perceberem o iminente cataclismo que viria a destruí-la, deixaram para a posteridade CÁPSULAS DO TEMPO, ou seja, locais secretos onde no futuro aqueles que a localizassem poderiam encontrar amostras da fantástica tecnologia que era pela sua perdida civilização largamente utilizada, bem como registros históricos e importantes mensagens para o futuro – isso somente quando os tempos estiverem propícios!
Três dessas “cápsulas do tempo” teriam sido deixadas por aqueles sábios. A primeira no Egito; a segunda no Tibet e a terceira na América do Sul, todas demarcadas por um outro símbolo que além da pirâmide fazia parte integrante da sua civilização : a esfinge!
Efetivamente, no Egito a Esfinge demarca alguma coisa e não é absolutamente um elemento decorativo. Já foram mapeados e todavia ainda não explorados, certos túneis subterrâneos que dela partem, bem como os chamados “Túmulos de Campbell”, perfeitamente visíveis do ar e que possivelmente são imensas galerias de ventilação, situadas em grande profundidade e na parte anterior do monumento.
Acredita-se que o elevado simbolismo transmitido pela Esfinge seja a transformação do homem do animal para a razão, da brutalidade ao espírito, uma vez que o corpo da fera culmina na cabeça de um ser racional e pensante, contemplando com expectativa o horizonte, de onde vem a luz que o sustenta, numa clara alusão à necessidade imperiosa de Deus!
O certo é que no Antigo Egito oficiou uma Grande Escola de Mistérios, mãe de todas as outras. Suas cerimônias de iniciação, de acordo com antigos registros, incluíam peregrinações por sob os túneis secretos da Esfinge que os interligavam às câmaras Grande Pirâmide. Recentemente, aliás, através de sofisticados e moderníssimos equipamentos de rastreio (tais como a gavimetria, radares, sonares e a magnometria), os cientistas descobriram que além das tradicionais câmaras já conhecidas e atualmente pontos de atração turística, existem nada menos que quatro outras totalmente desconhecidas e inexploradas, repousando intocadas desde a remota construção dessa colossal pirâmide!
Os cientistas franceses Gilles Dormian e Jean-Patrice Goidin, autores dessa sensacional descoberta, constataram ainda, precisamente em 1991, que cerca de 20 por cento da gigantesca estrutura da pirâmide estão elaborados em misteriosa cavidades, repletas de um tipo de areia que, além de ser ultra-filtrada, é enriquecida com diversos tipos de minerais INEXISTENTES NA TERRA!
Para aumentar ainda mais o espanto, constatou-se que junto à Grande Pirâmide, supostamente atribuída a Queóps, existem mais duas denominadas Quéfren e Miquerinos, construídas posteriormente, e que vistas do alto, estão posicionadas exatamente em alinhamento idêntico às estrelas da Constelação de Órion! Coincidência? Decididamente NÃO!
Contudo, em se tratando dos enigmas apresentados pelo Antigo Egito, isso é apenas o princípio! Um outro espantoso mistério diz respeito à escrita hieroglífica, uma incrivelmente bem elaborada forma de comunicação visual e também, por sua vez, secreta. Efetivamente, sabe-se que os hieróglifos tinham um triplo sentido: o terceiro deles, mensagens cifradas tais como os nossos caracteres ASCII dos programas de computador, somente os altos iniciados sabiam interpretar! Um tipo de escrita certamente nãoterrestre, pois sabe-se que em alguns destroços de OVNI acidentados (Caso Roswell, por exemplo, ocorrido em 1947) foram encontrados estranhos símbolos gravados em pranchas, incrivelmente semelhantes a eles!
As múmias egípcias das antigas Dinastia tinham um tipo sangüíneo extremamente raro na Terra, precisamente, como constatou o dr. R.D. Conolly, variantes da classificação A2 do subgrupo MN. Desde as mais remotas eras, quando o Egito se encontrava, digamos, em estado “puro” sem sofrer as intervenções bárbaras e as invasões dos seus domínios, existia uma linhagem de soberanos que somente se perpetuava dentro da sua própria espécie, com uniões matrimoniais e sucessões sempre dentro da mesma extirpe. De acordo com os exames procedidos em algumas múmias, essas criaturas apresentavam tipos físicos extremamente diferentes dos egípcios tradicionais: cabeças exageradamente grandes (disfarçadas com os vistosos toucados usados pelos soberanos, que aliás serviam mesmo para esconder esse fato das massas!), corpos desproporcionais, peles claras, até cabelos louros e assim por diante.
Em síntese, o país era governado por uma raça estranha, sempre preservada pelos altos iniciados e sacerdotes dos antigos templos, sem que o povo sequer desconfiasse disso!
Além dos prodígios arquitetônicos, já nos períodos prédinásticos os egípcios sabiam a exata divisão do ano. Foram, além de tudo, experts em Matemática, Física e Astronomia pois conheciam as estrelas fixas, as constelações e alguns planetas.
Cadeiras, mesas, espelhos, cosméticos, lâminas de barbear, fechaduras, esgotos sanitários outras coisas que hoje utilizamos foram artigos Made in Egypt! Aliás, a invenção do vidro jamais pode ser atribuída aos fenícios. Estes copiaram essa tecnologia, muito tempo depois, precisamente daquele país!
