sábado, 17 de março de 2018
VEJA O LUGAR QUE OS COMUNAS DEIXARAM A EDUCAÇÃO E A MORAL DO BRASIL
sexta-feira, 26 de janeiro de 2018
“Os erros de Luís!
“Os erros de Luís!
Você errou, Luís...
Errou na mão, errou na dose, errou no tempo, errou na história...
Contra todo e qualquer argumento, Luís, você teve a oportunidade histórica de fazer diferente...
Mas escolheu fazer igual, escolheu piorar o que sempre criticou...
Esqueceu suas raízes, suas origens humildes e se aliou aos poderosos de plantão...
Esqueceu os seus amigos antigos e olhando apenas pra o próprio umbigo, Luís, abraçou a traição...
Você errou Luís...
Errou feio...
Errou no mensalão, errou no petrolão, errou ao escolher e defender Dilma e ao andar na contra-mão...
Errou ao deixar seu filho ser o "fenômeno" executivo de plantão...
Errou ao deixar o poder e a glória lhe subir a cabeça...
Errou mais ainda ao deixar que o dinheiro e a fama congelassem seu coração...
Errou em Santo André, no São Francisco, no Rio de Janeiro, em Atibaia, em Guarujá, em todo o país...
Errou na presunção de não ter ninguém à altura de sua luz...
Errou quando se equiparou em honestidade a Jesus...
Errou de forma trôpega e infeliz...
Você errou muito Luís...
Errou quando transferiu a culpa pra gente que não podia mais se defender...
Celso Daniel, Marisa Letícia, acusados depois de morrer...
Errou quando disse que nada sabia, quando cinicamente mentia, insistia em não se envolver...
Errou quando foi incapaz de reconhecer um erro sequer, seu ou de seu partido...
Dos genuínos dólares na cueca às reformas e imóveis dos quais "nunca tinha ouvido"...
Como você errou Luís...
Errou ao perder um dedo, ao fazer segredo de sua voraz ambição!
Errou ao se achar "o cara", errou na auto-vitimização!
Errou ao elogiar Chaves, Evo, Maduro, errou na manipulação...
Errou com os companheiros Dirceu, Palocci, Delcídio, Vaccari, Vargas, deixando todo mundo na mão...
E na prisão!
É Luís...
De tanto que errou, você tanto fez, que agora é a bola da vez...
Na marola do mar de lama em que se transformou o seu tempo no poder, não tinha mais como se esconder...
E embora o fanatismo de uns, o ego de outros e o interesse de tantos ainda tentem lhe absolver, mais do que uma pena, você é digno de pena, Luís...
Todos que lhe conhecem sabem muito bem que seu maior crime foi um assassinato!
Foi você, Luís, e só você que matou o Lula...
E ao matar o Lula você aniquilou a mais bonita militância política que um partido já teve neste país...
Uma militância legítima, espontânea, verdadeira...
Não a que você conseguiu transformar em gente paga, com pão e mortadela...
Você errou Luís...
E já passou da hora de pagar as contas por seus erros...
Quem sabe, em sua arogância insana, você até se sinta feliz...
Afinal você vai em cana! E cana é tudo o que você sempre quis!”
Autor desconhecido
sexta-feira, 12 de janeiro de 2018
Compensação China-rublo e o sistema EUA-dólar
Compensação China-rublo e o sistema EUA-dólar

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O anúncio oficial, postado no website do Sistema de Comércio e Câmbio da China [ing. China Foreign Exchange Trade System (CFETS)] acrescenta uma nota, tremendamente significativa, segundo a qual aCFETS planeja introduzir sistemas PVPs para transações de yuan com outras moedas cujas bases são países incluídos na Iniciativa Cinturão e Estrada.
Assim se confirma o que discuti em artigo que postei em abril de 2016, a saber, que o grande projeto por trás da Iniciativa Cinturão e Estrada (ICE) tem um componente essencial de moeda com lastro ouro que pode mudar o equilíbrio global de poder a favor das nações da Eurásia, da Rússia e das nações da União Econômica Eurasiana, até a China e por toda a Ásia.
