sábado, 7 de abril de 2012

Se o mundo tivesse mais José Medina e menos Bush, Obama, Camerom e Hitler


Blog do Lobbo - Se o mundo tivesse mais José Medina e menos Bush, Obama, Camerom e Hitler, a qualidade de vida seria espantosamente maravilhosa!
De torneiro mecânico a recordista em transplantes
José Medina passou por três profissões até chegar à medicina e colocou o Brasil entre os campeões mundiais de doação de órgãos 
Foto: Edu Cesar/Fotoarena

José Osmar Medina Pestana começou a trabalhar aos 8 anos, depois virou torneiro mecânico e, por fim, o médico recordista em transplante
José Osmar Medina Pestana venceu a infância pobre para deixar suas digitais na história dostransplantes brasileiros.
Entre uma ponta e outra desta trajetória, passaram três instrumentos de trabalho por suas mãos: tijolos, peças industriais e rins.
Isso porque, a transformação do menino Zé Osmar em Doutor Medina foi formada pelas profissões ajudante de pedreiro, torneiro mecânico e, por fim, nefrologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
Ele acaba de assumir a presidência da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO) e, no primeiro ato como presidente, no início de fevereiro, divulgou um novo recorde de cirurgias do tipo no cenário nacional.
Mais uma vez, os transplantes renais foram os mais numerosos, a maior parte deles feita no Hospital do Rim da Unifesp, unidade idealizada e administrada por Medina. O médico acumula 10 mil pacientes transplantados, quase a população total de Ipaussu, cidade do interior paulista onde ele nasceu (são 13 mil habitantes segundo o Censo 2010) e escolheu que “queria cuidar de gente” quando fosse gente grande.
O sonho da carreira, inclusive, foi construído simultaneamente à construção (literal) de casas. Ajudar o pai pedreiro foi seu primeiro ofício, assumido aos 8 anos, para melhorar a renda da família e, de quebra, alimentar a possibilidade de conseguir um diploma na área da saúde.
Metas
“Minha mãe era costureira, meu pai pedreiro e tínhamos uma vida simples, mas eu não sentia tantas privações. Só não gostava de ter de abdicar das minhas férias para ajudar papai com o cimento e a construção. Mas sabia que isso era necessário”, lembra Medina.

Foto: Amana Salles / Fotoarena
Conheça a história de Fábio, que recebeu o rim do pai e todo suporte para uma nova vida da mãe
Salvo por um rim
Mais velho de cinco irmãos, craque na bola de gude e no futebol “pé na terra”, ele foi o primeiro a ser incentivado pelos pais a estudar e fazer um curso técnico. “Minha mãe, apesar de pouco estudo, era muito sábia. Ela logo me orientou que esta era a melhor forma de, ao mesmo tempo, ter acesso à educação e a um trabalho.”
Por isso, aos 15 anos de idade, o pai dos Medina Pestana perdeu seu melhor ajudante. Com diploma de torneiro mecânico, ele passou a trabalhar em fábricas, com peças automotivas, e fazer seu pé de meia.
Nesta época, já gostava de passear na Santa Casa de Ipaussu e observar o seu primeiro herói da infância. “Doutor Rafael tinha um talento para tratar nosso povo. Não eram só cuidados médicos. Eram ouvidos atentos para as reclamações de toda sorte, retribuídas com conselhos para todas as áreas da vida”, lembra.
Aquele médico que circulava por todas as casas, comércios, praças e bailes da cidade implantou na cabeça de Zé Osmar uma meta audaciosa. Antes de completar 20 anos, ele deixaria Ipaussu, trabalharia um ano na capital paulista, juntaria dinheiro. “Precisava fazer um ano de cursinho e então entraria na faculdade de medicina”, finalizava com esta frase os seus pensamentos.
Rotinas
Aos 19 de idade, o jovem fez as malas, deu um beijo na testa da mãe e mudou para a cidade grande. Trabalhou na Volks (com os seus conhecimentos de torneiro mecânico) e como auxiliar de escritório. Doze meses depois, dormindo em um quartinho emprestado na casa do tio no ABC Paulista, ele fez a matrícula em um curso preparatório para o vestibular. E se preparou para mais 12 meses de maratona.

