sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Relatório do TCU rejeita defesa de Dilma em contas de 2014 e impeachment se aproxima

Relatório do TCU rejeita defesa de Dilma em contas de 2014 e impeachment se aproxima



Relatório técnico do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre as contas de 2014 da presidente Dilma Rousseff conclui pela existência de "irregularidades graves na gestão fiscal", o que comprometeu o equilíbrio das contas públicas, segundo o documento. 


O parecer rejeitou a defesa da presidente para 12 dos 15 indícios de irregularidades listados pelo tribunal, segundo conclusão do documento obtida pelo GLOBO. Entre esses 12 indícios estão as chamadas "pedaladas" fiscais, manobra que envolveu R$ 40 bilhões entre 2009 e 2014. Os 14 técnicos que assinam o relatório afirmam que "não foram expostos elementos suficientes para elidir as irregularidades apontadas", em relação a esses 12 itens.

A rejeição das contas deve aparecer no voto do ministro relator das contas, Augusto Nardes. A análise técnica foi concluída ontem e encaminhada ao gabinete do relator, que distribuiu o documento para os demais ministros do TCU. O julgamento das contas foi agendado para as 17 horas da próxima quarta-feira, 7, como confirmou o tribunal no fim da manhã desta sexta-feira. A tendência é o plenário aprovar um parecer pela rejeição, o que não ocorre desde 1937. A palavra final é do Congresso Nacional.

"A análise permitiu concluir que, no exercício de 2014, houve comprometimento do equilíbrio das contas públicas em razão de irregularidades graves na gestão fiscal, com inobservância de princípios constitucionais e legais que regem a administração pública federal", conclui o relatório técnico. Também foram desrespeitadas "normas constitucionais, legais e regulamentares na execução dos orçamentos da União e nas demais operações realizadas com recursos públicos federais, em especial no que se refere à observância de medidas restritivas, condicionantes e vedações fixadas pela Lei de Responsabilidade Fiscal", finaliza o documento.

Fonte: Estadão

Hoje eu não vou atender o rádio.

Hoje eu não vou atender o rádio.


Hoje eu não vou atender o rádio quando o seu namorado ou marido chegar em casa bêbado e te espancar novamente. Hoje eu não vou atender o rádio quando a sua filha de 16 anos, que é extremamente responsável, estiver 4 horas atrasada do horário que ela costuma chegar da escola.
Hoje eu não vou atender o rádio quando a sua loja estiver sendo assaltada ou sua casa estiver sendo furtada. Hoje eu não vou parar nenhum motorista bêbado que poderá matar alguém no trânsito. Hoje eu não vou prender nenhum estuprador, nenhum assassino ou um ladrão de carros.
Hoje eu não vou atender o rádio quando um homem estiver com uma arma tentando sequestrar uma criança ou alguém que tenha sido esfaqueado. Eu não irei atender o rádio quando estiver tentando informar que uma pessoa sofreu um terrível acidente de carro e ficou preso nas ferragens.
Hoje eu não vou salvar seu filho quando você estiver fazendo compras no supermercado e alguém chamar no rádio informando que uma criança está desfalecida trancada dentro do seu carro. Não irei salvar seu filho que caiu na piscina e você não percebeu porque estava muito ocupado lendo os seus e-mails.
Não, hoje eu não farei isso. Sabe por quê? Porque hoje eu fui atropelado e morto por um motorista bêbado enquanto eu ajudava alguém a tirar seu veículo quebrado da rodovia.
Hoje eu fui alvejado e morto durante uma abordagem de trânsito porque seu farol estava queimado. Hoje eu fui ferido e morto enquanto cumpria um mandado de busca na casa de um traficante que vendia drogas para seu filho.
Hoje eu fui morto por um homem quando fui cumprir um mandado de prisão por pensão alimentícia. Hoje eu fui morto tentando evitar um assalto a banco ou um assalto a uma mercearia.
HOJE EU FUI MORTO FAZENDO O MEU TRABALHO.
Um policial irá até uma casa, e vai falar para um pai, uma mãe, um esposo, uma esposa ou uma criança, que não vou retornar para casa hoje, pois fui morto. As bandeiras ficarão a meio mastro e a maioria das pessoas nem se quer saberão o motivo.
Haverá um funeral com honras militares e todos os meus companheiros virão para se despedir. Haverá uma salva de tiros. E o som da corneta vai ecoar pelo cemitério, enquanto meu corpo está sendo preparado para o descanso eterno.
Meu nome será colocado em uma placa e em uma parede de alguma galeria de policiais mortos. Uma bandeira será entregue para minha família. Ela será guardada em algum lugar da minha casa enquanto minha família chora a minha partida.
Não haverá gritos de justiça. Não haverá passeatas nas ruas. Não haverá policiais marchando e gritando "queremos paz e justiça”. 
Nenhum cidadão irá às ruas para pedir que algo seja feito. Nenhuma janela será quebrada. Nenhum pneu será queimado.
A única coisa que vai representar a minha partida, será um rádio vazio, sem ninguém pra atende-lo, e alguém chorando e rezando antes de dormir, pedido pra Deus cuidar de quem ficou.
EU SOU UM POLICIAL.