Antes chamada Nova Rota Econômica da Seda, a ICE é hoje uma vasta rede de ferrovias de alta velocidade que está em construção cruzando em todas as direções os países da Eurásia, incluindo Ásia Central, Mongólia, Paquistão, Cazaquistão e, claro, a Federação Russa e estendendo-se ao Irã, potencialmente também à Turquia e África Oriental. No total até agora 67 países já participam ou solicitaram a integração ao ambicioso projeto cujo custo total pode chegar a trilhões de dólares e transformará o comércio global. O [banco] HSBC estima que o projeto ICE de infraestrutura, que hoje reúne países que geram quase 1/3 do PIB mundial, chegará a gerar mais $2,5 de trilhões de novo comércio anual. Não é pequena mudança, nem mudança só nos detalhes: é mudança de primeira ordem, das que viram o jogo.
Construir um dólar moeda de reserva
Sou homem de rala paciência, e apresentações acadêmicas da teoria da moeda e da teoria da moeda de reserva tendem a me parecer tediosas. Mas esse movimento de compensação direta de moedas que China e Rússia estão ativando é dos movimentos mais dinâmicos de virada no jogo tradicional, desde que o Tesouro e os bancos de surgiram com o sistema do EUA-dólar em Bretton Woods em 1944.
Não se trata de reduzir riscos monetários no comércio entre Rússia e China. O comércio entre eles nas respectivas moedas, deixando o dólar à margem, já é significativo, desde que os EUA sancionaram a Rússia em 2014 - movimento muito tolo do Tesouro do governo Obama. Trata-se agora de criar vastas zonas de moedas de reserva alternativas ou zonas independentes do dólar.
O "século Norte-americano" que o editor de Time-Life Henry Luce proclamou em 1941 nasceu no fim da guerra. Em 1945, quando parou de chover bombas sobre a Europa e o Japão, o presidente Harry Truman deixou claro para a Inglaterra que não haveria espaço para o Império Britânico como concorrente, ao cancelar os créditos que EUA ainda distribuíam e exigindo que a Grã-Bretanha, falida, pagasse a Washington suas dívidas de guerra, além de exigir redução dramática no comércio mundial feito em libras esterlinas, que então ainda correspondia a cerca de 50% do total do comércio mundial. Os britânicos depositaram em sua Commonwealth em sua zona preferencial de comércio em libras todas as esperanças de reconstruir o Império Britânico.
Para Washington e Wall Street, depois de 1945 só houve espaço para uma potência monetária dominante, os EUA. A Grã-Bretanha foi forçada a engolir seu enorme orgulho arrogante e voltar-se para o Fundo Monetário Internacional recém-criado e para, passo a passo, desmantelar as colônias do Império Britânico, a começar pela Índia, por razões financeiras. Isso abriu a porta para a hegemonia do dólar sobre a economia mundial externa aos países comunistas. Desde 1945, o poder dos EUA como superpotência global dependeu de dois pilares - a mais poderosa força militar; e o dólar como moeda mundial de reserva não discutível, para permitir que Washington controlasse a economia mundial.
Em 1944, o Federal Reserve incorporou cerca de 70% do ouro-moeda mundial como parte de suas reservas. Todas as demais moedas eram ancoradas ao dólar. Só o dólar era ancorado ao ouro. Um mundo de pós-guerra faminto de dólares nos 1950s desperadamente precisava de dólares para financiar a reconstrução. O dólar começou sua ascensão como moeda que os bancos centrais acolhiam como moeda de reserva ou moeda-âncora, ajudados pelo fato de os países da Organização dos Países Exportadores de Petróleo, OPEP, terem aceitado vender o próprio petróleo exclusivamente em dólares. A maior parte do financiamento do comércio mundial era feito em dólares.