Foto: Edu Cesar/Fotoarena

Ele veio para São Paulo, deixou a família em Ipaussu, fez cursinho por um ano e entrou na Unifesp
A rotina de 12 horas de trabalho foi substituída por 12 horas de estudo. Em dezembro de 1974 encontrou seu nome entre os aprovados para ingressar na Escola Paulista de Medicina (Unifesp), instituição pública, um alívio para o “bolso apertado” do estudante.
“Estava na hora de voltar a trabalhar. Não precisaria pagar os estudos, mas ainda tinha que me sustentar em São Paulo.”
O novo emprego foi no laboratório da própria Unifesp, catalogando os pacientes que chegavam à emergência. O horário, das 16h às 23h permitia dedicação aos estudos médicos entre 7h e 15h. E ainda servia de aperitivo das muitas especialidades médicas que José Osmar Medina poderia escolher.
Rins
Ele flertou com a ortopedia, mas por sugestão de um professor escolheu os rins como foco de atuação. Já tinha deixado a casa do tio, agora morava em uma república com outros seis estudantes. Por influência dos colegas, adotou definitivamente o nome Medina como sua identidade. A nefrologia, ele definiu como seu destino.
Zé Osmar ficava para trás, mas o Medina também gostava de metas audaciosas. Em 1987, já formado, casado (com a primeira namorada de Iapussu) e decidido, ele foi para o exterior fazer especialização em transplante. Quando voltou ao Brasil decidiu organizar uma unidade com fluxo para cirurgia de transplante renal, ainda inexistente em SP.
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“Não tínhamos integração, procedimento, profissionais especializados. Em equipe, fomos formando tudo isso”, lembra. Em menos de uma década, aquele embrião do Hospital do Rim virou uma potência mundial. Os 15 transplantes renais anuais viraram 500 cirurgias por ano em 2004, um recorde no mundo, que rendeu novas chances de vida para milhares de pacientes e homenagens em vários idiomas ao doutor Medina. Hoje já são quase 700 transplantes a cada 12 meses só nesta unidade.
Dez mil
O auxiliar de pedreiro, torneiro mecânico e médico que moram em Medina trabalham em uma espécie de sintonia na hora dos transplantes. É preciso arquitetar a cirurgia, parte por parte, como a construção de um um novo organismo; depois encaixar todas as peças precisamente em um tipo de esquema industrial. Para em sequência, cuidar a vida toda daquele ser humano que ganhou um novo órgão.
“É a oportunidade que nós médicos temos de unir os dois extremos da medicina. Desde os cuidados mais simples, como medir a pressão, colocar a mão no paciente, até a mais alta complexidade cirúrgica”, explica. “É mágico”, define Medina que, para homenagear o seu herói Daniel, duas vezes por ano volta a Ipaussu e trabalha por duas semanas, de forma voluntária, na Santa Casa. Ouvindo queixas de toda sorte e dando conselhos sobre tudo.

Procurador denuncia espionagem americana no Brasil


 Blog do Lobbo - Desde 2004 os EUA estão sendo denunciados por espionagem no Brasil, até quando o governo brasileiro vai continuar sendo capacho dos norte americanos? 

Espionagem, Procurador denuncia espionagem americana no Brasil
27/05/04
Luiz Francisco denuncia grupo de espiões na PF pago pelos EUA Blog do Lobbo - Desde 2004 os EUA estão sendo denunciados por espionagem no Brasil, até quando o governo brasileiro vai continuar sendo capacho dos norte americanos?

O procurador da República Luiz Francisco de Souza denunciou hoje no Congresso a existência de um serviço de espionagem internacional dentro da Polícia Federal, pago pelo governo dos Estados Unidos para atender os interesses americanos. O esquema, conforme o procurador, envolver cerca de 100 policiais, treinados pelos americanos, entre delegados, agentes e
técnicos da área de inteligência. Entre os alvos da espionagem estariam os palácios do Planalto e da Alvorada e já teriam sido grampeados os ex-presidentes Fernando Henrique e Luiz Inácio Lula da Silva.

Entre os anos de 1999 e 2003, segundo apurou Luiz Francisco, os Estados Unidos remeteram ao Brasil US$ 11,2 milhões, por meio do FBI (a polícia federal americana) a Central de Inteligência (Cia) e o órgão de repressão às drogas (DEA). O dinheiro foi entregue à PF pela embaixada americana em Brasília e, segundo o procurador, em vez de entrar no orçamento da instituição, foi depositado nas contas de vários delegados, entre os quais o diretor da Divisão de Repressão a Entorpecentes, Getúlio Bezerra.