A Medicina era prodigiosa. Existia uma escola secreta, no interior dos templos, conhecida como A Casa da Vida, que preparava os profissionais desse ramo, desde crianças. Essa arte, dedicada aos deuses era verdadeiramente encarada como uma missão sacerdotal e nobre. No Antigo Egito os médicos divididos em várias especialidades, como também os hábeis cirurgiões, eram proibidos de clinicar particularmente, tendo os seus proventos garantidos pelo estado.
Múmias muito antigas fariam babar de inveja os nossos mais hábeis cirurgiões e dentistas: várias delas apresentavam provas evidentes de complexas intervenções cirúrgicas, tais como trepanações, transplantes de órgãos (isso mesmo!), próteses incrivelmente perfeitas e suturas altamente complexas.
Aliás, eles se utilizavam de antibióticos naturais, inventaram a anestesia através do ópio, o esparadrapo, as técnicas de suturas e até mesmo a vacinação, bem como instrumentos cirúrgicos ainda hoje utilizados pelos profissionais do Terceiro Milênio. O Papiro Edwin Smith, por exemplo, descreve nada menos que 48 casos de cirurgias ortopédicas, desde as lesões cranianas até as fraturas de coluna vertebral. Já o Papiro Ebers trata das técnicas de cirurgia óssea e diversas patologias internas!
A química altamente complexa era, por seu turno, largamente praticada – notadamente na ourivesaria. Além disso, outro grande mistério é representado pela composição das tintas que foram usadas nos belíssimos murais que até hoje desafiam o tempo e ornamentam certas tumbas. Estão vívidos e brilhantes, como há milênios desde que foram produzidos pelos hábeis artistas.
Comprovadamente, entraram na sua composição certos elementos extremamente raros, alguns desconhecidos, tais como um certo verde-esmeralda, somente produzidos nos dias de hoje através de raras experiências de laboratórios, que envolvem inclusive a utilização de altos fornos, cujas temperaturas devam ultrapassar os 3000 graus!
Na mumificação temos o exemplo mais expressivo. Certos compostos químicos desconhecidos (bem como algumas energias estranhas e denominadas “raios verdes negativos”!) eram utilizados para fins de preservação dos corpos, alguns deles tão eficazes a ponto de permitir que os homens modernos contemplassem face a face os rostos quase que perfeitos dos antigos soberanos! Por outro lado, suspeita-se que os egípcios conheciam e empregavam a energia nuclear! Elementos radiativos foram encontrados em certas tumbas e até mesmo uma desconhecida forma de eletricidade era utilizada. Não se sabe como os antigos artífices trabalhavam nos interiores das tumbas e templos, alguns deles escavados (desconhece-se através de que técnicas) profundamente na rocha bruta, pintando delicados afrescos e verdadeiros tratados hieroglíficos nas paredes. Dizem os tradicionalistas da Arqueologia que eram utilizadas tochas ou jogos de espelhos que traziam a luz solar até os seus interiores. Mas isso não corresponde à verdade. Nunca se encontrou qualquer vestígio de fuligem nos tetos das tumbas, pelo contrário tudo sempre esteve imaculadamente limpo e absolutamente hermético e os próprios tetos, muitas vezes em forma de abóbada, estampavam maravilhosos trabalhos artísticos.
A resposta parece ser uma forma de tecnologia que foi secretamente utilizada e está retratada num sutilíssimo mural ainda hoje visível nas ruínas do templo dedicado à deusa Hator, em Denderah: escravos, ou trabalhadores, em plena atividade, sustentam dois enormes bulbos, ligados por cabos trançados a uma espécie de gerador, ou bateria, incrivelmente semelhante a lâmpadas! No interior transparente dessas lâmpadas, uma serpente faz o papel dos nosso modernos filamentos!
Também se pergunta como imensos obeliscos foram talhados e transportados para os mais diversos lugares e as cidades mais distantes. Colossos arquitetônicos, tais como templos e monumentos comemorativos, até hoje causam assombro pelas suas dimensões.
A religião, primeiramente monoteísta e espiritualista e logo depois essencialmente politeísta, tornando-se pervertida com o decorrer do tempo e dos interesses sacerdotais e militares, era representada por um múltiplo panteão de deuses muito complexos, que na verdade eram primorosas alegorias, ou metáforas, para velar às massas princípios cósmicos muito avançados para a compreensão da época. Todos os deuses daquele panteão, se identificados pela sua intrínseca essência, estavam inteiramente associados a verdades históricas, universais, bem como, de uma certa forma, ao culto às forças mais sutis da natureza que ainda hoje estariam muito à frente do nosso próprio tempo.
Isso sem contar o perfeito domínio das artes, sempre regidas pelo caráter mágico da religião, que atingiram o seu apogeu até o final da XVIII Dinastia, encerrada com o assassinato do faraó menino Tutankamon. A partir daí, começa o declínio material, moral e espiritual daquela civilização, propiciado através das invasões externas que chegaram a colocar governantes estrangeiros no trono.
Isso parece ter sido o fim da hegemonia mantida pela tal raça, digamos, “diferente” que conduziu o país por durante milênios dentro da mais avançadas expressões não somente tecnológicas, espirituais e morais como, notadamente, as sociais e culturais que transformaram radicalmente os rumos históricos daquele país.
Todavia, existe uma outra coisa que a partir de um certo ponto irá nos interessar, uma outra espécie de magia, que deverá encarada com bastante atenção, pois representa um conhecimento transcendental e além de tudo relativo a um notável tipo de ciência.