Nixon e a Grande Inflação do dólar
Nos termos de Bretton Woods, o Federal Reserve dos EUA garantiram que outros países que tivessem reservas em dólares poderiam trocá-las por ouro a qualquer momento. Ao final dos anos 1960 essa situação começou a vir abaixo, quando a França e outros países exigiriam ouro em troca do que lhes pareciam ser EUA-dólares inflacionados. A indústria dos EUA enferrujava pela falta de novos investimentos, e os déficits do Fed-EUA cresciam sem parar por causa da Guerra do Vietnã. Outras nações já começavam a também não aceitar que "o dólar vale como ouro". Exigiram o ouro real, não algo que valeria 'como ouro'.
Depois do "Choque Nixon", quando o presidente Nixon pôs fim ao Acordo de Bretton Woods em agosto de 1971 para deixar flutuar o dólar, livre de qualquer equivalência em ouro, o mundo não teve escolha se não aceitar o dólar-papel inflacionado, inflação que explodiu com o choque do preço do petróleo de 1973 cerebrado pelo secretário de Estado Henry Kissinger e a facção Rockefeller da política dos EUA. A suspensão da conversibilidade ouro-dólar foi reação de Washington ao fato de que os bancos centrais de França, Alemanha e outros países da OECD estarem exigindo mais e mais ouro do Fed, pelos dólares-papel que tinham em poder delas, e as reservas dos EUA em ouro estavam ameaçadas de ser esvaziadas.
Aqui começam as raízes da mais extraordinária grande inflação global de toda a história. Começando nos déficits de orçamento dos EUA durante a Guerra do Vietnã nos anos 1970s e no aumento de 400% nos preços do petróleo em 1974, preço que o Tesouro dos EUA, em negócio secreto com a Arábia Saudita nos anos 1974-75 garantira que seria pago em dólares pelo resto do mundo, a oferta mundial de dólares cresceu astronomicamente. Os dólares em circulação global, já não conversíveis em ouro, cresceram 2.000% entre 1971 e 2015. Em lugar algum a produção de bens cresceu sequer perto de 2.000%.
O fato de o dólar ainda ser a mais significativa moeda de reserva dos bancos centrais estrangeiros, ainda 64% de todas as reservas mundiais hoje, com o euro em 20%, concorrente mais próximo, dá ao governo dos EUA uma vantagem extraordinária.
Desde 1971, os EUA administraram déficits no orçamento em 41 dos últimos 45 anos, exceção feita aos quatro anos nos anos 1990, quando a geração Baby Boom alcançou o pico de renda e de pagamento ao Fundo de Segurança Social. O Tesouro de Clinton manipulou a contabilidade de modo a apresentar esse efeito único como imposto de renda geral do Tesouro, o que é fraude. Um ano sim, outro não, desde 2001 o orçamento dos EUA volta a apresentar déficits monstro, superior a $1,4 trilhão só em 2009, e de $1,400 bilhão durante a crise financeira que começou em 2008. Em 2000, antes da separação dólar/ouro, o déficit dos EUA era de $3 bilhões.
Com muita razão, outros países veem isso como enorme desvantagem. Seus investimentos em bônus do Tesouro em EUA-dólares para reservas dos respectivos bancos centrais vão-se tornando papel sem valor. Porque são mais ou menos obrigados a investir os dólares do superávit obtido das exportações nos seguros papéis do Tesouro dos EUA ou em EUA-securities similares, o influxo anual dos dólares do banco central da China - os dólares do superávit comercial japonês, ou dólares russos antes de 2014, ou Alemanha e outros países que têm superávit comercial - permitem que o Tesouro dos EUA mantenha as taxas de juro anormalmente baixas. E isso permite que Washington financie aqueles déficits sem maior estresse. Esse ano, o déficit dos EUA alcançou impressionantes $585 bilhões.