Luiz Francisco informou que abriu inquérito para apurar o esquema e anunciou que pedirá nos próximos dias a quebra do sigilo bancário, telefônico e fiscal de Bezerra e outros acusados. A Polícia Federal conformou o recebimento dos recursos, mas nega qualquer irregularidade. O dinheiro, segundo a PF, chega regularmente ao Brasil por força de convênio entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos, em vigor há mais de cinco anos, para combate bilateral ao tráfico internacional de drogas.

Luiz Francisco disse, porém, que o acordo não foi aprovado pelo Senado, como manda a Constituição e está recheado de irregularidades. Uma delas é que o dinheiro não entra no orçamento da União, nem é feita prestação de contas do uso ao Tribunal de Contas da União.

Ele pediu que o Congresso instale uma CPI para investigar o caso porque, como afirma, a soberania do Brasil está sendo violada. "A inteligência da PF que deveria servir aos interesses nacionais, está a serviço do governo dos Estados Unidos. Isso fere a nossa dignidade e a nossa soberania", disse.

O procurador também pediu que a Comissão de
Segurança Pública da Câmara, onde depois, que convoque para depor o futuro diretor da Agência Brasileira de Inteligência, delegado federal Mauro Marcello, a seu ver envolvido no esquema.

Ele quer que também seja ouvido o  ex-chefe do FBI no Brasil, Carlos Costa. Em depoimento ao Ministério Público, Costa declarou que "os Estados Unidos compraram a Polícia Federal" e deu detalhes do esquema de espionagem.



sexta-feira, 6 de abril de 2012

Tá rindo de quê? O Brasil já teve gente séria!


 Quando vc estiver com sua Mercedes Benz "deslizando" a 180 Km/h naquela linda pista, e perceber que os carros 1.0 da polícia não conseguem persegui-lo. Lembre-se!!! Sorte a sua de estar no país Brasil!!! :) 

EUA (Corvette - 0-100 em 5 segundos - 260Km/h) 

 


ITALIA (Lamborguini - 0-100 em 3.2 segundos - 310Km/h) 

 Alemanha (Porsche - 0-100 em 5,5 segundos - 230Km/h) 

Japão (Mitsubishi - 0-100 em 4 segundos - 270Km/h) 

Inglaterra (Lotus - 0-100 em 4 segundos - 300Km/h) 

França (Pegout  - 0-100 em 6 segundos - 250Km/h) 

Suíça (Audi TT - 0-100 em 7 segundos - 220Km/h) 

Brasil (Fusca - 0-100 em 5 minutos - 140Km/h) 
rsrsrsrsss...... 

Tá rindo de quê? O Brasil é muito eficiente!
KKKKKKKKKKK!!!








terça-feira, 3 de abril de 2012

COMO, POR QUE E QUANDO DESTRUIR OS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA


COMO, POR QUE E QUANDO DESTRUIR OS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA
Entrevista com um membro da Al Qaeda
Esta entrevista circula na Internet. Pode ser verdadeira, mas também pode não ser. Pode ser um balão de ensaio, ou um embuste. Ou pode ser autêntica, porém feita de maneira a não parecer. Ou vice-versa... Pode tudo. Tirem suas conclusões. Quanto aos diretamente envolvidos: dêem de ombros... ou ponham as barbas de molho.

A entrevista a seguir, foi feita por um repórter da Rede Al-Jazeera com o terceiro homem em comando da organização Al Qaeda, o sr. Mohammed Al-Asuquf. Al-Asuquf tem uma qualificação impressionante, doutor em física e mestrado em economia internacional. Na entrevista, ele fala dos planos da Al Qaeda com total desprendimento, conhecimento de causa e transmite uma segurança inabalável. Esta entrevista foi enviada a Abel-Bari Atwan, editor-chefe do Al Quds, um jornal de língua árabe publicado em Londres, mas não chegou a ser publicada, pois seu conteúdo é muito revelador. Uma cópia da entrevista veio parar em Foz-do-Iguacu e foi traduzida para o português por um professor universitário da comunidade árabe daquela cidade. Esta é provavelmente a única versão, que não em árabe, desta entrevista.