Descanse em paz guerreiro .. foi uma honra ter sua participação em nossa Corporação.
JAMAIS ESQUEÇA! FAZEMOS TUDO QUE PODEMOS, COM O POUCO RECURSO QUE TEMOS, POR VOCÊS. PRA TENTAR PROTEGER VOCÊS, DAMOS NOSSAS VIDAS.

A terceira morte de Dilma

A terceira morte de Dilma

Dilma morreu três vezes.

A primeira depois de proceder durante um ano como “a faxineira ética”. Foi no começo do seu primeiro governo.
No total, Dilma abateu seis ministros de Estado – pelo menos cinco deles enlameados por suspeitas de corrupção.
Que não contassem com ela para contemporizar com desvios de conduta. Dilma, o gatilho mais rápido do cerrado, não discutia,  atirava para matar.
A “faxineira ética” acabou sepultada depois que alguns dos ministros varridos por ela voltaram a ser influentes dentro do governo.
Dilma morreu pela segunda vez depois de reeleita. Só então ficou claro para a maioria apertada responsável por sua vitória que o país fora empurrado para o buraco que hoje se encontra.
Então a “gestora exemplar”, superior a Lula segundo Lula, não passara de uma invenção dele e do marketing do PT?
Ela mentiu ao jurar que o país ia bem, obrigado? E reelegeu-se vendendo algo que deixara de existir?
Amaldiçoada seja, portanto! Pela crise que o governo maquiou o quando pôde. Mas acima de tudo, pelas mentiras.
A terceira morte de Dilma ocorreu, anteontem, depois de ela ter expirado nos braços de Lula.
Deixou de existir a presidente da República ciosa dos seus poderes. A dona do pedaço. A chefona impiedosa.
O corpo dela, ainda quente, está sendo velado no Palácio da Alvorada.
Ao suceder Lula, Dilma planejara livrar-se da sombra malévola do PMDB. Deu vários passos nesse sentido. Um deles, ao convocar para seu lado o ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.
Kassab montara um partido, o PSD, para acolher políticos do PMDB e de outros partidos dispostos a apoiar Dilma.
E com esse mesmo objetivo, ocupava-se com a montagem de outro – o Partido Liberal. O PSD decolou, mas não tanto. O PL, nem isso.
Em fevereiro último, Dilma apostou na derrota de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) a presidente da Câmara dos Deputados. Perdeu feio.
À crise econômica somou-se a crise política. A Operação Lava Jato tocou barata voa dentro do PT e em suas imediações.
Diante do risco do impeachment, Dilma rendeu-se à pressão de Lula e do PMDB, entregando-se a eles sem condições.
Havia anunciado uma reforma ministerial para extinguir e fundir ministérios, economizando algum.
No curto prazo, a reforma poderá servir à única coisa que, a essa altura, interessa a Dilma: barrar qualquer tentativa de impeachment contra ela.
Porque, no mais, para melhorar o governo, não servirá.
Para reunir ministros competentes, também não.
Para resgatar parte da popularidade perdida por Dilma, nem pensar.
O segundo governo Dilma terminou sem ter sequer começado. Resta um projeto de poder, não mais do que isso, ao qual se agarram o PMDB, Lula e seus aloprados.
A turma de Lula não é todo o PT. Há um pedaço dele acamado, febril, que procura para aonde ir com a ajuda de uma lupa.
Ricardo Noblat - O GLOBO
Falta recolher o corpo e enterrar, já está fedendo.

Blog do Lobbo - Homenagem ao Dia do Idoso!

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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Blog do Lobbo - Policial é torturado brutalmente e morto por bandidos apenas por ser identificado como policial.

Blog do Lobbo - Policial é torturado brutalmente e morto por bandidos apenas por ser identificado como policial.

Sim, a imagem é forte. Mas a repercussão é pequena.
 
 Policial é torturado brutalmente e morto por bandidos, apenas por ser irdentificado como policial. Se fosse o bandido no chão com certeza teríamos milhares de pessoas nas ruas protestando, gritando e clamando por justiça. Mas o policial no Brasil é o "bandido" porque persegue os coitadinhos que são "vítimas da sociedade". Se o policial reage em uma ocorrência e atira no bandido, na hora vira réu em processo criminal. Os papéis se invertem. Principalmente porque o outro lado não tem compromisso com a verdade.
Quando é questionado sobre seus atos, o policial assume o que fez em cumprimento do dever. Já o bandido coloca as mãos para trás, abaixa a cabeça e chora. Chora e convence em sua melhor atuação que sua vida miserável e sem oportunidades o levou ao ato que não pode conter, e do qual está arrependido. Quando não se tem compromisso com a verdade a atuação é fácil e convence, e assim ele passa a ser o coitadinho. Assim ganha a simpatia dos intelectuais que fazem de conta que sabem mais do que as pessoas comuns. E assim ganham a simpatia das pessoas que não pensam. Essa é a ingênua inversão de valores. Veja novamente a foto do Policial Bruno. Não esqueça. Assim agem os "bandidos coitadinhos" quando estão na rua.

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