Implica que, nos últimos anos, China e Rússia financiam o orçamento militar dos EUA comprando ações e papéis dos EUA que permitem que o Tesouro financie aquele déficit sem ter de subir as taxas de juros. A ironia cínica é que o orçamento militar dos EUA financiado pela necessidade que Rússia e China têm de manter reservas em dólar contra possíveis guerras de moeda que Washington faça contra elas, como foi feito contra a Rússia depois de 2014, tem o objetivo de controlar Rússia e China e, no fim, de destruir aquelas duas economias.
Se a lei que Trump planeja de cortes de impostos virar realmente lei, os déficits dos EUA alcançarão a Lua. Esse é o quadro que se tem de compreender para compreender melhor o que China e Rússia e países aliados estão preparando com o objetivo de reduzir a vulnerabilidade respectiva a algo que viaja em trajetória balística rumo à bancarrota do sistema dólar de reserva global. Se China, Rússia e outros países aliados da Eurásia, mais especialmente os países da Organização de Cooperação de Xangai e membros à espera de serem efetivados, como Irã e Turquia, voltarem-se para arranjos bilaterais como China e Rússia para as compensações comerciais, deixando de fora o EUA-dólar, o dominó do dólar como moeda de reserva mundial cairá, e outras moedas o substituirão. A principal candidata é o yuan chinês. O rublo também.
Status de reserva do yuan
O mais recente movimento na direção de compensação direta de comércio bilateral entre China e Rússia com outros países ao longo da nova Rota da Seda sem inserida no sistema é uma pedra das mais fundamentais na criação de alternativa viável para o EUA-dólar como moeda de reserva de ancoramento.
Há uma década, tal ideia seria descartada como ridícula pelos economistas ocidentais. Diziam que ainda faltavam décadas para que o mundo aceitasse o yuan como moeda de reserva. O yuan não era conversível.
Em 2016, a China foi admitida pelo Fundo Monetário Internacional como uma das cinco principais moedas, numa cesta de moedas entre as quais o FMI calcular seus Special Drawing Rights. Aquele movimento deu importante impulso na direção de o yuan ser aceito internacionalmente.
Antes de 2004, o yuan não circulava fora da China. Desde então, as autoridades monetárias chinesas preparam cuidadosamente uma base para a internacionalização do yuan. Segundo a Sociedade para Telecomunicação Financeira Interbancária Mundial [ing. Society for Worldwide Interbank Financial Telecommunication (SWIFT)], a internacionalização da moeda chinesa está acontecendo em três fases - primeiro, na finança comercial; depois, para investimento; e depois, como moeda de reserva.
Agora, aquele "longo prazo" já parece extraordinariamente curto prazo, com a China já superando todas as expectativas de economistas convencionais, com a internacionalização de seu yuan. A possibilidade próxima de o yuan tornar-se moeda âncora global, ou moeda de reserva, ultrapassando a parte do euro nos próximos poucos anos é o que está alarmando - para dizer o mínimo! - o Federal Reserve e os bancos de Wall Street.
Em relatório de 2016, o banco HSBC noticiou que, desde 2012 o yuan RMB tornara-se a 5ª moeda mais amplamente usada como moeda para pagamento.
Há dois anos, em outubro de 2015, a China deu início ao Sistema de Pagamentos Internacionais da China [ing. China International Payments System (CIPS)]. No acordo de cooperação que o país assinou com o sistema dominante SWIFT, há uma opção potencial, para o caso de os EUA imporem sanções à China, de que o sistema chinês independentemente do SWIFT. Em 2012, a pressão que Washington fez sobre o sistema privado SWIFT, com sede na Bélgica, de compensação internacional e pelo qual praticamente todas as transações internacionais entre instituições bancárias passam, para que bloqueasse a compensação internacional de todos os bancos iranianos, congelou no exterior $100 bilhões em fundos iranianos e limitou a capacidade do país para exportar petróleo. Pequim e Moscou não deixaram de ver o que ali se passava, especialmente quando um daqueles doidos no Congresso dos EUA exigiu que o sistemaSWIFT excluísse os bancos russos, depois de 2014.