Al-Jazeera - Qual o objetivo da rede Al Qaeda?
Al-Asuquf - Destruir o Grande Satã, isto é, os Estados Unidos e Israel.
Al-Jazeera - Por que?
Al-Asuquf - Os USA vem ao longo de 60 anos impregnando o mundo com a sua arrogância, ganância e maleficência. É a encarnação de tudo que é mau. As pessoas que vivem nesse planeta não merecem este martírio.
Al-Jazeera - Esta visão não é um tanto unilateral?
Al-Asuquf - Não, é só você observar os últimos acontecimentos. O desrespeito ao tratado de Kyoto, o caso do Tribunal Penal Internacional Permanente, a inatividade em relação aos nossos irmãos palestinos, a ganância financeira com especulações absurdas sobre os países do Terceiro Mundo, o descaso completo com outros povos oprimidos e outras infinidades de situações que todos os chefes-de-estado ao redor do mundo conhecem. E para coroar a situação: a doutrina Bush de "atirar primeiro e perguntar depois". Isso é um abuso inaceitável e portanto terá conseqüências muito graves.
Al-Jazeera - Mas o desenvolvimento e a influência americana não são fruto de uma competência?
Al-Asuquf - Competência em extorquir, competência em subjugar, competência em mentir. Após a Segunda Guerra Mundial, o USA era o único país industrializado com o seu parque de fábricas intacto. Emprestando dinheiro, como um bom agiota, acabou por se tornar um pais muito rico e poderoso, porem, sua ganância não foi reduzida. Hoje os americanos vivem como nababos, desperdiçam como nenhum outro povo, gastam cerca de 80 bilhões de dólares, por ano, só em apostas. Perderam a noção de espiritualidade e vivem em constante pecado. A cada dia que passa os USA demonstram que não sabem viver com os outros povos, por isso, merecem ser destruídos.
Al-Jazeera - Não seria mais fácil assassinar o presidente George W. Bush?
Al-Asuquf - Em primeiro lugar não iria adiantar nada, além, talvez, de transformá-lo em mártir. Quando você tem um inimigo poderoso pela frente a melhor estratégia é não matá-lo e sim, fazer ele perder a liderança por incompetência e deixá-lo viver para ver isto acontecer.
Al-Jazeera - A rede Al Qaeda tem capacidade bélica de guerrear com o USA?
Al-Asuquf - Se analisarmos a história, veremos que toda grande guerra antes de ser iniciada era baseada em conceitos já estabelecidos. Mas observando bem, estes conceitos e estratégias de nada adiantaram, pois uma outra forma de guerra estava por ser travada. Um exemplo foi a construção da Linha Maginot pelos franceses, após a Primeira Guerra Mundial, e que na realidade, se mostrou completamente inútil diante das forças invasoras. Os porta-aviões, submarinos nucleares, satélites espiões de nada adiantarão na próxima guerra.
Al-Jazeera - Autoridades americanas mantêm mais de 1000 pessoas suspeitas de terrorismo após 11 de setembro, isto não compromete os planos da Al Qaeda?
Al-Asuquf - Destas pessoas presas talvez 20 ou 30 pertençam a Al Qaeda. Porém, são do segundo escalão. Nós possuímos mais de 500 integrantes do primeiro escalão e 800 do segundo escalão dentro dos USA.
Al-Jazeera - O que significa primeiro ou segundo escalão?
Al-Asuquf - Primeiro escalão são integrantes da Al Qaeda que se encontram no USA há mais de dez anos, muitos deles casados e com filhos. Conhecem por alto os planos e estão apenas aguardando um telefonema. Também são conhecidos por "adormecidos". Os de segundo escalão chegaram nos últimos 5 anos e não possuem a mínima idéia dos planos.
Al-Jazeera - Mesmo os casados, com filhos, estariam dispostos a morrer com suas famílias?
Al-Asuquf - Sim. Todos estão dispostos a morrer. Vide 11 de setembro.
Al-Jazeera - Nos planos gerais da Al Qaeda o que foi 11 de setembro?
Al-Asuquf - Numa escala geral, foi apenas o início. Foi apenas uma maneira de chamar a atenção do mundo para o que ainda virá.
Al-Jazeera - Quantos membros a Al Qaeda possui?
Al-Asuquf - De primeiro escalão, perto de 5 mil, de segundo escalão, perto de 20 mil ao redor do mundo.
Al-Jazeera - Na prisão de Guantánamo tem algum integrante do primeiro escalão?
Al-Asuquf - Não, inclusive muitos nem são da rede Al Qaeda.
Al-Jazeera - Como a Al Qaeda pretende destruir a nação mais poderosa de toda a história?
Al-Asuquf - É uma questão de logística. Usando o seu próprio veneno, isto é, atacando o coração do que eles consideram a coisa mais importante neste mundo, o dinheiro.
Al-Jazeera - Como assim?