Em março desse ano, Elvira Nabiullina, presidente do banco central da Rússia, fez saber que "Concluímos o trabalho para nosso próprio sistema de pagamentos, e se alguma coisa acontecer, todas as transações no formato SWIFT serão operadas dentro do nosso país. Criamos uma alternativa."
Criar a nova arquitetura monetária
As demandas financeiras da vasta Iniciativa Cinturão e Estrada, ICE, alcançam os trilhões de dólares. Só na Ásia, o Banco de Desenvolvimento Asiático estima que são necessários investimentos de $8 trilhões ao longo dos próximos anos, para empurrar aquelas economias para patamar de crescimento eficiente. A criação, por Pequim, ano passado, do Banco Asiático para Infraestrutura e Investimento, BAII (ing. Asian Infrastructure Investment Bank, AIIB) foi grande passo na direção de assegurar financiamento internacional para o projeto Iniciativa Cinturão e Estrada, ICE.
Em abril de 2016, a China anunciou sua decisão de estabelecer a Bolsa de Ouro de Xangai [ing. Shanghai Gold Exchange], subordinada ao Banco do Povo da China, como grande centro internacional para estabelecer o preço do ouro e o câmbio do ouro em yuan, com compensação em ouro físico entre bancos bullions[2], refinadores, produtores e casas comerciais. Acrescenta-se a isso a decisão, da China, de lançar um preço diário fixo para o ouro denominado em yuan, o qual, na prática, acabará por deslocar o 'ouro fixo' dominante de Londres, sistema que há anos vem sendo acusado de manipular os preços mundiais do ouro.
Ao anunciar sua Iniciativa Cinturão e Estrada, o governo da China, num comentário pouco repercutido na mídia-empresa, lembrou que as rotas de seus projetos para ferrovias de alta velocidade pelos países da Eurásia farão a conexão entre (i) países da Eurásia hoje ainda remotos e inacessíveis, muitos quais são conhecidos pelas jazidas ainda não exploradas de ouro, e (ii) os mercados mundiais -, tudo assim previsto na Iniciativa Cinturão e Estrada, ICE.
O que China e Rússia estão fazendo nada tem a ver com atacar o EUA-dólar para destruí-lo. É altamente improvável que essa destruição beneficiasse alguém. Trata-se, isso sim, de criar moeda de reserva independente e alternativa para outras nações, que já começam ativamente a cuidar de autoproteger contra os ataques financeiros lançados contra o resto do planeta pelo Tesouro dos EUA e pelos bancos e fundos hedge ["fundos abutres", como disse a então presidenta Cristina Kirscher da Argentina (NTs)] de Wall Street.
Trata-se de construir um elemento crucial da soberania nacional, porque o sistema EUA-dólar está sendo usado já quase rotineiramente para devorar a soberania econômica do resto do mundo. Como Henry Kissinger teria dito nos anos 1970s, "Se você controla o dinheiro, você controla o mundo todo".
Agora, o anúncio que governo chinês está fazendo, de que seu sistema de compensações Pagamento vsPagamento será estendido a outros países da Iniciativa Cinturão e Estrada, ICE, acrescenta mais um tijolo na cuidadosa construção desse sistema monetário alternativo, uma alternativa com lastro em ouro, independente do explosivo sistema do EUA-dólar, que pode 'vacinar' as nações da Eurásia, tornando-as resistentes a ataques de guerra financeira que partam de Washington e da União Europeia, em anos vindouros.
Eis o que hoje mantém Washington em sobressalto perpétuo. A cada dia que passa, menos opções lhe restam. Ataques militares, ataques financeiros, ciberguerra, revoluções coloridas - todos esses recursos são cada dia mais impotentes, manipulados por país que deixa que a própria base industrial e de capital humano ser completamente destruída, para atender interesses de uma oligarquia financeira.