Al-Asuquf - A economia americana, é uma economia de falsas aparências. Não existe lastro econômico real para a economia americana. O PIB americano é algo entorno de 10 trilhões de dólares, sendo que apenas 1% vem da agropecuária, apenas 24% vem da indústria. Portanto 75% do PIB americano vem de serviços e grande parte disto são especulações financeiras. Para quem entende de economia, e ao que parece o secretário do Tesouro americano, Paul O'Neil não entende ou não enxerga, basta ver que o USA como um todo, se comporta como uma imensa companhia "ponto-com" e os dólares propriamente dito são suas ações.
Al-Jazeera - O senhor pode explicar mais?
Al-Asuquf - O valor das ações de uma companhia é diretamente proporcional a rentabilidade desta empresa. Quando a empresa é apenas prestadora de serviço e não produz bens, o valor de suas ações depende de sua credibilidade. O que quero dizer é que se a credibilidade dos USA for abalada, suas ações (o dólar), irão cair numa velocidade impressionante e toda a economia americana entrará em colapso.
Al-Jazeera - Como o senhor tem certeza disto?
Al-Asuquf - Em escala menor, é exatamente o que os grandes grupos financeiros fazem com países do Terceiro Mundo para conseguir rentabilidades, em um mês, iguais a que nenhum banco suíço poderia dar em 4 ou 5 anos.
Al-Jazeera - Como, portanto, a Al Qaeda conseguiria abalar a economia americana a esse ponto?
Al-Asuquf - Provocando um déficit de 50 a 70 trilhões de dólares, o equivalente ao PIB de 5 a 7 anos dos USA.
Al-Jazeera - Como isto seria feito?
Al-Asuquf - Com a destruição das 7 maiores cidades americanas e mais algumas medidas.
Al-Jazeera - Isto seria feito através de que método?
Al-Asuquf - Usando bombas atômicas.
Al-Jazeera - Com toda a segurança nos USA como, hipoteticamente, estas bombas seriam lançadas em solo americano?
Al-Asuquf - Elas não serão lançadas, elas já estão lá.
Al-Jazeera - O que o senhor está dizendo?
Al-Asuquf - Já existem 7 ogivas nucleares em solo americano que foram colocadas antes do 11 de setembro e estão prontas para serem detonadas.
Al-Jazeera - Como elas entraram nos USA?
Al-Asuquf - Antes do 11 de setembro a segurança americana era um fiasco, e mesmo depois, se fosse necessário, também conseguiríamos colocar as bombas nos USA. Elas entraram através dos portos marítimos, como cargas normais.
Al-Jazeera - Como isto é possível?
Al-Asuquf - Uma ogiva nuclear não é maior que uma geladeira, portanto, pode ser facilmente camuflada como uma. Em um porto marítimo chegam milhares de contêineres por dia, por mais eficiente que seja a segurança é impossível checar, vasculhar e examinar cada contêiner.
Al-Jazeera - De onde vieram estas bombas atômicas?
Al-Asuquf - Foram compradas no mercado negro.
Al-Jazeera - De quem?
Al-Asuquf - Da antiga URSS compramos 5 e do Paquistão mais 2.
Al-Jazeera - Como é possível comprar uma bomba atômica, não existe segurança?
Al-Asuquf - Antes de 1989 era praticamente impossível, porém após a queda do muro de Berlim, o exército russo entrou em um processo de autofagia e alguns generais de alto escalão começaram a perder seus privilégios, portanto, ficaram altamente susceptíveis às corrupções. O próprio General Lebed, já falecido, e o chefe da comissão de inspetores de armas da ONU, Hans Blix já sabiam disto, apesar do ministro da Defesa russo, Serguey Ivanov negar.
Al-Jazeera - Quanto custa uma bomba nuclear?
Al-Asuquf - Algo em torno de 200 milhões de dólares.
Al-Jazeera - Como a AL Qaeda conseguiu este dinheiro?
Al-Asuquf - Temos vários patrocinadores.
Al-Jazeera - Quem são eles?
Al-Asuquf - Existem vários países que nos patrocinam e mais algumas pessoas muito ricas.
Al-Jazeera - São todos países árabes?
Al-Asuquf - Não, existem, inclusive, países da Europa que também têm interesse na queda dos USA.
Al-Jazeera - Quem são estas pessoas ricas?
Al-Asuquf - Pessoas que também se cansaram de ver os USA sugando o resto do mundo.
Al-Jazeera - Saddam Hussein é uma delas?
Al-Asuquf - Poderia se dizer que é apenas um dos colaboradores, na pessoa de Abdul Tawab Mullah Hawaish, seu vice-primeiro-ministro e responsável pelos programas de armas do Iraque.
Al-Jazeera - Estas bombas atômicas são de que potência?
Al-Asuquf - As 5 ogivas russas são dos antigos mísseis T-3, também conhecidos como, RD-107 e sua potência é algo em torno de 100 kilotons cada uma, isto é, 5 vezes a bomba de Hiroxima. As paquistanesas são menos potentes, algo em torno de 10 kilotons.
Al-Jazeera - As bombas não podem ser detectadas e desarmadas pelas autoridades americanas?
Al-Asuquf - Não, apesar de antigas elas sofreram modernizações e estão muito bem escondidas. Mesmo que fossem localizadas, elas possuem dispositivos de auto-detonação se alguma coisa se aproximar. Mesmo pulsos eletromagnéticos não são capazes de desativá-las.
Al-Jazeera - Elas não emitem radiação? Não podem ser detectadas?
Al-Asuquf - Não. Elas estão envoltas em grossas paredes de chumbo.
Al-Jazeera - Um navio paquistanês, suspeito, há pouco tempo foi vistoriado e só encontraram barras de chumbo. Isto tem alguma coisa a ver com as bombas?
Al-Asuquf - Sim, porém aquele chumbo seria apenas uma cobertura extra, não necessariamente fundamental.
Al-Jazeera - Como estas bombas seriam detonadas?
Al-Asuquf - Existem vários métodos, ligação por celular, radio freqüência, abalos sísmicos ou pelo seu relógio regressivo.
Al-Jazeera - Uma vez detonadas, estas bombas causariam a morte de quantas pessoas?
Al-Asuquf - Depende, pois o plano é muito maleável.
Al-Jazeera - Qual é, portanto, todo o plano?
Al-Asuquf - A principio seria detonada uma ogiva, o que iria provocar a morte de 800 mil a 1 milhão de pessoas e provocaria um caos de proporções nunca antes vistas. Durante este caos, mais 2 ou 3 aviões agrícolas que se encontram desmontados em celeiros perto de estradas sem movimento do interior dos USA levantariam vôo para pulverizar mais 2 ou 3 grandes cidades americanas com varíola, em missões suicidas. Isto significa que uma vez identificada a varíola, todos os portos aéreos e marítimos seriam fechados para quarentena. As fronteiras terrestres também se fechariam. Nenhum avião, barco ou veículo terrestre sairia ou entraria nos USA. Isto seria o caos total. O secretário de imprensa da Casa branca, Ari Fleischer terá muito trabalho para fazer.
Al-Jazeera - Mas o governo americano garantiu que em 5 dias poderia produzir vacina contra a varíola para toda a população.
Al-Asuquf - Ataques suicidas paralelos serão feitos contra as fábricas das vacinas.
Al-Jazeera - Qual seria a primeira cidade?
Al-Asuquf - A primeira cidade será a que melhores condições apresentar, por exemplo, céu claro, ventos de 8 ou mais milhas/hora em direção ao centro do país, para que a poeira radioativa possa contaminar a maior área possível.
Al-Jazeera - Esse ataque aniquilaria a USA?
Al-Asuquf - Não. Mas o processo estaria iniciado. Quem iria comprar algum alimento dos USA sabendo que poderia estar contaminado por radiação? Quem iria viajar para os USA sabendo da possibilidade de contrair varíola? Quem continuaria a investir dinheiro em instituições americanas? Como no World Trade Center, seria apenas uma questão de tempo para toda a estrutura econômica ruir e virar pó. Se os objetivos forem alcançados com uma bomba e a varíola, provavelmente iremos poupar a vidas de outras pessoas, porém é arriscado e provavelmente mais 6 bombas atômicas serão detonadas, uma por semana, e mais ataques com armas químicas serão efetuados.
Al-Jazeera - Quantas pessoas inocentes morrerão?
Al-Asuquf - Segundo estimativas feitas por mim e Ayman Al-Zawahiri, algo em torno de 15 milhões, devido as bombas atômicas e sua radiação. Das contaminadas por varíola, 25% morrerão, algo em torno de mais 5 milhões e muito outras devido ao caos e a desordem instalada.
Al-Jazeera - Mas a resposta militar americana?
Al-Asuquf - Praticamente não haverá. Mesmo que 5 ou dez cidades sejam escolhidas de maneira aleatória para serem destruídas, ainda será um preço pequeno para pagar. O problema é que o desespero econômico será tão grande que até poupar de gastar armas desnecessariamente ocorrerá, pois a liquidez de bens americanos ficará quase a zero e nesta altura os USA ganharão mais vendendo um porta-aviões da classe Nimitz que custa perto de 5 bilhões de dólares, para a Turquia ou Itália, por 1 bilhão de dólares, pois precisarão se recapitalizar de maneira urgente, porém será tarde de mais. Além do mais, qual será a moral de um soldado americano de lutar sabendo que toda a sua família morreu e seu país deixou de existir. Lutar pelo quê?
Al-Jazeera - A economia mundial, também, não ruirá?
Al-Asuquf - No inicio será muito difícil, uma grave crise econômica se instalará. Porém sem os USA o mundo logo se erguera de maneira mais justa e fraterna.
Al-Jazeera - E Israel?
Al-Asuquf - Como vocês dizem... será a sobremesa.
Al-Jazeera - O porta-voz de bin Laden, Sulaiman Abu Gheith, sabe que o senhor deu esta entrevista?
Al-Asuquf - Foi ele e bin Laden que me sugeriram que desse a entrevista.
Al-Jazeera - Osama bin Laden está vivo?
Al-Asuquf - Vivo e com muita saúde, ao lado de seus comandantes, Mohammed Atef e Khalid Shaik Mohammed e o Mula Omar.
Al-Jazeera - E o senhor não receia que venham a descobrir os planos da Al Qaeda?
Al-Asuquf - O plano já está em sua contagem regressiva, nada mais poderá pará-lo.
Al-Jazeera - Nem mesmo um pedido de desculpas e novas atitudes por parte dos USA?
Al-Asuquf - Isso não aconteceria e mesmo assim é tarde demais.
Al-Jazeera - Quando será iniciado o ataque?
Al-Asuquf - Não posso revelar. Allah Akbar (Deus é Grande)