Bem assim acabou o Império Romano no século 4º, e também o Império Britânico entre 1914 e 1945, e bem assim acabaram todos os impérios da história que investiram tudo na servidão da dívida.*****
Timothy Bancroft-Hinchey
quarta-feira, 15 de novembro de 2017
Intervencionista Raimundo Rosa
ISLÂMICOS EM SUA MISSÃO DE ISLAMIZAR O MUNDO TODO, SEGUNDO OS "PACÍFICOS" E "TOLERANTES" MANDAMENTOS DE SEU PROFETA. À PROPÓSITO: TODA VEZ QUE UMA MESQUITA É ABERTA NO BRASIL, A SOBERANIA NACIONAL É, SERIAMENTE, AMEÇADA, POIS, PARA OS MUÇULMANOS A LEI A SER OBEDECIDA É A SHARIA E NAO MAIS AS LEIS BRASILEIRAS. E MATAR CRISTÃO, JUDEUS E TODOS NAO-MUÇULMANOS, ONDE OS ENCONTRAR É O MANDAMENTO (LEI), DO PROFETA MAOMÉ, QUE MAIS EVIDENCIA O QUANTO OS MUÇULMANOS SÃO "TOLERANTES" NO QUESITO "FÉ" (ALCORÃO 9: 111). SÓ QUEM NÃO CONHECE A HISTÓRIA DO ISLÃ, PARA DIZER QUE OS MUÇULMANOS SÃO PACÍFICOS. É SÓ IR EM UM PAÍS ISLÂMICO, COM UMA BÍBLIA NA MÃO, E NÃO PRECISA NEM TESTEMUNHAR DA SUA FÉ, QUE FICARÁ CLARO O QUANTO OS MUÇULMANOS SÃO "PACÍFICOS E "TOLERANTES". MAS OS COMUNISTAS SÃO TAMBÉM PERVERTIDOS. DESDE QUANDO PEDOFILIA E ZOOFILIA SAO ARTES? A RECENTE EXPOSIÇÃO DE "ARTE" DO BANCO SANTANDER REVELA O QUÃO DESTRUTIVO, PARA A FAMÍLIA, SÃO O MARXISMO E PLURALISMO CULTURAIS. E O PÚBLICO ALVO PRINCIPAL DESSES PSICOPATAS SÃO CRIANÇAS E ADOLESCENTES. MAS O DIA 15 DE NOVEMBRO, PRÓXIMO, SERÁ O DIA "D" PARA TODOS OS TRAIDORES DA PÁTRIA E PERVERTIDOS SEXUAIS. ISSO SE O DEVER CÍVICO NÃO NOS CHAMAR ANTES. SÓ OS COVARDES FICARÃO EM CASA. SE YHWH, O ELOHIM DE ISRAEL, É POR NÓS, NÃO IMPORTA SE SEREMOS MILHÕES OU APENAS MEIA-DÚZIA NAS RUAS, O QUE IMPORTA É QUE OS COMUNISTAS HÃO DE SABER QUE NO BRASIL AINDA HÁ HOMENS E MULHERES QUE AMAM O VERDE E AMARELO DA NOSSA BANDEIRA E HONRAM SEUS HERÓIS MILITARES E MÁRTIRES DO PASSADO. NOSSA BANDEIRA JAMAIS SERÁ VERMELHA! VERMELHA, SÓ SE FOR MANCHADA COM O SANGUE DOS PATRIOTAS! SELVA!!! INDEPENDÊNCIA OU MORTE! INTERVENÇÃO MILITAR OU DITADURA COMUNISTA E ISLÂMICA : A ESCOLHA É SUA! COMPARTILHE COM TODOS OS SEUS AMIGOS: DIA 15 DE NOVEMBRO SERÁ O NOVO DIA DA "INDEPENDÊNCIA" BRASILEIRA! POR DEUS, PELA BÍBLIA, PELA FAMÍLIA E PELA BANDEIRA BRASILEIRA: AVANTE PATRIOTAS! SOMOS TODOS GENERAL MOURÃO! SOS FFAA!!! E QUE O YHWH, O ELOHIM DE ISRAEL, TENHA MISERICÓRDIA DO POVO BRASILEIRO!!!
Participem nas ações em Brasilia e São Paulo na Paulista, se não tiver condições, vá para uma praça, câmara legislativa, prefeituras, ruas, convidem amigos, mas não deixem de participar no dia 15 de novembro de 2017 em favor da INTERVENÇÃO MILITAR NO BRASIL.
Levem faixas e cartazes somente em favor de uma INTERVENÇÃO MILITAR NO BRASIL!
Não se aliem a grupos que pedem outra coisa senão a INTERVENÇÃO MILITAR.
Não se junte a grupos que pedem fora personalidades politicas ou grupos que apóiam fulano de tal....Só participem em favor da INTERVENÇÃO MILITAR NO BRASIL!
Não devemos deixar que ultrajem nossos heróis, afinal, estes são nossos filhos!
By-Anjus...
quarta-feira, 8 de novembro de 2017
VIRALIZOU! CARTA ABERTA AOS MINISTROS DO STF REPERCURTE NAS REDES SOCIAIS! VEJA!
NÃO DEIXE DE LER. ESPETACULAR, FORTALECEDOR.
Marcelo Rates Quaranta
Eu Quero Agradecer, Em Meu Nome E Em Nome De Todas As Pessoas Comuns, Cidadãos Simples Do Meu País Como Eu, Pelas Últimas Decisões Tomadas Pelo Nosso Egrégio Supremo Tribunal Federal.
Sim, O Supremo Fez De Nós Pessoas Melhores Do Que Pensávamos Ser.
Quando Olhávamos Aqueles Ministros Sob Suas Togas, Com Passos Lento E Decididos, Altivos, Queixos Erguidos, Vozes Impostadas Ditando Verdades Absolutas E Supremas, Envoltos Numa Aura De Extrema Importância E Autoridade, Nos Sentíamos Pequenos, Minguados E Reles Plebeus Diante De Uma Corte Que Beirava O Sublime, O Inatingível E O Intangível.
Com Essas Decisões O Supremo Conseguiu Fazer Com Que A Minha Percepção Sobre Mim E Sobre Nós, Mudasse. Eles Não São Deuses. São Pessoas Tão Pequenas E Tão Venais, Que Qualquer Comparação Que Eu Faça De Mim E De Nós Em Relação A Eles, Seria Desqualificar-Nos A Um Nível Abissal.
Tudo Aquilo É Fantasia, Tudo Aquilo É Pose E Tudo Aquilo Não Passa De Um Teatro, Mas Nós Somos Reais.
Foi Aí Que Eu Vi O Quanto Somos Mais Importantes Que Eles! Enquanto As Divindades Supremas Encarnam Seus Personagens De Retidão E Lisura, Mas Com Suas Decisões Abduzem A Moral E Destroem O País (E De Quebra A Reputação Do Judiciário), Nós Brasileiros Comuns E Sem Toga Trabalhamos Arduamente Dia E Noite Para Construir O País, Ou Pelo Menos Para Minimizar Os Danos Que Eles Provocam.
Então… Como É Que Um Dia Eu Pude Vê-Los Como Sendo Superiores A Nós? Eu Estava Enganado. Nós Somos Muito Superiores A Eles, Mesmo Sendo Zés, Joãos, Marias, Desde O Pequeno Ambulante Ao Médico Ou Engenheiro. Nós Somos As Verdadeiras Autoridades, Porque Nossa Autoridade Não Foi Conferida Por Um Político Malandro Capaz De Tudo Com Uma Caneta. Nossa Autoridade Nos Foi Dada Pela Nossa Força De Continuar Tentando Fazer Um Brasil Melhor.
Fico Sinceramente Com Pena É Dos Advogados, Que São Obrigados A Chamar Esses Ministros De Excelência, Ainda Que Com A Certeza De Que Não Há Excelência Alguma Nos Serviços Que Eles Estão Prestando À Nação. Acho Que Deve Ser O Mesmo Sentimento De Ser Obrigado A Chamar O Cachorro Do Rei De “My Lord”.