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Mais que uma oração! Tapetinho vermelho

Tapetinho vermelho

Uma pobre mulher morava numa humilde casinha com a sua neta muito doente
Como não tinha dinheiro sequer para levá-la a um médico, e vendo que, apesar de seus muitos cuidados e remédios com ervas, a pobre criança piorava a cada dia, resolveu iniciar a caminhada de 2 horas até a cidade próxima em busca de ajuda
Ao chegar ao único hospital público da região foi aconselhada a voltar para casa e trazer a neta, para que esta fosse examinada.
Quando voltava, desesperada por saber que sua neta não conseguia sequer levantar-se da cama, a senhora passou em frente a uma Igreja e como tinha muita fé em Deus, apesar de nunca ter entrado numa Igreja, resolveu pedir ajuda. .
Ao entrar, encontrou algumas senhoras ajoelhadas no chão em oração.

As senhoras receberam a visitante e, após se inteirarem da história, convidaram-na para se ajoelhar e orar pela criança.
Após quase uma hora de fervorosas orações e pedidos de intercessão ao Pai, as senhoras já se levantavam quando a mulher lhes disse:

- Eu também gostaria de fazer uma oração.
Vendo que se tratava de uma mulher de pouca cultura, as senhoras retrucaram:

- Não é necessário. Com nossas orações, com certeza sua neta irá melhorar.
Ainda assim a senhora insistiu em orar e começou: "Deus, sou eu, olha, a minha neta está muito doente. Deus, assim eu gostaria que fosses lá curá-la. Deus, pega numa caneta que eu vou dizer onde fica.

As senhoras estranharam, mas continuaram a ouvir.
- Já tem a caneta Deus? Vá seguindo o caminho daqui de volta pra Belo Horizonte e quando passar o rio com a ponte entra na segunda estradinha de barro, não vai errar ta.
Nesta altura as senhoras esforçavam-se para não desatar a rir; mas ela continuou.
- Seguindo mais uns 20 minutinhos tem uma vendinha, entra na rua depois da mangueira que o meu barraquinho é o último da rua, pode ir entrando que não tem cachorro.
. As senhoras começaram a indignar-se com a situação.

- Olha Deus, a porta está trancada, mas a chave fica debaixo do tapetinho vermelho na entrada, o senhor pega na chave, entra e cura a minha netinha.

Mas olha só Deus, por favor! Não se esqueça de colocar a chave de novo por baixo do tapetinho vermelho senão eu não consigo entrar quando chegar a casa...
Nesta altura as senhoras interromperam aquela ultrajante situação dizendo que não era assim que se deveria orar, mas que ela poderia ir pra casa sossegada pois elas eram pessoas de muita fé e Deus, com certeza, iria ouvir as suas preces e curar a menina.
A mulher foi para casa um pouco desconsolada, mas ao entrar na sua casinha sua neta veio a correr para  recebê-la.

- Minha neta, estás de pé, como é possível?
E a menina explicou. - Eu ouvi um barulho na porta e pensei que era a senhora a voltar, no entanto, entrou um homem muito alto com um vestido branco no meu quarto e mandou-me levantar, não sei como, eu simplesmente me levantei.
E quase em pranto, a menina continuou.

- Depois ele sorriu, beijou minha testa e disse que tinha que se ir embora. Mas pediu que eu avisasse a senhora que ele ia deixar a chave debaixo do tapetinho vermelho...
Tenha fé porque o choro pode durar uma noite inteira, mas a alegria vem pela manhã.
Agindo Deus quem impedirá!!!
Não deixe seus amigos sem saber disso.
Eu não deixei você...   
                        Deus te abençoe!
                                
                                   lak334@msn.com



Exigências para a entrada de espanhóis no Brasil começam nesta segunda-feira


Exigências para a entrada de espanhóis no Brasil começam nesta segunda-feira

A partir de 2 de abril, Brasil exigirá passagem com data de volta marcada, reserva de hotel e quantia mínima de dinheiro

iG São Paulo 31/03/2012 16:59

Começam a valer a partir da próxima segunda-feira, dia 2 de abril, as novas exigências fixadas pelo governo brasileiro para os espanhóis conseguirem a autorização de entrada no País. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, a decisão é baseada no chamado princípio diplomático da reciprocidade.
De acordo com a Polícia Federal, o controle migratório passará a exigir dos turistas espanhóis para o ingresso em território nacional, além das previsões legais ordinárias, a apresentação de bilhete aéreo de volta, com data de retorno marcada, comprovação de meios econômicos suficientes para manutenção durante período de permanência no País e documento comprovando o endereço de estadia ou carta-convite de residente no Brasil.
Em 2010, 1,6 mil brasileiros foram barrados na Espanha, sob a alegação de que estavam tentando entrar ilegalmente para trabalhar sem visto. No ano passado, o ministro das Relações Exteriores, Antonio de Aguiar Patriota, admitiu que as discussões com o governo espanhol não estavam avançando e havia casos inaceitáveis. Apesar de ter caído o número de brasileiros barrados, a média ainda era de 140 pessoas por mês.
Blog do Lobbo - Muito bom, parece que as autoridades brasileiras, estão começando a perceber que o Brasil não é uma "ZONA", qualquer um que aqui chega é recebido em tapete vermelho, enquanto os brasileiros lá fora são tratados pior que cachorro sem dono.
Um exemplo; Todos viram como foi recebido o Obama e sua comitiva, daí o cara disse que receberá nossa governante como uma qualquer.
Acho que está na hora de rever estes conceitos.
* Com AE