Agora Eu Sei O Quanto Somos Bem Maiores Que Eles, Mesmo Sem Aquelas Expressões Em Latim E Doutrinas Rebuscadas Cheias De Pompas E Circunstâncias, Que No Final Significam Apenas Passar Perfume Em Merda.
Se Há Alguém Realmente Importante No Brasil, Esse É O Excelentíssimo Povo Brasileiro, Que Apesar De Tudo É Obrigado A Sentir O Mau Cheiro Que Vem Da Grande Corte, E Mesmo Com Náuseas E Ânsia De Vômito, Tem Que Acordar Às 5 Da Manhã Pra Fazer Aquilo Que Eles Não Fazem: Produzir.
Obrigado, Supremo, Por Nos Mostrar Que Hoje O Rei Sou Eu E O Meu Povo
quinta-feira, 2 de novembro de 2017
TIRIRICA FAZ REVELAÇÕES CHOCANTES PRA 2018
TIRIRICA FAZ REVELAÇÕES CHOCANTES PRA 2018
Tiririca, um recordista de votos, fez nesta semana uma revelação chocante sobre as eleições de 2018. Ninguém imaginaria que ele diria algo tão impactante depois de viver dois mandatos como deputado federal.
Resultado de imagem para TIRIRICA
O deputado Tiririca fez uma das mais profundas análises sobre a política brasileira jamais feita por nenhum outro deputado com doutorados e mestrados. Sua simplicidade explica da maneira mais correta o atual cenário político do Brasil.
“Desisto! Este lugar não é para mim. 513 deputados eleitos pra representar o povo mas só representam os interesses de seus protegidos. Meu povo está sofrendo pensando se vão ter dinheiro pra fazer compra no final do mês e estes caras só pensando se vão se reeleger para um próximo mandato.
É gente que não tem talento pra fazer outra coisa na vida. Gente que se perder o mandato não consegue emprego em nenhuma empresa séria. Graças a Deus eu tenho o dom da palhaçaria. Graças a Deus tenho saúde e força para trabalhar fora da arte também. Não me envergonharia de trabalhar como pedreiro ou pintor novamente. Me envergonharia de ter que trocar favor ou pedir dinheiro pra salvar mandato de bandido.
O sistema ta viciado. Tem gente em Brasília que está há mais de 20 anos emendando um mandato no outro. Ficando milionário com o empobrecimento do povo. Não quero mais concorrer a nenhum cargo político. Não quero ficar perto de deputado que faz dancinha pra comemorar a impunidade. Quero ficar perto de minha família e de Deus. Durante 8 anos não faltei nenhum dia as sessões aqui em Brasília. Deixei de abraçar meus filhos no dia do aniversário para estar aqui trabalhando sério, enquanto isso via deputado faltar a semana inteira e ficar postando frase de efeito no facebook.
Chega! Para mim não dá mais. Vou orar para que o Brasil encontre um presidente que bote moral nos deputados. Chega de presidente que passa a mão na cabeça de gente interesseira e sem compromisso com o Brasil.
Deus tenha misericórdia de nós!”
Deputado Francisco Everardo (Tiririca).
domingo, 13 de novembro de 2016
"Esquerda brasileira fala para si mesma, sem uma real conexão com a sociedade"
"Esquerda brasileira fala para si mesma, sem uma real conexão com a sociedade"
Você acompanha a situação da Venezuela? Como se chegou à situação em que está?
Na Argentina, por exemplo, vários governadores conservadores faziam parte do governo anterior. No entanto, no mundo, vemos uma direita que é até mais radical do que a direita do governo Temer ou do governo Macri. Portanto, para a esquerda, a resistência a esses governos tem que ser clara, mas não sem abrir uma discussão de horizontes e de imaginários que tenha como objetivo principal a necessidade de que a esquerda seja a posição das maiorias, e não somente um discurso que chega aos mais pobres.


